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BackJustiça nega pedido de soltura de suspeita de envolvimento na morte de Beatriz Vitória na Grande BH
Justiça nega pedido de soltura de suspeita de envolvimento na morte de Beatriz Vitória na Grande BH
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G13 hours agoCrime2 min readBrazilView translation

Justiça nega pedido de soltura de suspeita de envolvimento na morte de Beatriz Vitória na Grande BH

Carla e Samuel Castro Melo são investigados por feminicídio e ocultação de cadáver; defesa alegou falta de provas e coação policial.

Quick Look

  • O desembargador Guilherme de Azeredo Passos negou habeas corpus à defesa de Carla, investigada por feminicídio e ocultação de cadáver de Beatriz em Jaboticatubas.
  • A defesa alegou falta de provas e coação policial, mas o caso seguirá para análise do Ministério Público.

AI-generated summary

Why It Matters

Beatriz estava desaparecida desde 9 de outubro e seu corpo foi encontrado enterrado em Jaboticatubas.

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A decisão é do desembargador Guilherme de Azeredo Passos, relator do habeas corpus apresentado pela defesa de Carla. Ele negou o pedido mas o caso ainda será analisado pela Justiça.

Carla e Samuel Castro Melo são investigados por feminicídio e ocultação de cadáver. Beatriz estava desaparecida desde 9 de outubro e teve o corpo encontrado enterrado em uma área de mata no Loteamento Terra dos Portugueses, na zona rural de Jaboticatubas.

Segundo o boletim de ocorrência, Beatriz desapareceu após sair de um bar no bairro Bosque dos Coqueiros e entrar em um carro. Antes, ela disse aos amigos que voltaria em poucos minutos e, segundo a irmã, demonstrou nervosismo após receber uma ligação. A jovem chegou a retornar ao estabelecimento e contou que estava com medo porque havia uma mulher que não conhecia no veículo. Depois, saiu novamente e não foi mais vista.

No habeas corpus, a defesa alegou que a decisão que converteu a prisão em flagrante de Carla em preventiva não teria apresentado, de forma individualizada, elementos que justificassem a manutenção dela na prisão.

A defesa também afirmou que a investigação ainda está em andamento e que não há provas suficientes para apontar Carla como autora do crime. A defesa afirmou ainda que Carla é ré primária, tem residência fixa e vínculo formal de trabalho e argumentou que medidas cautelares alternativas à prisão seriam suficientes.

Outro ponto apresentado foi a alegação de que Carla teria sofrido coação física e moral durante a atuação policial, numa suposta tentativa de obter uma confissão.

Ao analisar o pedido, o desembargador entendeu que, neste momento, não há prova de um constrangimento ilegal que justifique a libertação imediata da investigada.

O desembargador pediu mais informações sobre o caso e determinou que o Ministério Público se manifeste antes da decisão definitiva sobre o pedido de liberdade.

Em nota, a defesa de Carla afirmou que respeita a decisão judicial, mas avalia os fundamentos e possíveis medidas jurídicas, e reforçou que a investigação deve ser criteriosa e imparcial, com respeito ao devido processo legal, à ampla defesa e à presunção de inocência.

Nas informações encaminhadas ao Tribunal de Justiça, o juiz Rodrigo Fernando Di Gioia Colosimo, da Vara Única de Jaboticatubas, defendeu os fundamentos que levaram à prisão preventiva de Carla e Samuel. Segundo o magistrado, a medida foi baseada na garantia da ordem pública, na conveniência da investigação e na aplicação da lei penal.

What to Watch

AI outlook — possibilities, not facts

  • Manifestação do Ministério Público sobre o caso

    Very likely · Within days

Open Questions

  • Qual será o parecer final do Ministério Público?
  • Quais medidas jurídicas a defesa adotará?

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This article was originally published by G1.

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