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ترامب يلمح لدعم نتنياهو لكنه ينتظر المنافسين.. واستطلاع يكشف استياء إسرائيليًا من الاتفاق الأمريكي الإيراني
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Politics·1d agoAI summary

ترامب يلمح لدعم نتنياهو لكنه ينتظر المنافسين.. واستطلاع يكشف استياء إسرائيليًا من الاتفاق الأمريكي الإيراني

استطلاع رأي إسرائيلي يكشف استياءً عميقًا من الاتفاق الأمريكي الإيراني وسلوك نتنياهو، مع تراجع الثقة بترامب. ترامب يلمح لدعم نتنياهو في الانتخابات لكنه ينتظر رؤية المنافسين.

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RT عربي
التحالف الأمريكي الإسرائيلي ضد إيران يبلغ أدنى مستوياته
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Politics·6/13/2026AI summary

التحالف الأمريكي الإسرائيلي ضد إيران يبلغ أدنى مستوياته

بلغ التحالف الأمريكي الإسرائيلي ضد إيران أدنى مستوياته بعد 100 يوم من العمل المشترك، حيث أمر ترامب إسرائيل بعدم الرد على هجوم صاروخي إيراني، مما وضع نتنياهو أمام خيار صعب بين تحدي ترامب أو إضعاف قدرة إسرائيل على الردع.

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RT عربي
ترامب يهاجم نتنياهو بشدة ويصفه بـ "المجنون" ويطالب بوقف إطلاق النار
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World·6/4/2026AI summary

ترامب يهاجم نتنياهو بشدة ويصفه بـ "المجنون" ويطالب بوقف إطلاق النار

كشف تقرير لموقع أكسيوس عن هجوم عنيف شنه الرئيس الأمريكي السابق دونالد ترامب على رئيس الوزراء الإسرائيلي بنيامين نتنياهو خلال مكالمة هاتفية، وصفه فيه بـ "المجنون" واتهمه بالجحود، وطالبه بالموافقة على وقف إطلاق النار مع حزب الله.

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RT عربي
Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência
World
4/19/2026

Irã e Hezbollah atribuem cessar-fogo à união do Eixo da Resistência

O governo iraniano e o grupo político-militar Hezbollah atribuíram o cessar-fogo no Líbano à união e capacidade de combate do Eixo da Resistência, formado por grupos que se opõem à política de Israel e dos Estados Unidos (EUA) no Oriente Médio. O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, vem tentado capitalizar o cessar-fogo como resultado de ação da Casa Branca. Por outro lado, a trégua no Líbano era uma das exigências de Teerã para as negociações com Washington. Após o fim das batalhas, o Irã anunciou a abertura do Estreito de Ormuz para barcos comerciais.  Notícias relacionadas:Irã anuncia abertura de Ormuz depois de cessar-fogo no Líbano.Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias.Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".Em comunicado, o partido-milícia Hezbollah afirmou que fez 2.184 operações militares em 45 dias de batalhas contra o exército israelense, em uma média de 49 operações por dia. Os ataques visaram as forças de ocupação de Israel dentro do território libanês, além de locais, quartéis e bases militares dentro de Israel e dos territórios palestinos ocupados em até 160 quilômetros após a fronteira. “Nossa mão permanecerá no gatilho em antecipação a qualquer violação ou traição pelo inimigo, enfatizando a adesão à opção de confronto e continuar a defender o país, e permanecer no pacto até o último suspiro", diz comunicado divulgado pela TV Al-Manar, ligada ao Hezbollah. O chefe do Parlamento iraniano, Mohammed B. Ghalibaf, responsável pela delegação do Irã que negocia com os EUA, disse que o cessar-fogo é resultado da Resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência. “A Resistência e o Irã são uma só entidade, seja na guerra ou no cessar-fogo. Cabe à América recuar do erro de ‘Israel em primeiro lugar’. O cessar-fogo não foi senão resultado da resistência do Hezbollah e da união do Eixo da Resistência; e lidaremos com este cessar-fogo com cautela, e permaneceremos juntos até a verificação completa da vitória”, disse em uma rede social. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Ismail Baghaei, argumentou que o cessar-fogo foi fruto direto dos esforços diplomáticos ​​de Teerã. “Desde o início das negociações com várias partes regionais e internacionais, incluindo as negociações em Islamabad, a República Islâmica do Irã tem consistentemente enfatizado a necessidade imperativa de um cessar-fogo simultâneo em toda a região, inclusive no Líbano”, afirmou Baghaei. Israel O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu vinha anunciando que ocuparia o Sul do Líbano até o Rio Litani, a 30 quilômetros da fronteira entre os dois países. No dia anterior ao anúncio do cessar-fogo, Netanyahu disse que deu instruções para continuar com a guerra para tomar a cidade de Bent Jbel. Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam "com surpresa" a notícia do cessar-fogo. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo a pedido de Trump. A oposição a Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” a Israel. Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo. Entenda A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.  Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano. Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinato do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei.   No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão. O Irã vinha exigindo que o Líbano fosse abarcado pelo cessar-fogo para dar continuidade às negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias. História O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

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Agência Brasil Internacional
Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias
World
4/19/2026

Trump anuncia cessar-fogo entre Israel e Líbano por dez dias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta quinta-feira (16), que costurou um acordo de cessar-fogo entre Líbano e Israel de dez dias a partir da noite de hoje. A trégua era uma das exigências do Irã para continuidade das negociações com os EUA. Notícias relacionadas:Lula afirma que mundo não dá direito a Trump ameaçar um país.Prazo da guerra de Trump sem aval do Congresso termina em 1º de maio.Papa Leão XIV critica mundo "devastado por tiranos".O parlamentar do Hezbollah, Ibrahim al-Musawi, disse à agência francesa AFP que o grupo respeitará o acordo se os ataques israelenses cessarem. O governo em Tel Aviv não se manifestou. “Acabei de ter excelentes conversas com o altamente respeitado presidente Joseph Aoun, do Líbano, e com o primeiro-ministro Bibi [Benjamin] Netanyahu, de Israel. Esses dois líderes concordaram que, para alcançar a paz entre seus países, iniciarão formalmente um cessar-fogo de 10 dias às 17h [horário de Brasília]”, disse Trump em uma rede social. Ainda segundo o chefe da Casa Branca, “ambos os lados querem ver a paz, e acredito que isso acontecerá, em breve!”. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Apesar do anúncio envolver o governo libanês, ele não tem poder sobre o grupo Hezbollah, que funciona como espécie de partido-milícia ligado ao Eixo da Resistência, formados por grupos que se opõem às políticas dos EUA e de Israel no Oriente Médio, entre eles, o Irã.  O presidente do Líbano, Joseph Aoun, informou, em comunicado, que agradeceu Trump pelos esforços para se chegar a um cessar fogo no Líbano e garantir a paz permanente “para alcançar o processo de paz na região e desejou que ele continuasse esses esforços para um cessar-fogo o mais rápido possível”. Nas redes sociais, o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, saudou o anúncio de Trump. “Acolho com satisfação o anúncio do cessar-fogo proclamado pelo presidente Trump, que constitui uma reivindicação libanesa central pela qual nos empenhamos desde o primeiro dia da guerra e que foi o nosso objetivo primordial no encontro de Washington na terça-feira”, disse. Representantes de Tel-Aviv e do Líbano se reuniram em Washington nesta semana pela primeira vez desde 1983, ano em que Israel invadiu o Líbano pela primeira vez. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu não se manifestou sobre o suposto acordo. Segundo o jornal israelense The Times of Israel, os ministros do gabinete do governo receberam "com surpresa" a notícia. Netanyahu teria informado que concordou com o cessar-fogo à pedido do Trump. A oposição à Netanyahu criticou o cessar-fogo “imposto” à Israel. Outro portal de notícias de Israel, o Ynet, informou que um oficial militar do país disse que as tropas continuariam no território libanês, apesar do cessar-fogo. Confira os destaques sobre o noticiário internacional no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Entenda A atual fase da guerra que envolve Israel e Líbano teve início em outubro de 2023, quando o Hezbollah inicia ataques contra o norte de Israel em solidariedade ao povo palestino, diante dos massacres na Faixa de Gaza.  Em novembro de 2024, foi costurado um acordo de cessar-fogo entre o grupo político militar xiita e Tel Aviv. Porém, tal acordo nunca foi respeitado por Israel, que continuava realizando ataques no Líbano. Com o início da agressão contra o Irã, em 28 de fevereiro, o Hezbollah voltou a atacar Israel em resposta às violações sistemáticas do cessar-fogo nos últimos meses e também em retaliação ao assassinado do líder Supremo do Irã, Ali Khamenei. No dia 8 de abril, é anunciado o cessar-fogo da guerra no Irã, mas Israel continua com ataques no Líbano, desrespeitando novamente o acordo, dessa vez, costurado pelo Paquistão. O Irã vinha exigindo que o Líbano entrasse no cessar-fogo para continuar as negociações com os EUA, com a segunda rodada de conversas prevista para os próximos dias. História O conflito entre Israel e o Hezbollah remonta à década de 1980, quando a milícia xiita foi criada em reação à invasão e ocupação de Israel no Líbano para perseguição dos grupos palestinos que buscavam refúgio no país vizinho. Em 2000, o Hezbollah conseguiu expulsar os israelenses do país. Ao longo dos anos, o grupo se torna um partido político com assentos no Parlamento e participação nos governos. O Líbano ainda foi atacado pelo governo de Israel em 2006, 2009 e 2011.

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Agência Brasil Internacional