
AI-generated summary
O papa Leão XIV, anteriormente conhecido como cardeal Robert Prevost, tem histórico de críticas às políticas migratórias de Donald Trump, incluindo preocupações com deportações em massa e tratamento de imigrantes nos EUA. Apesar disso, Trump manifestou desejo de recuperação ao pontífice após seu diagnóstico de câncer.
Papa Leão XIV e Donald Trump — Foto: Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (14) que espera que o papa Leão XIV se recupere rapidamente. O pontífice foi diagnosticado com câncer de pulmão.
"Quero ver o papa Leão ficar bem", afirmou Trump a jornalistas. "Só quero desejar melhoras a ele e que se recupere logo."
O diagnóstico foi confirmado pelo Vaticano na terça-feira (13), após exames realizados durante uma cirurgia para retirada de um nódulo no pulmão direito de Leão.
Os médicos identificaram um adenocarcinoma pulmonar, um dos tipos mais comuns de câncer de pulmão. Segundo a Santa Sé, a operação durou cerca de 90 minutos, ocorreu sem complicações e removeu a parte afetada do órgão.
Leão XIV, de 71 anos, permanece internado no Hospital Gemelli, em Roma, conhecido como o "hospital dos papas". De acordo com boletins divulgados pelo Vaticano, o líder da Igreja Católica passou bem a primeira noite após a cirurgia e teve todos os compromissos oficiais cancelados até pelo menos 20 de outubro, enquanto segue em recuperação.
A mensagem de Trump ocorre apesar do histórico de divergências entre o republicano e o papa. Antes mesmo de assumir o comando da Igreja Católica, o então cardeal Robert Prevost compartilhava críticas às políticas migratórias defendidas por Trump. Ao longo dos anos, ele manifestou preocupação com deportações em massa e com o tratamento dado a imigrantes nos Estados Unidos.
Já como papa, Leão XIV manteve as críticas à política migratória do governo americano, chegando a pedir uma "reflexão profunda" sobre o tratamento dispensado aos migrantes e classificando algumas medidas da gestão Trump como desumanas.
AI outlook — possibilities, not facts
O papa Leão XIV terá seus compromissos oficiais cancelados até pelo menos 20 de outubro enquanto se recupera.
Very likely · Within weeks

United States President Donald Trump expressed hope that Pope Leo XIV will recover quickly after being diagnosed with lung adenocarcinoma, confirmed by the Vatican after surgery to remove a nodule in his right lung. The 71-year-old pontiff remains hospitalized at the Gemelli Hospital in Rome, with official commitments canceled until at least October 20. Despite historic differences over immigration policy, Trump wished the leader of the Catholic Church well.

Turkish police took control of the headquarters of Halk TV, the main private broadcaster opposing President Erdogan, and detained 11 employees this Wednesday (14), as part of an investigation into corruption, bid fraud and money laundering. The operation takes place two days before the start of the defense of Ekrem Imamoglu, mayor of Istanbul and Erdogan's political rival, and is part of a government campaign against critical media outlets and entities defending LGBTQIA+ rights.
US President Donald Trump has declared that large-scale exploration for oil, gas and minerals is about to begin in Greenland, despite the territory banning new oil drilling in 2021 and resisting US efforts to control it. He praised a security agreement signed in September that bolsters the American military presence on the island, although the agreement does not grant mining rights. The Greenlandic government and the Danish Foreign Ministry did not comment on the statements.
The UN General Assembly approved a political declaration to strengthen the response to future pandemics. With 153 votes in favor, the text seeks global cooperation, although impasses over sharing data and vaccines (Pandemic Agreement) remain pending.

Brazilian journalist Rogério Tomaz Jr. was prevented from entering Argentina on August 12 after landing in Buenos Aires. The immigration authorities canceled his permanent residence and banned his re-entry for five years, a decision that the professional and press entities classify as political retaliation.

The Hungarian Parliament approved the repeal of the law that prohibited mention of homosexuality and gender identity to minors. The measure, supported by Peter Magyar's Tisza party, signals a change in the country's LGBTQIA+ rights policy.