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Copa do Mundo 2026: DF altera horários de órgãos públicos, comércio e transporte
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Politics·2d agoAI summary

Copa do Mundo 2026: DF altera horários de órgãos públicos, comércio e transporte

O Distrito Federal ajustará horários de funcionamento de órgãos públicos, comércio e transporte para os jogos do Brasil na Copa do Mundo de 2026. Servidores públicos distritais e federais poderão encerrar o expediente três horas antes das partidas, com compensação posterior das horas. O comércio terá liberação antecipada, com regras variando conforme a fase da competição.

G
G1
Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu
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World·4/28/2026AI summary

Brasileira e marido libanês morrem em ataque israelense no sul do Líbano; filho de 11 anos também morreu

Uma brasileira e seu marido libanês foram mortos em ataque israelense no sul do Líbano no último domingo (26), junto com um de seus dois filhos de 11 anos. A família havia vivido 12 anos no Brasil, em Foz do Iguaçu (PR), e retornado ao Líbano buscando uma vida mais estável. O outro filho do casal sobreviveu e foi hospitalizado. O Ministério das Relações Exteriores do Brasil confirmou a morte. O Líbano registra mais de 2.500 vítimas dos ataques israelenses, a maioria civis.

A
Agência Brasil Internacional
Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano
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World·4/28/2026AI summary

Família brasileiro-libanesa é assassinada por bombardeio de Israel no Sul do Líbano

Uma família brasileiro-libanesa foi morta em bombardeio israelense em Bint Jbel, no Sul do Líbano. Morreram a brasileira Manal Jaafar (47 anos), o filho Ali Ghassan Nader (11 anos) e o marido libanês Ghassan Nader (57 anos). A família havia fugido no início do conflito em março e voltou após o cessar-fogo de 16 de abril para pegar pertences. O ataque occurred no domingo (26), quando eles chegavam à residência. Outro filho de 21 anos ficou ferido mas recebeu alta. O Brasil condenou os ataques durante a vigência do cessar-fogo.

A
Agência Brasil Internacional
Duas brasileiras mortas em ataque israelense no Sul do Líbano, confirma Itamaraty
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World·4/28/2026AI summary

Duas brasileiras mortas em ataque israelense no Sul do Líbano, confirma Itamaraty

Duas brasileiras — uma mulher e sua filha de 11 anos — morreram em ataque das forças israelenses em Bint Jeil, no Sul do Líbano, no domingo (26). O Itamaraty confirmou a informação na segunda (27). O pai da menina, de nacionalidade libanesa, também morreu. Outro filho do casal, brasileiro, foi hospitalizado. O ataque é tratado como violação do cessar-fogo anunciado em 16 de abril.

A
Agência Brasil Internacional
Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra
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4/19/2026

Israel atacou 129 unidades de saúde no Líbano em 45 dias de guerra

Os bombardeios de Israel contra o Líbano danificaram 129 unidades de saúde libanesas, com 100 profissionais de saúde assassinados e 233 feridos. O Ministério da Saúde do país ainda informou que 116 ambulâncias foram bombardeadas e seis hospitais precisaram ser fechados. “Esses incidentes constituem uma grave violação do direito internacional humanitário e comprometem seriamente o acesso da população aos serviços de saúde”, diz comunicado do escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) de Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) no Líbano. Notícias relacionadas:Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano.Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias.Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência.O ataque contra infraestruturas civis e de saúde é considerado crime de guerra. Israel vinha ameaçando unidades de saúde alegando que elas eram usadas pelo Hezbollah. Organizações de direitos humanos questionam as acusações.  Um aviso para evacuar dois hospitais em Beirute preocupou a Organização Mundial de Saúde (OMS).   Uma das 116 ambulâncias destruídas por ataques israelenses - Foto: Defesa Civil do Líbano  Os 45 dias de conflitos tiraram a vida de 2.294 pessoas e deixou outros 7,5 mil feridos, sendo, pelo menos, 177 crianças mortas e 704 feridas, segundo cálculos provisórios do Ministério da Saúde libanês divulgados nesta sexta-feira (17). >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Estima-se ainda que, pelo menos, sete jornalistas foram alvos de ataques israelenses nessa fase da guerra no Líbano.  O Conselho Nacional de Pesquisa Científica do Líbano (CNRS) calculou que 37,8 mil unidades habitacionais foram destruídas até o dia 12 de abril, quatro dias antes do cessar-fogo. A maior parte da destruição foi nos subúrbios da capital, Beirute. “Isso representa aproximadamente 16% do total dos danos registrados durante as fases anteriores da guerra. Esses números destacam uma rápida intensificação da destruição, com uma proporção significativa dos danos cumulativos da guerra ocorrendo em um período muito curto”, diz o CNRS.    No primeiro dia do cessar-fogo no Irã, Israel lançou um ataque massivo com o Líbano, em especial contra os subúrbios densamente povoados e áreas centrais da capital, causando a morte de mais de 300 pessoas em cerca de 10 minutos de bombardeios.   O jornalista e especialista em geopolítica Anwar Assi, que conhece as regiões bombardeadas em Beirute, destacou à Agência Brasil que são áreas civis. “Essa área é 100% civil. Mesmo os escritórios do Hezbollah são escritórios civis. Ou seja, pela lei internacional, não podem ser atacados. O subúrbio de Beirute não é uma área militarizada. Não tinha porquê bombardear aquelas áreas”, afirmou. Com família no Líbano, Assi disse que as alegações de Israel de que tinham foguetes naquela região não são verdadeiras. “Isso dá para ver pelos prédios destruídos, que lá não tinha foguete. O único motivo dos ataques foi para forçar o deslocamento dos moradores e criar uma pressão em cima da sociedade libanesa”, afirmou. Mais de 1,2 milhão de pessoas foram deslocadas em decorrência de ordens de deslocamento em massa que abrangem cerca de 15% do país, segundo dados do Ocha.   Para o especialista, o objetivo de Tel Aviv é criar milhares de deslocados que venham se voltar contra o Hezbollah.  “Mas isso não está acontecendo, a maioria apoia a resistência. Mesmo os críticos do Hezbollah têm rejeitado uma guerra civil contra o grupo”, acrescentou. O presidente do Parlamento libanês, Nabih Berri, reafirmou nesta sexta-feira que a unidade nacional e a paz civil são "uma linha vermelha" que não deve ser cruzada sob nenhuma circunstância, alertando que miná-las serve aos objetivos de Israel, segundo a Agência Nacional de Notícias do país. Israel alega que ataca infraestrutura militar do Hezbollah, acusando ainda o grupo de usar infraestrutura civil para fins militares, o que é negado pela organização xiita.  Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litano, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao sul do resto do país - Foto: Defesa Civil do Líbano  Sul do Líbano O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirma que a operação no sul do Líbano busca criar uma zona despovoada até o Rio Litani, a cerca de 30 quilômetros da fronteira entre os dois países.  Na quinta-feira (16), Netanyahu informou que estava tentando tomar a cidade de Bent Jbeil, de 30 mil habitantes. Em março, o ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que não permitiram que as milhares de pessoas que fugiram do sul do Líbano retornassem às suas casas ao sul do Rio Litani.  O deslocamento forçado de população civil é considerado outro crime de guerra. No último dia antes do cessar-fogo, Israel bombardeou a última ponte que restava sobre o Rio Litani, a Ponte de Qasmiyeh, isolando a região ao sul do resto do país e impedindo a conexão entre as cidades de Tiro e Sidon. Em resposta, foi construída uma ponte provisória para permitir o retorno dos moradores. Hussein Melhem e família se deslocou para a região metropolitana de Beirute e não sabe ainda quando poderá voltar para Tiro - Foto: Hussein Melhem/Arquivo Pessoal O libanês-brasileiro Hussein Melhem, de 45 anos, morava com a família na cidade de Tiro (ou Tyre) até a recente fase da guerra começar no dia 2 de março. Ele se deslocou para a região metropolitana de Beirute e não sabe ainda quando poderá voltar para Tiro.   “Quero voltar esta semana, mas tem que diminuir a fila um pouco porque está uma luta para voltar ao sul, tem muita gente”, disse, acrescentando que não está seguro de que a trégua possa durar.  “É preciso aguardar os próximos desdobramentos”. O especialista em geopolítica Anwar Assi afirmou à Agência Brasil que as ações de Israel no sul do Líbano configuram uma limpeza étnica para expulsar os moradores da região e tomar esses territórios. “O objetivo principal da guerra é a expulsão das pessoas do sul do Líbano. Por isso que eles destruíram escolas, hospitais, prédios do governo e todas as unidades que poderiam dar suporte ao retorno dos civis. Eles destruíram justamente para que essas pessoas que retornassem às suas cidades não encontrassem nenhum tipo de apoio”, destacou Assi.

A
Agência Brasil Internacional
Prazo da guerra de Trump sem aval do Congresso termina em 1º de maio
World
4/19/2026

Prazo da guerra de Trump sem aval do Congresso termina em 1º de maio

A legislação dos Estados Unidos (EUA) limita a 60 dias o prazo para finalizar uma guerra sem autorização formal do Congresso do país. O prazo da guerra que Donald Trump iniciou contra o Irã terminaria no próximo dia 1º de maio. Entretanto, a legislação permite prorrogar o conflito por mais 30 dias. “Esse período de 60 dias será prorrogado por no máximo mais 30 dias, se o Presidente determinar e certificar ao Congresso por escrito que a necessidade militar inevitável em relação à segurança das Forças Armadas dos EUA exige o uso contínuo de tais forças armadas no curso da retirada imediata de tais forças”, diz a Resolução dos Poderes de Guerra dos EUA, de 1973.  Notícias relacionadas:Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".Iranianos ameaçam bloquear comércio marítimo após cerco naval dos EUA.EUA detalham limites do bloqueio de Ormuz; dois navios dão meia-volta.O professor de história e política da Universidade de Denver, dos EUA, o brasileiro Rafael R. Ioris, explicou à Agência Brasil que, historicamente, a Casa Branca sempre consegue justificar o direito de ações militares sem aval do Congresso. Entretanto, ele acredita que, dessa vez, vai depender de como se desenrolem os acontecimentos no Oriente Médio nas próximas semanas.   “O Executivo poder tomar medidas militares unilaterais é uma recorrência no sistema político norte-americano há muito tempo, especialmente desde a Guerra Fria. Sempre há uma maneira de se justificar, de criar uma outra medida emergencial”, argumentou.  Democratas já tentaram, sem sucesso, aprovar quatro resoluções no Parlamento para barrar a guerra de Trump, que consideram ilegal, por não ter tido aprovação do Congresso, nem ter comprovado um “risco iminente” contra a segurança dos EUA. Essa possibilidade permitiria iniciar uma guerra sem aval dos congressistas. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O chefe do antiterrorismo do governo Trump, Joe Kent, chegou a renunciar ao cargo por discordar da tese de ameaça iminente do Irã contra Washington.   Nessa quarta-feira (15), após um recesso parlamentar de duas semanas, foi apresentada nova resolução para barrar a guerra no Irã, mas o texto foi derrotado no Senado por 52 votos a 47, com um democrata votando a favor da guerra e um republicano votando contra Trump.  “Esses covardes tiveram quatro chances de parar esse caos no Oriente Médio. E eles colocaram o ego de Trump acima da América”, afirmou a senadora democrata Tammy Duckworth, autora da proposta de resolução. Apesar do partido de Trump seguir blindando o presidente no Parlamento, alguns senadores republicanos manifestaram insatisfação com a continuação da guerra que vem elevando o preço dos combustíveis nos EUA e é rejeitada por cerca de 60% dos estadunidenses, segundos pesquisas de opinião. O senador republicano Mike Rounds, da Dakota do Sul, disse que, se o presidente quiser prorrogar o prazo da guerra por mais 30 dias, os representantes da Casa Branca deveriam “vir até nós e nos dar uma descrição completa da situação, apresentando os argumentos e o plano”, segundo informou o jornal New York Times.   A oposição também tem tentado afastar o presidente Trump do cargo evocando a 25ª emenda da Constituição dos EUA, que permite declarar o presidente como “inapto” para exercer suas funções. A medida teria que ter o apoio do vice-presidente DJ Vance. A possibilidade ganhou força após as ameaças de Donald Trump de cometer um genocídio contra o povo iraniano.  O presidente dos EUA ainda enfrenta protestos crescentes contra a guerra e sua política imigratória, chamadas de “Não ao Rei”. Estima-se que milhões de norte-americanos foram às ruas no final do mês passado, o que tem sido considerada a maior manifestação da história dos EUA. O professor Rafael R. Ioris avalia que existe uma preocupação sobre a guerra no Irã na população, e em parte dos republicanos, devido ao custo econômico da guerra e ao fato de que parte dos norte-americanos não entende os motivos do conflito.   “[A guerra] é uma coisa que está preocupando os republicanos. Agora, tudo vai depender muito do que aconteça nas próximas semanas. Se Trump conseguir vender que fez um acordo, acho que as coisas voltam mais ou menos a uma normalidade”, avalia.  Por outro lado, o especialista pondera que a base trumpista é muito aguerrida e segue majoritariamente dando apoio político ao Trump.  “As sondagens de apoio demonstram isso. O desastre militar no Irã teria que ser muito maior do que foi até agora para desgastar mais o Trump. A questão da inflação teria que ser muito maior do que foi até agora”, completou Ioris. Impasse nas negociações O Paquistão lidera as tentativas de negociação para por fim ao conflito - Reuters/Asim Hafeez/Proibida reprodução Enquanto Trump enfrenta dificuldades internas nos EUA, continuam travadas as negociações durante o frágil cessar-fogo de duas semanas, marcadas para terminar na noite da próxima terça-feira (21). O Irã tem exigido um cessar-fogo também no Líbano, onde Israel segue lançando ataques massivos contra o Sul do país e a capital Beirute, na tentativa de ocupar parte do território do pais vizinho. Por outro lado, os EUA ameaçam os navios que vão para os portos iranianos para tentar impor suas condições às negociações com Teerã. Nesta quarta-feira (15), o Conselho de Segurança da Federação Russa publicou comunicado afirmando que as negociações de paz podem ser usadas pelos EUA e Israel para preparar uma operação terrestre contra o Irã. “Os Estados Unidos e Israel podem usar as negociações de paz para se preparar para uma operação terrestre contra o Irã, enquanto o Pentágono continua a construir o grupo de forças dos EUA na região”, disse o Conselho russo, segundo informou a Interfax, agência de notícias local.  Analistas em geopolítica consultados pela Agência Brasil avaliam que o cessar-fogo entre Irã e EUA sugere que a medida é uma pausa operacional para reposicionamento das forças estadunidenses para nova ofensiva.  A agência iraniana Tasnim News informou que os negociadores do país dão como improvável um acordo que possa produzir resultados na próxima rodada de negociações articuladas pelo governo do Paquistão. “Enquanto o mediador paquistanês está tentando organizar uma segunda rodada de negociações, o Irã afirmou que, sem completar as preliminares necessárias e chegar a um quadro adequado, tais negociações seriam improdutivas”, diz um das agências semioficiais de Teerã.    

A
Agência Brasil Internacional