
Consórcio VGLHH foi selecionado pelo BNDES para estruturar modelos de negócio visando aumentar a produção nacional do minério
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O Programa Pró-Urânio foi lançado em 2024 para incentivar a pesquisa e lavra de novas jazidas. A INB detém o monopólio da União sobre a atividade nuclear no Brasil.
A oferta de parceria da Indústrias Nucleares do Brasil (INB) contempla áreas localizadas em cinco províncias minerais brasileiras. Entre elas está a província mineral Rio Preto, que abrange os municípios de Cavalcante e Colinas do Sul, em Goiás, e Arraias, no Tocantins.
As demais áreas ficam em Amorinópolis e Iporá, em Goiás; São José de Espinharas, na Paraíba; Sapoema, no Paraná; e Caetité, na Bahia.
O Consórcio VGLHH venceu a concorrência promovida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e terá até o segundo trimestre de 2027 para apresentar propostas de cenários e alternativas para os modelos de negócio que poderão ser adotados. Também será responsável por elaborar os estudos que vão orientar futuras parcerias entre o setor público e a iniciativa privada para a exploração sustentável de urânio.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Recursos Hídricos e Minerais de Arraias, informou que tem conhecimento básico sobre o programa Pró-Urânio do Governo Federal, porém, não houve nenhuma procura do governo, mineradoras e quaisquer outros interessados. Da mesma forma, também não houve solicitações formais de certidões de uso do solo e autorização ambiental para este tipo de minério, até o momento.
Lançado em 2024, o Programa Pró-Urânio tem como objetivo aumentar a produção nacional do minério e incentivar a pesquisa e a lavra de novas jazidas.
Segundo a INB, os estudos devem buscar uma fórmula capaz de atrair investidores para a pesquisa mineral e, ao mesmo tempo, preservar o papel estratégico da estatal, responsável pelo monopólio da União sobre a atividade. A proposta é criar condições que permitam novos investimentos na produção nacional de urânio.
Após a conclusão dos estudos, a INB e a ENBPar escolherão o modelo considerado mais adequado para a formação das parcerias. Na etapa seguinte, o projeto prevê interação com investidores para viabilizar os formatos selecionados.
A expansão busca garantir o abastecimento de combustível para as usinas nucleares Angra 1 e Angra 2, reduzir a dependência externa em etapas consideradas estratégicas do ciclo do combustível nuclear e criar condições para a exportação desse combustível no futuro.
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Apresentação de modelos de negócio pelo Consórcio VGLHH.
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