
Candidatos apresentam visões divergentes sobre o futuro do país e prioridades de governo
Flávio Bolsonaro destaca vitórias em colégios eleitorais e defende mudanças, enquanto Lula enfatiza o fortalecimento democrático e propostas para a educação no 2º turno das eleições brasileiras.
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O Brasil encontra-se no período de campanha para o 2º turno das eleições presidenciais. Os candidatos buscam consolidar apoios e apresentar suas plataformas de governo aos eleitores.
O programa eleitoral de Flávio Bolsonaro afirmou que uma mudança já está em curso no Brasil. "No 1º turno, o Brasil já decidiu, votou na mudança, e a mudança é muito maior do que eu. Vocês escolheram um novo Brasil. E agora, no 2º turno, o Brasil não está mais dividido", disse o candidato.
A campanha exibiu trechos de falas de Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (NOVO), que saíram derrotados do 1º turno e declararam apoio ao candidato do PL. Tarcísio de Freitas (Republicanos) também apareceu, afirmando que "São Paulo será decisivo para eleger" Flávio Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro destacou as vitórias que teve em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três maiores colégios eleitorais do país, e disse que a nova composição do Senado, com 28 cadeiras para o PL, vai "garantir que nós vamos poder mudar o Brasil".
O candidato do PL também afirmou que quer acabar com a reeleição e reforçou propostas para a segurança pública e economia. Sobre programas sociais, afirmou que programas como Farmácia Popular, Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família vão continuar caso seja eleito.
Lula, por sua vez, falou em "prosperidade" para os brasileiros, afirmando que "chegou chegando" ao 2º turno e que a etapa da campanha eleitoral é "uma nova eleição".
No programa do PT, as mudanças propostas por Flávio Bolsonaro são classificadas como retrocesso. O petista afirmou que quer "continuar mudando a história do Brasil para melhor".
"De um lado, [temos] o fortalecimento do regime democrático. Do outro lado, uma barbárie, em que não se respeitam valores, não se respeitam gêneros, não se respeitam diferenças, não se respeita democracia, não se respeita adversários", disse Lula.
No programa, Lula destacou a prioridade em propostas voltadas à educação, com a ampliação de universidades, institutos federais e a universalização do programa Pé-De-Meia. Ao final, afirmou que "uma avaliação errada custa caro", reforçando que o Brasil já o conhece.

The national secretary for Access to Justice, Sheila de Carvalho, asked the Federal Police to open an investigation to investigate death and rape threats against elected federal deputy Ana Elisa (PT-MG), which led to the deactivation of her social networks.

Senator Flávio Bolsonaro (PL) promised to transform Caixa Econômica Federal into a development bank for entrepreneurs on the periphery, if elected. He also criticized the Lula government's economic policy and the fuel tax cuts.

The Ministry of Justice asked the Federal Police to investigate death and rape threats against elected deputy Ana Elisa Santos Silva, who deactivated her account on X after intensified attacks.

Lula's campaign filed an Aije with the TSE against Flávio Bolsonaro, accusing him of abuse of economic power and irregular use of Pablo Marçal's networks and a cryptocurrency scheme for electoral propaganda.

Vice President JD Vance expressed uncertainty about the live broadcast of the execution of Nidal Hasan, convicted of the 2009 Fort Hood massacre. The Pentagon plans the shooting for December 3, drawing criticism from the UN over the public nature of the act.
Summary of recent headlines in Brazil covering the electoral clash between Lula and Flávio, the environmental crisis with fires in Manaus and statements by political figures about threats to the Judiciary and the international scenario.