Mulher é resgatada de cárcere privado e estupro no Paraná
Quick Look
- Mulher de 35 anos foi resgatada em Ivaiporã, Paraná, após ser mantida em cárcere privado pelo ex-namorado.
- Ela relatou ter sido agredida e obrigada a ter relações sexuais.
- O homem, 36 anos, foi preso em flagrante.
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Why It Matters
Uma mulher foi resgatada de uma situação de cárcere privado e violência doméstica em Ivaiporã, Paraná. O pai da vítima acionou a polícia após ela parar de dar notícias.
Uma mulher, de 35 anos, foi resgatada de uma situação de cárcere privado nesta sexta-feira (26), em Ivaiporã, no Norte do Paraná.
Ela estava sendo mantida presa em casa pelo ex-namorado, de 36 anos.
Tudo foi descoberto depois que o pai da vítima acionou a Polícia Civil (PC-PR) para registrar um boletim de ocorrência pelo desaparecimento dela.
O g1 optou por não divulgar o nome do homem para preservar a vítima. Ele foi preso em flagrante pelos crimes de cárcere privado, estupro e lesão corporal, no contexto de violência doméstica.
Segundo a polícia, ele ainda não tem advogado. O g1 tenta localizar a defesa dele.
Segundo o delegado Erlon Ribeiro, o pai da vítima informou que a filha tinha saído de casa na tarde de quinta-feira (25) e parou de dar notícias à família. Ele também contou que ouviu de testemunhas que a filha tinha sido agredida pelo ex-namorado.
Homem de 36 anos foi preso em flagrante pelos crimes de cárcere privado, estupro e lesão corporal. — Foto: Polícia Civil (PC-PR)
Após diligências, a polícia encontrou a mulher na casa do homem. Ela disse que estava sendo proibida de sair de casa e era obrigada a ter relações sexuais com ele.
Segundo o delegado, a mulher contou que o homem bateu a cabeça dela contra a parede e foi ameaçada várias vezes.
"Diante do relato da vítima, foi feito o acolhimento inicial e posteriormente expedidas guias para os exames periciais pertinentes ao caso", disse o delegado.
Ribeiro informou que o homem prestou depoimento e negou as acusações. Ele permanece preso na cadeia pública de Ivaiporã.
Open Questions
- Qual a defesa do agressor?
- Haverá mais investigações?





