
Senador reeleito ganha destaque nacional e apoio de eleitores para uma possível candidatura presidencial em 2028
AI-generated summary
Jon Ossoff foi eleito senador pela Geórgia em 2021, tornando-se o senador mais jovem daquele período legislativo.
"Em vitórias avassaladoras e decisivas, o povo americano repudiou a depravação, a corrupção e a incompetência do fracassado presidente 'pato manco' (expressão em inglês para definir um governante em fim de mandato) Donald J. Trump", disse Ossoff em um discurso enérgico diante de seus apoiadores.
Ossoff tem insistido que não "tem qualquer intenção" de entrar na corrida pela Casa Branca, mas já desponta como uma das alternativas dos democratas para as eleições de 2028.
Muitos de seus apoiadores, ouvidos pela AFP em Atlanta nos últimos dias, expressam abertamente o apoio a uma eventual candidatura do senador reeleito.
"Vou apoiá-lo, sem dúvida alguma, se for isso que ele decidir fazer", promete Tracie Moore, uma empreendedora negra de cerca de 50 anos que compareceu para celebrar a reeleição dele na noite de terça-feira.
"Eu odiaria perdê-lo, então estou sendo um pouco egoísta aqui, não quero que ele concorra à presidência, justamente por causa do bom trabalho que ele tem feito na Geórgia", confessou Michael Diaz, assistente jurídico de 22 anos.
O resultado dá um impulso maior ao Partido Democrata em sua tentativa de ganhar terreno desde o retorno de Trump à Casa Branca.
Durante a campanha, Jon Ossoff chamou a atenção da mídia, em parte, devido à forma como descreveu Trump durante um comício: "Ele dorme nas reuniões. Joga golfe e vende ações. Não quer fazer o trabalho (de presidente). Quer construir seu salão de baile e viajar com Natalie em seu palácio voador (...) oferecido pelo emir do Catar".
A frase acertou em cheio. O vídeo viralizou nas redes sociais e, de quebra, colocou sob os holofotes Natalie Harp, a onipresente, porém pouco conhecida, assessora de Donald Trump.
Além desse momento de repercussão midiática, seus apoiadores elogiam sua "autenticidade", sua "empatia" e sua capacidade de conseguir apoio para além das divisões partidárias.
"Quando ele fala, me lembra Barack Obama (...) ele é autêntico", afirma Mary, uma mulher negra na casa dos sessenta anos que participou da campanha de porta em porta.
A primeira vitória de Ossoff remonta a 2021, quando ele triunfou em uma disputa que, a princípio, era desfavorável, contra o senador republicano que buscava a reeleição.
Nascido em uma família judaica de Atlanta, Jon Ossoff tornou-se, então, o senador mais jovem daquele período legislativo, aos 33 anos.
Partial results of the US elections indicate a Democratic majority in the Senate (54 to 44) and the House (228 to 139). There are 2 seats left in the Senate and 68 in the Chamber for definition. Analysis points to cost of living and war in Iran as decisive factors.
Democrats maintain majority in the US Senate while advancing in the House. On other topics, police investigate double homicide and Anvisa approves new weight loss medication.
Democrats lead the Senate (54 to 44) and House (228 to 139) in the US elections. Highlights include the first Brazilian deputy elected in Florida and the first Muslim senator. At the same time, police are looking for a suspect in the murder of a woman and child.
Democrats secure a majority in the US Senate with 54 seats and lead in the House. Highlights include the first Brazilian elected deputy in Florida and the first Muslim US senator. At the same time, police search for ex-boyfriend after double homicide.

President Donald Trump and the Republican Party suffered a harsh defeat in the US midterm elections, losing control of Congress to Democrats after widespread popular rejection of their agenda.
Coverage of the midterm elections in the USA highlights the Democratic majority in the Senate, advances in the Chamber, statements by Trump, in addition to the election of the 1st Brazilian in Florida and the 1st Muslim senator.