Padrasto é investigado por tortura após agredir enteado de 1 ano e 6 meses em SC
Quick Look
- MPSC investiga se padrasto que agrediu enteado de 1 ano e 6 meses em Palhoça (SC) cometeu tortura.
- Imagens de agressão com celular e puxões de cabelo levaram à prisão preventiva do homem, indiciado por maus-tratos.
- Criança está em segurança.
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Why It Matters
O Ministério Público de Santa Catarina investiga um padrasto por suspeita de tortura contra o enteado de 1 ano e 6 meses. O caso tramita em segredo de justiça.
O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) investiga se as agressões do padrasto feitas ao enteado de 1 ano e 6 meses podem caracterizar crime de tortura. O órgão informou que vai avaliar os fatos e que, por enquanto, não serão divulgadas mais informações porque o caso tramita em segredo de justiça.
Na quarta-feira (1º), o padrasto passou por audiência de custódia. No procedimento, a Justiça converteu a prisão em flagrante dele em preventiva.
As agressões do padrasto ocorreram na terça (30) em Palhoça, na Grande Florianópolis, e foram filmadas por pessoas que passavam pelo local. As imagens mostram o homem batendo na cabeça do bebê com o celular e puxando o menino pelos cabelos.
A Polícia Civil declarou que já enviou o auto de prisão de flagrante ao MP. O padrasto foi indiciado por maus-tratos.
Padrasto é flagrado agredindo enteado com celular e puxão de cabelo em Palhoça, SC — Foto: Reprodução
Mãe ficou fora do carro por 15 minutos
As agressões aconteceram n, no bairro Jardim Eldorado. O Conselho Tutelar afirmou em nota que "a criança encontra-se em segurança, afastada do agressor".
A mãe do bebê, uma mulher de 19 anos, ficou fora do carro por cerca de 15 minutos. Ela está grávida de seis meses.
Ela trabalha com revenda de joias e tinha sido deixada pelo então companheiro no endereço para atender um cliente. Eles estavam em um relacionamento há pouco mais de um ano.
A mulher contou que ficou chocada quando viu as filmagens.
"Na hora que eu vi o vídeo, meu coração... eu só queria sair daquela situação, porque, para mim, parecia um pesadelo. Eu nunca tinha visto isso. Não tem justificativa para bater numa criança de 1 ano e 6 meses daquele jeito", disse a mãe.
Quem acionou a PM?
A Polícia Militar foi acionada por moradores que relataram as agressões. Testemunhas relataram à PM que o bebê ficou em choque. Os policiais viram marcas de ferimentos no rosto do menino.
A PM algemou o padrasto e o levou à delegacia. No local, foram apresentados vídeos às autoridades. Além disso, foram constatadas lesões aparentes na vítima.
Open Questions
- Qual a extensão das lesões da criança?
- Haverá outras consequências legais para a mãe?
- O que motivou as agressões?






