MPPA aponta participação em planejamento de crime contra policial penal
Quick Look
- O Ministério Público do Pará (MPPA) aponta participação no planejamento de um crime em julho de 2021, no bairro da Sacramenta, contra um policial penal.
- Quatro pessoas foram baleadas na ação, incluindo o agente, dois vizinhos e um dos atacantes.
- Dois executores já foram condenados a penas de 24 e 56 anos.
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Why It Matters
O Ministério Público do Pará (MPPA) aponta participação no planejamento de um crime ocorrido em julho de 2021, no bairro da Sacramenta. A vítima, Sebastião Pereira Ferreira, foi surpreendida por atiradores ao chegar em casa. Na ação, quatro pessoas foram baleadas, incluindo o agente penal, dois vizinhos e um dos envolvidos no ataque. O caso ocorreu em um período de forte tensão contra agentes penais em Belém.
O Ministério Público do Pará (MPPA) os aponta como participantes do planejamento do crime ocorrido em julho de 2021, no bairro da Sacramenta.
A vítima, Sebastião Pereira Ferreira, chegava em casa quando foi surpreendida pelos atiradores. Segundo o relato apresentado em plenário, o policial penal reagiu e disparou contra os suspeitos.
Na ação criminosa, quatro pessoas foram baleadas: o agente penal, dois vizinhos que estavam em frente às residências e um dos envolvidos no ataque. Ninguém morreu.
O homem atingido na troca de tiros foi identificado como Carlos Victor Ramos da Silva, que foi levado ao hospital e acabou preso. Ele foi condenado em outubro de 2021 a 24 anos de prisão, já como um dos executores.
Outro apontado como autor da ação, Luís Esteferson da Silva Monteiro, também já foi julgado e recebeu pena de 56 anos de prisão em abril deste ano. Há ainda um outro suspeito preso à espera de julgamento e outras cinco pessoas foragidas.
O caso aconteceu em um período de forte tensão contra agentes penais em Belém. Na época, a capital vivia uma sequência de ataques e, até a tentativa contra Sebastião, oito policiais penais já haviam sido mortos em apenas oito dias.
O policial penal sobreviveu, continua trabalhando e relatou em depoimento que precisou passar por cinco cirurgias por causa do tiro que atingiu a barriga.
Durante a audiência, também prestaram depoimento a própria vítima, a então investigadora (atualmente delegada) responsável pelo caso na época e o delegado que conduziu o caso.
Os réus respondem pela tentativa de assassinato de três pessoas, incluindo o policial penal e os dois vizinhos feridos no atentado.
Open Questions
- Quem são as cinco pessoas foragidas?
- Qual a motivação exata para o ataque ao policial penal?
- Qual o desfecho do julgamento do outro suspeito preso?






