Breaking
GLOBALHundreds of prisoners released early in England and Wales to ease overcrowdingTRCollapse in the mine in Soma, Manisa: 1 dead, 2 injuredDENetanyahu: Attacker on Flydubai flight was Islamist radicalizedFRUnited States: after the failed attempt on Christa Pike, the governor of Tennessee suspends the next executionsUSAces vs. Fever WNBA Playoffs Game 3: Preview, Predictions and How to WatchSEThe World Culture Museums propose the closure of two museums in StockholmUKGlobal bond market turmoil pushes UK and US borrowing costs to multi-decade highsARAmerican pressure on Europe to release diesel stocks amid a global supply crisisCNAt the end of the year, the Taoyuan election situation was calm, but the security situation was red. Military commentators: Zhongli and Taoyuan branches ranked first in the country in the number of casesDEDraft budget in France: austerity measures and wage freeze plannedGLOBALHundreds of prisoners released early in England and Wales to ease overcrowdingTRCollapse in the mine in Soma, Manisa: 1 dead, 2 injuredDENetanyahu: Attacker on Flydubai flight was Islamist radicalizedFRUnited States: after the failed attempt on Christa Pike, the governor of Tennessee suspends the next executionsUSAces vs. Fever WNBA Playoffs Game 3: Preview, Predictions and How to WatchSEThe World Culture Museums propose the closure of two museums in StockholmUKGlobal bond market turmoil pushes UK and US borrowing costs to multi-decade highsARAmerican pressure on Europe to release diesel stocks amid a global supply crisisCNAt the end of the year, the Taoyuan election situation was calm, but the security situation was red. Military commentators: Zhongli and Taoyuan branches ranked first in the country in the number of casesDEDraft budget in France: austerity measures and wage freeze planned
BackMPF e empresas firmam acordo de R$ 40 milhões por impacto ambiental na Riviera de São Lourenço
MPF e empresas firmam acordo de R$ 40 milhões por impacto ambiental na Riviera de São Lourenço
NEWS
G14 days agoLaw3 min readBrazilView translation

MPF e empresas firmam acordo de R$ 40 milhões por impacto ambiental na Riviera de São Lourenço

Termo encerra ação civil pública de dez anos e prevê compra de área para parque estadual e obras de infraestrutura em Bertioga (SP).

Quick Look

O Ministério Público Federal e empresas da Riviera de São Lourenço firmaram acordo de R$ 40 milhões em compensações ambientais e obras em Bertioga, encerrando ação judicial de dez anos.

AI-generated summary

Why It Matters

Uma ação civil pública tramitava havia dez anos para discutir questões ambientais e urbanísticas da implantação da Riviera de São Lourenço.

Font size

O Ministério Público Federal (MPF) e as empresas responsáveis pela Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral de São Paulo, firmaram um acordo que prevê cerca de R$ 40 milhões em compensações ambientais e obras de infraestrutura. O termo encerra uma ação civil pública que discutia questões ambientais e urbanísticas relacionadas à implantação do bairro.

Entre as medidas previstas está a compra de uma área de 48 hectares na Praia de Guaratuba, avaliada em R$ 26 milhões. O terreno será destinado à Fundação Florestal para incorporação ao Parque Estadual Restinga de Bertioga.

A ação foi movida pelo MPF com o objetivo de mitigar e compensar impactos ambientais apontados no processo em razão da implantação do empreendimento, especialmente nos Módulos 1 e 9 e na área prevista para uma marina. Entre os pontos questionados pelo órgão estavam a retirada de vegetação considerada irregular e intervenções em áreas de preservação permanente.

O termo de conciliação foi firmado entre o MPF, as empresas Companhia Fazenda Acaraú, Praias Paulistas e Sobloco Construtora, além da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Marinha do Brasil, Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Fundação Florestal e Prefeitura de Bertioga.

O termo de conciliação prevê cerca de R$ 40 milhões em contrapartidas ambientais e de infraestrutura na região de Bertioga, que serão custeadas pelas empresas, sem desembolso de recursos públicos. Confira. Confira abaixo as intervenções:

Aquisição de uma propriedade de 48 hectares na Praia de Guaratuba, avaliada em R$ 26 milhões, que será doada à Fundação Florestal para incorporação ao Parque Estadual Restinga de Bertioga;

Execução de um projeto de engenharia para a regularização do canal de Bertioga, estimado em R$ 8 milhões;

Construção de um prédio administrativo para a Capitania dos Portos, ao custo estimado de R$ 6 milhões, com o objetivo de ampliar a fiscalização marítima na região;

Construção de um ponto de apoio naval nas dependências de uma marina projetada na Riviera de São Lourenço.

O acordo foi construído no âmbito da Câmara de Mediação e de Conciliação da Administração Pública Federal (CCAF), da Advocacia-Geral da União (AGU). A homologação encerrou um processo que tramitava havia aproximadamente dez anos e substituiu a disputa judicial pelas obrigações previstas no termo.

O g1 procurou as empresas Companhia Fazenda Acaraú, Praias Paulistas e Sobloco Construtora para que se manifestassem sobre o acordo e os pontos discutidos na ação, mas não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem.

Em nota, a Fundação Florestal, vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), informou que a incorporação da área está prevista para ocorrer em até 180 dias úteis a partir da assinatura do acordo, na segunda-feira (21).

Segundo a Fundação, a propriedade possui vegetação nativa preservada, é contígua ao Parque Estadual Restinga de Bertioga e tem cerca de 600 metros de contato direto com a unidade de conservação. A área integra um importante corredor ecológico entre a faixa de praia e a Serra do Mar.

"A incorporação contribuirá para fortalecer a conectividade ecológica entre o Parque Estadual Restinga de Bertioga e o Parque Estadual da Serra do Mar, favorecendo a conservação da biodiversidade e ampliando a proteção de uma região estratégica", afirmou a Fundação Florestal.

A Riviera de São Lourenço é um bairro planejado de alto padrão localizado no km 212 da Rodovia Rio-Santos. Segundo a corretora Rose Braga, que trabalha com imóveis no bairro há 20 anos, há propriedades que chegam a R$ 60 milhões.

O empreendimento é dividido em 33 módulos, e a localização dentro do bairro é um dos fatores que influenciam o preço dos imóveis.

O bairro está situado no quilômetro 212 da Rodovia Rio-Santos. Conforme divulgado no site oficial da Riviera de São Lourenço, aproximadamente 60% do projeto já foi implantado, com a seguinte infraestrutura:

Escolas

Shopping

Restaurantes

Flats e hotéis

Hipermercado

Complexo tenístico

Clube hípico e de golfe

12 mil unidades habitacionais

Centro comercial e de serviços

Postos de abastecimento e serviços

Atendimento médico e odontológico

Além disso, a Riviera de São Lourenço tem a própria infraestrutura de saneamento básico, como sistemas de captação, tratamento e distribuição de água e coleta e tratamento de esgotos. O bairro também mantém, há mais de 20 anos, uma política ambiental, certificada pela Norma ISO 14001.

Open Questions

  • Qual será o posicionamento oficial detalhado das construtoras sobre o acordo?

Related Topics

This article was originally published by G1.

Related Stories

Court orders Porto Alegre to pay R$1.2 billion for damages from the 2024 flood
Developing·

Court orders Porto Alegre to pay R$1.2 billion for damages from the 2024 flood

The Rio Grande do Sul Court ordered the municipality of Porto Alegre to pay R$1.2 billion for collective damages resulting from the 2024 flood, due to failure to maintain the flood protection system and permissive occupation of risk areas. The resources will be allocated to climate adaptation actions in the capital, supervised by the TCE and the Municipal Council for Urban and Environmental Development. The right to individual compensation for material and moral damages was also recognized, to be defined in future processes.

G1
2 min read
More on this topicriviera de são lourenço