Unidades beneficiarão agricultores familiares, trabalhadores rurais e famílias quilombolas em 12 municípios de três estados.
O governo federal autorizou a contratação de 716 unidades habitacionais do Minha Casa, Minha Vida Rural em 12 municípios do Maranhão, Piauí e Rio Grande do Sul, beneficiando agricultores, trabalhadores rurais e quilombolas.
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O Programa Minha Casa, Minha Vida Rural integra o Novo PAC e visa garantir moradia adequada para populações do campo.
O governo federal autorizou a contratação de 716 unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida Rural, que beneficiará agricultores familiares, trabalhadores rurais e famílias quilombolas de 12 municípios brasileiros.
As moradias integram o eixo Cidades Sustentáveis e Resilientes do Novo PAC [Programa de Aceleração do Crescimento], que reúne investimentos em habitação, saneamento, drenagem e mobilidade para melhorar a qualidade de vida da população. O programa amplia a presença em comunidades rurais, em que o acesso a uma moradia adequada se soma à permanência das famílias no território e à continuidade da produção agrícola.
As 15 propostas contempladas estão distribuídas em três estados. O Maranhão concentra a maior parte dos atendimentos, com 620 moradias, seguido pelo Piauí, com 50 unidades, e pelo Rio Grande do Sul, com 46 unidades habitacionais.
No Maranhão, serão beneficiados os municípios de Aldeias Altas, Caxias, Colinas, Dom Pedro, Matões, Mirador, Olho d’Água das Cunhas, Olinda Nova do Maranhão, Penalva e São João do Soter. No Piauí, a cidade contemplada é Coivaras e, no Rio Grande do Sul, Formigueiro.
O perfil das entidades responsáveis pelas propostas mostra o alcance social dos investimentos. As associações quilombolas de Caxias (MA), Colinas (MA) e Formigueiro (RS) respondem por 146 das moradias autorizadas. Sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras na agricultura familiar de Aldeias Altas, Dom Pedro, Penalva e Coivaras somam outras 300 unidades.
President of Paraguay defends himself in impeachment proceedings while Brazilians are experiencing financial drama and other notable events have repercussions.

Helen Jaine Gomes Borgens, from the quilombola community of Retiro in Simolândia, became the first quilombola approved in the competition for a career as a diplomat in Brazil. Graduated in International Relations from UFG, she celebrated her inauguration on social media.

The Amazonas Civil Police carried out a search and seizure warrant at the residence of former government candidate Professor Maria do Carmo, in Manaus, in an investigation into the manipulation of images of Omar Aziz's daughter.

Paraguay is facing a political crisis after the collapse of the Ueno bank, which left 3 million customers without access to deposits worth US$850 million. The opposition presented a request for impeachment against President Santiago Peña, shareholder of the controlling group until March 2025. The Chamber approved the process unanimously (78 votes), while Peña announced his resignation, which Congress did not accept. The Senate resumes the analysis this Friday (6).

Jon Ossoff, 39 years old, was re-elected senator from Georgia and stands out as a reference for the Democratic Party. The party, divided after the defeat to Trump in 2024, is betting on reducing the cost of living to win back rural, Latino, black and young voters. Zohran Mamdani, the Ugandan-born mayor of New York, cannot be president of the United States.

The Paraguayan Senate ignored President Santiago Peña's resignation request and began impeachment proceedings on Thursday night (5). The scandal at Grupo Vázquez's ueno bank left around 3 million customers without access to deposits worth approximately US$850 million. Peña must present his defense on Friday (6); 30 votes from the 45 senators are needed for conviction. If convicted, he will lose his mandate and lifetime position as senator, and vice-president Pedro Alliana will take over until August 2028.