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Trump tem afirmado desde 2019 que os EUA deveriam comprar ou tomar posse da Groenlândia, território estrategicamente localizado e rico em minerais. Em 2021, a Groenlândia proibiu a mineração de urânio e toda futura exploração de petróleo em seu território. Um acordo de segurança assinado no mês passado permitiu que os EUA reforçassem sua presença militar na ilha, mas não concedeu direitos de mineração ou perfuração.
O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (14) que "uma exploração em grande escala de petróleo, gás e minerais" está prestes a começar na Groenlândia — uma declaração polêmica sobre um território que tem resistido aos seus esforços para controlá-lo e proibiu novas perfurações em busca de petróleo bruto.
Trump descreveu a ilha dinamarquesa do Ártico, administrada por um governo semiautônomo, como "nossa nova e bela Groenlândia". Ele divulgou mensagem nas redes sociais elogiando o que chamou de ganhos dos EUA, decorrentes de um acordo de segurança assinado em setembro.
O gabinete do primeiro-ministro da Groenlândia se recusou a comentar a declaração de Trump.
O Ministério das Relações Exteriores da Dinamarca e o Ministério de Recursos Minerais da Groenlândia não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.
A Groenlândia está envolvida em uma disputa com Trump, que vem afirmando desde 2019 que os EUA deveriam comprar ou tomar posse da ilha, estrategicamente localizada e rica em minerais, por razões de segurança. Em várias ocasiões, ele se recusou a descartar o uso da força.
Juntamente com a Dinamarca, os EUA e a Groenlândia chegaram a um acordo no mês passado para permitir que os Estados Unidos reforçassem sua presença militar na ilha — um acordo que parecia ter resolvido o impasse.
O acordo não concedeu quaisquer direitos de mineração ou perfuração.
"Uma exploração em grande escala de petróleo, gás e minerais está prestes a começar", escreveu Trump em postagem em sua plataforma Truth Social.
"Há especialistas que afirmam que a quantidade de petróleo facilmente acessível é muito maior do que a de praticamente qualquer outro território, em qualquer lugar do mundo", acrescentou ele, sem citar nenhum acordo específico ou projeto de desenvolvimento concreto.
A Groenlândia proibiu a mineração de urânio em seu território, bem como toda futura exploração de petróleo, em 2021.
O governo afirmou que está analisando se uma empresa do Texas, a Greenland Energy, pode utilizar licenças anteriores a essa proibição.
A empresa informou, em agosto deste ano, que tinha planos de perfurar em busca de petróleo em 2027 em uma bacia ainda não explorada na costa leste da Groenlândia, embora não tivesse licença própria para tal. A proprietária anterior, a Arco, investiu pesadamente em trabalhos sísmicos na década de 1970, mas nunca chegou a perfurar.
O consultor independente dinamarquês em política de segurança Jacob Kaarsbo disse que os comentários de Trump poderiam ser vistos como um sinal de que seu desejo de controlar a Groenlândia permanece inalterado.
"É extremamente perigoso considerar esse acordo entre o governo Trump e a Dinamarca como algo que tenha alterado as intenções de Trump", declarou.
O acordo de 10 páginas entre EUA, Dinamarca e Groenlândia abriu caminho para duas novas bases militares e para o sistema de defesa antimísseis "Domo de Ouro" de Trump, ao mesmo tempo em que reafirmou a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação.
"Qualquer ataque futuro aos Estados Unidos terá que passar pela Groenlândia, onde nossa Defesa derrubará rotineiramente drones, mísseis ou qualquer outra forma de arma ainda nem sequer concebida", disse Trump em postagem hoje.
"Isso nos dá tempo, localização e linha de visão como em nenhum outro lugar do mundo!", acrescentou.
AI outlook — possibilities, not facts
O governo da Groenlândia irá oficialmente negar ou questionar as alegações de Trump sobre início iminente de exploração de petróleo, gás e minerais.
Very likely · Within days
A Greenland Energy tentará utilizar licenças anteriores à proibição de 2021 para justificar planos de perfuração em 2027.
Likely · Within months
The UN General Assembly approved a political declaration to strengthen the response to future pandemics. With 153 votes in favor, the text seeks global cooperation, although impasses over sharing data and vaccines (Pandemic Agreement) remain pending.

Brazilian journalist Rogério Tomaz Jr. was prevented from entering Argentina on August 12 after landing in Buenos Aires. The immigration authorities canceled his permanent residence and banned his re-entry for five years, a decision that the professional and press entities classify as political retaliation.

The Hungarian Parliament approved the repeal of the law that prohibited mention of homosexuality and gender identity to minors. The measure, supported by Peter Magyar's Tisza party, signals a change in the country's LGBTQIA+ rights policy.
Brazilian journalist Rogério Tomaz Jr. had his permanent residence in Argentina canceled and was banned from re-entering the country for five years upon landing in Buenos Aires. He suspects political motivation due to recent clashes with supporters of the Milei government on social media, although immigration authorities based the decision on a 2025 decree that allows cancellation for non-compliance with residence conditions. Tomaz states that he continued traveling to Argentina and that, in 2026, he spent 36 days in the country. The DF Journalists Union and Fenaj repudiated the measure.
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Volodymyr Zelensky declared that Russia continues attacks on Ukrainian energy infrastructure, ignoring a supposed ceasefire announced by Donald Trump. The Kremlin did not confirm the agreement, while new bombings left people dead in Kharkiv.