
Município no Noroeste Fluminense registra dezenas de ocorrências em 2026, com chamas ameaçando residências e propriedades rurais.
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Itaperuna enfrenta condições climáticas de seca e ventos fortes que facilitam a propagação de incêndios em áreas de vegetação.
O município de Itaperuna, no Noroeste Fluminense, enfrenta uma sequência de incêndios em áreas de vegetação neste período de seca e vento forte. As ocorrências preocupam Corpo de Bombeiros e moradores pela proximidade das chamas de residências, propriedades rurais e rodovias.
Um levantamento da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros aponta que, até julho, já haviam sido registradas 85 ocorrências em 2026. Em 2025, ao todo, foram registradas 132 ocorrências. Em 2024 foram 273; em 2023, 142 e em 2022, 208 ocorrências de incêndios.
Em agosto, novos focos surgiram em diferentes pontos da cidade. Um dos mais graves ocorreu na Estrada do Bananal, onde o fogo atingiu uma extensa área de mata e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros. Outro incêndio foi registrado na região próxima ao Vale das Orquídeas.
Segundo especialistas, o tempo seco, a baixa umidade e a vegetação ressecada aumentam o risco de propagação das chamas. Além dos danos ambientais, os incêndios podem colocar em risco imóveis, animais e moradores.
Segundo o Corpo de Bombeiros a população deve evitar atear fogo em lixo, terrenos ou áreas de vegetação e acionar imediatamente a corporação ao identificar qualquer foco de incêndio.

Nova norma no Acre exige manifestação do Iphan sobre sítios arqueológicos em licenciamentos ambientais. A medida visa proteger geoglifos, estruturas milenares, proibindo o uso das áreas para pecuária ou plantio que cause danos ao patrimônio histórico.

O Inmet emitiu um alerta amarelo de baixa umidade do ar para 184 municípios da Paraíba neste sábado (22). A umidade deve oscilar entre 20% e 30%, exigindo cuidados com a saúde e hidratação da população até as 21h.

Em Manaus, a alta umidade e o El Niño elevam a sensação térmica, que pode superar a temperatura do ar em até 15°C. A arborização urbana atua como regulador térmico essencial para mitigar ilhas de calor e proteger populações vulneráveis.

Moradores de Salto (SP) enfrentam desabastecimento constante de água e falta de aviso prévio. O Saae nega racionamento, classificando a medida como fechamento preventivo para recuperar reservatórios, enquanto a SP Águas aponta seca moderada na região.

Diante de ondas de calor e secas, proprietários no Reino Unido buscam instalar ar-condicionado. O processo enfrenta desafios como custos elevados, normas de construção, impacto em edifícios históricos e preocupações com o efeito de ilha de calor urbana.

Dezenas de municípios no estado do Rio de Janeiro enfrentam alerta de alto risco para incêndios florestais, impulsionados por altas temperaturas e baixa umidade do ar, segundo a Defesa Civil e o Cemaden.