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Jovem morre após pneumonia em Goiás, diz família — Foto: Reprodução/Instagram de Aghda Viana
A jovem Aghda Mendes Viana, de 24 anos, morreu após ser diagnosticada com pneumonia necrosante, segundo uma familiar que não quis ser identificado. Aghda morava em Anápolis, na região central de Goiás, e chegou a receber alta, mas teve piora significativa dias depois e faleceu.
A jovem morreu no dia nesta quarta-feira (8). Ao g1, a familiar contou que esse tipo de pneumonia é rara, extremamente grave e é causada por uma bactéria.
“A infecção provoca destruição (necrose) do tecido pulmonar, podendo evoluir com buracos no pulmão (cavitação), abscessos e insuficiência respiratória”, explicou.
De acordo com ela, Aghda recebeu alta após apresentar melhora clínica, mas voltou ao hospital dias depois. Ainda segundo a familiar, nenhum medicamento foi passado para a continuidade do tratamento.

Neste sábado (22), as nove cidades da Baixada Santista realizam o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, focada em crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação visa atualizar cadernetas de vacinação com diversos imunizantes disponíveis.

Cidades da região de Campinas (SP) promovem neste sábado (22) o 'Dia D' da Campanha Nacional de Multivacinação. A ação visa atualizar cadernetas de vacinação de menores de 15 anos, oferecendo diversos imunizantes em unidades de saúde e pontos extras.

Arthur Soares Nogueira, 24, está internado em estado grave na Sala Vermelha do Hospital São João de Deus após passar mal e sofrer convulsão durante treino de kickboxing em Divinópolis, Minas Gerais.

A Unidade Coronariana (UCO) de Macaé, inaugurada em julho de 2025, atendeu 160 pacientes em pouco mais de um ano com apenas um óbito registrado, oferecendo exames, procedimentos e suporte cardíaco especializado.

Campanha de vacinação para menores de 15 anos segue até 1º de setembro no Brasil. Ação visa atualizar cadernetas pendentes e traz como novidade a inclusão da vacina Pneumo 20 para crianças menores de 5 anos.
O surto de ebola na República Democrática do Congo fez 2.325 vítimas fatais e atingiu 4.945 casos, superando o registro do período 2018-2020 e tornando-se o mais mortal da história do país.