Mulher de 62 anos, submetida a condições análogas à escravidão por 55 anos, permanece provisoriamente na residência dos empregadores
Vítima, sem salário mensal desde os 7 anos, deve receber apoio para reintegração social
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Uma mulher de 62 anos, explorada por 55 anos sem salário, permanecerá temporariamente na residência dos empregadores para apoio psicossocial antes de sua reintegração à sociedade.
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A mulher de 62 anos resgatada em condições análogas à escravidão em um condomínio de luxo na cidade de Eusébio, na região metropolitana de Fortaleza, deve continuar morando na casa dos empregadores provisoriamente até inserir-se ao "mundo externo" e reaver contato com a família. A informação é da Auditoria-Fiscal do Trabalho (AFT). A vítima servia à mesma família desde os sete anos de idade sem salário mensal. ... (restante do conteúdo do artigo)







