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Michelle Bolsonaro disputou sua primeira eleição para o Senado pelo Distrito Federal, após atuar como primeira-dama durante o governo de Jair Bolsonaro e se tornar líder do PL Mulher.
Michelle Bolsonaro é a senadora mais votada da história do DF e supera até votação de Celina ao governo
Michelle disputou sua primeira eleição; mandato vai até 2032. Ela é a primeira, entre as primeiras-damas do Brasil, a ser eleita.
Por Amanda Sales, g1 DF
Michelle Bolsonaro vota em Brasília neste domingo — Foto: REUTERS/Diego Herculano
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro foi eleita ao Senado pelo Distrito Federal neste domingo (4), com 932.875 votos, até a última atualização desta reportagem. O mandato vai até
Com o resultado, Michelle Bolsonaro se torna a senadora mais votada na história da capital e ultrapassa até o número de votos obtidos, até o momento, pela candidata à reeleição do governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP).
Desde a primeira prisão de Jair Bolsonaro, em 22 de novembro de 2025, Michelle passou a ter que dividir a agenda política com os cuidados do marido, que enfrenta diversos problemas de saúde.
O compromisso se tornou ainda mais intensivo desde 24 de março, quando Bolsonaro teve a prisão domiciliar humanitária autorizada. Desde então, Michelle é a única adulta autorizada a morar com Bolsonaro e cuidar das medicações e refeições do político.
Michelle é a primeira, entre as primeiras-damas da história do Brasil, a ser eleita para um mandato.
Histórico
Até a votação deste domingo, Cristovam Buarque era o senador mais votado pelo DF, quando foi eleito pelo PDT em 2010. À época, ele teve 833.480 votos.
Logo em seguida, aparece Reguffe com 826.576 votos, quando foi eleito em 2014.
De primeira-dama a líder da direita
Natural de Ceilândia, região administrativa mais populosa da capital federal, Michelle passou de uma primeira-dama discreta no início do governo Jair Bolsonaro, em 2019, para se tornar a principal voz feminina no PL.
Ao longo dos últimos anos, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) condenado e preso pela trama golpista e impedido de disputar eleições, Michelle chegou a ser cogitada como uma possível candidata à Presidência.
Após se engajar na campanha de Bolsonaro em 2022, em busca do voto feminino e evangélico, Michelle assumiu a presidência nacional do PL Mulher – divisão do partido voltada às mulheres filiadas.
Desde então, passou a se mobilizar pela participação de mulheres de direita na política. Antes, ainda como primeira-dama, se notabilizou pela defesa de causas sociais, como a das pessoas surdas e mudas.
Recentemente sua atuação na política interna do PL gerou desgastes com a articulação nacional do partido no Ceará, principalmente com seu enteado e candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Em junho, Michelle deixou a presidência do PL Mulher em razão de "tensões" decorrentes da prisão de Jair Bolsonaro e "alterações de saúde" e avaliou a saída do partido. Veja abaixo:
Biografia
Evangélica, Michelle Bolsonaro cresceu em família católica e se converteu ainda na adolescência. No Rio de Janeiro, ela frequenta a Igreja Batista Atitude, onde se dedicou a trabalhos sociais.
Antes disso, frequentou a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, do Pastor Silas Malafaia que celebrou o casamento com o então deputado Jair Messias Bolsonaro em 2013.
Sua relação com Jair Bolsonaro começou em 2007, na Câmara dos Deputados em Brasília, quando ela era secretária parlamentar.
Em pouco tempo, foi convidada a trabalhar com Bolsonaro na mesma função, mas em seu gabinete. Em 2008 foi exonerada após decisão do Supremo Tribunal Federal que proibiu o nepotismo na administração pública.
Durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, ela chegou a ser apontada como destinatária das joias, presenteadas pela Arábia Saudita, no inquérito sobre a suposta apropriação e venda ilegal de itens que faziam parte do acervo presidencial.
A Polícia Federal não indiciou Michelle, diante da ausência de provas de que ela tinha conhecimento sobre as negociações.
Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.
AI outlook — possibilities, not facts
Michelle Bolsonaro assumirá sua cadeira no Senado em fevereiro de 2027
Very likely · Within months
Michelle Bolsonaro continuará liderando a pauta de mulheres conservadoras no PL
Likely · Within years

The Superior Electoral Court (TSE) released a note denying a video that circulated on social media stating that the electoral cheat sheet distributed in Camaçari, Bahia, had not been produced by the Regional Electoral Court of Bahia (TRE-BA). According to the TSE, the material shown is the official electoral glue made available by TRE-BA for the 2026 Elections, it is blank and is distributed outside the electoral section, without connection to any party, which is in accordance with the procedure permitted by the Electoral Court.

In 2026, Helder Barbalho was elected senator for Pará after leaving the state government, where he was re-elected in 2022 with 69.40% of the votes. He began his political career as a councilor in Ananindeua and has already commanded three federal ministries. The election renewed 54 of the 81 seats in the Senate, with two senators per state and Federal District.

Elmano de Freitas (PT) was re-elected governor of Ceará with 54.02% of the valid votes, defeating Ciro Gomes (PSDB), who obtained 46.58%. The victory confirms his second term from January 2027, after a campaign marked by alliances with Lula and debates on security, health and jobs.
In Divinópolis, Cleitinho Azevedo obtained 72.76% of the votes for governor of Minas Gerais, followed by Patrus Ananias (PT) with 19.40%. Domingos Sávio (PL) led the Senate race with 33.33%, while Gleidson Azevedo (Republicans) and Eduardo Azevedo (PL) were the most voted for the Chamber of Deputies and Legislative Assembly, respectively.

Dr. Daniel Santos, from Podemos, was elected governor of Pará this Sunday (4) with 52.55% of the valid votes, defeating Hana Ghassan (MDB) who obtained 44.75%. The victory was confirmed around 9pm with 97.46% of the sections cleared.

Atibaia concluded the counting of the municipal elections at 8:44 pm this Sunday (4), with Flávio Bolsonaro (PL) winning the presidential contest with 60.21% of the votes and Tarcísio de Freitas (Republicans) elected governor with 72.71%, according to data from the TSE. Abstention was 20.95%.