Professor de 60 anos é afastado por supostas condutas impróprias contra alunas
Quick Look
- Um professor de 60 anos foi afastado do cargo em Novo Alegre (TO) após investigação da Polícia Civil.
- Ele é suspeito de condutas impróprias e comentários sexuais contra pelo menos quatro alunas.
- A Justiça negou o pedido de prisão preventiva, mas determinou o afastamento e proibição de contato.
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Why It Matters
Um professor de 60 anos foi afastado de seu cargo após uma investigação da Polícia Civil em Novo Alegre, Tocantins, que aponta supostas condutas impróprias contra estudantes. A investigação identificou abordagens abusivas e comentários inadequados de natureza sexual.
O caso foi registrado no município de Novo Alegre — Foto: Google Streets
Um professor de 60 anos foi afastado do cargo nesta segunda-feira (1º), após uma investigação da Polícia Civil apontar supostas condutas impróprias contra estudantes em um colégio de Novo Alegre, no sudeste do estado. A decisão atende a um pedido da 106ª Delegacia de Polícia de Aurora do Tocantins.
De acordo com as investigações, a equipe policial identificou que pelo menos quatro alunas foram alvo de abordagens abusivas e incompatíveis com o ambiente escolar. Relatos colhidos durante a apuração apontam que o professor fazia comentários inadequados de natureza sexual e outras manifestações impróprias, causando constrangimento às vítimas.
O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com sua defesa.
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A Polícia Civil informou que o pedido de afastamento foi embasado em “elementos robustos” colhidos por meio de escutas especializadas e relatórios psicossociais. Ainda conforme a polícia, o objetivo da medida é interromper o contato do servidor público com as vítimas e com os demais estudantes.
Além do afastamento das funções, a Polícia Civil chegou a representar pela prisão preventiva do professor, por considerar que havia provas suficientes. No entanto, o pedido foi negado pela Justiça.
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Na decisão, o magistrado entendeu que o afastamento do cargo, somado à proibição de manter contato ou se aproximar das vítimas e de seus familiares, seria suficiente para o momento, mantendo a possibilidade de prisão caso as medidas cautelares sejam descumpridas.
O delegado responsável pelo caso, Lucas de Oliveira Rodrigues, destacou que a gravidade dos fatos e a vulnerabilidade das alunas exigiram uma resposta célere.
“A adoção de medidas como este afastamento é indispensável para preservar a integridade física e psicológica das alunas, garantindo que o ambiente escolar volte a ser um espaço seguro e livre de condutas criminosas dessa natureza”, afirmou o delegado.
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What to Watch
AI outlook — possibilities, not facts
O professor poderá ter a prisão preventiva decretada caso descumpra as medidas cautelares.
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Open Questions
- Quais foram as medidas cautelares específicas impostas à prisão negada?
- Haverá um processo disciplinar contra o professor?
- Qual a idade das alunas envolvidas?
- O professor tem histórico de condutas semelhantes?






