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GeriFilha é condenada por tentar matar a mãe com veneno em hospital
Filha é condenada por tentar matar a mãe com veneno em hospital
Gelişiyor
G126.06.2026Crime2 dk okumaBrazil

Filha é condenada por tentar matar a mãe com veneno em hospital

Hızlı Bakış

  • Maria Eduarda Marques foi condenada por tentativa de feminicídio contra a própria mãe, Sandra, em um hospital.
  • Ela tentou envenenar a mãe com "chumbinho" em duas ocasiões, mas foi impedida por profissionais de saúde.
  • A condenação incluiu qualificadoras por uso de veneno e falta de defesa.

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Maria Eduarda Marques foi condenada por tentar envenenar sua mãe, Sandra, com um pesticida conhecido como "chumbinho" enquanto ela estava hospitalizada. As tentativas ocorreram em abril de 2025.

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De acordo com os autos, Maria Eduarda estava como acompanhante da mãe e tentou, em duas ocasiões, convencer a equipe do hospital aplicasse medicamentos que teriam sido adulterados com “chumbinho”, nome popular de um pesticida usado clandestinamente no Brasil para matar ratos.

Os episódios teriam ocorrido nos dias 24 e 27 de abril de 2025, por volta das 19h e das 9h, respectivamente.

A vítima não morreu porque profissionais de saúde desconfiaram dos frascos entregues pela filha e acionaram a direção do hospital e a polícia. Exames periciais confirmaram posteriormente a presença de substâncias tóxicas nos recipientes.

Após a condenação, o juiz Gilberto de Moura Lima determinou a expedição de mandado de prisão para o início imediato do cumprimento da pena. Durante a sessão de julgamento, na terça-feira (23), foram ouvidas oito testemunhas, e a ré foi interrogada.

Os jurados condenaram Maria Eduarda Marques por tentativa de feminicídio em contexto de violência familiar. O crime teve ainda qualificadoras pelo uso de veneno e pelo fato de a vítima não ter tido possibilidade de defesa. No caso, o enquadramento como feminicídio foi sustentado pelo Ministério Público por envolver violência familiar contra uma mulher.

Durante os debates no plenário do Tribunal do Júri, o promotor de justiça Agamenon Batista de Almeida Júnior pediu que fossem reconhecidas contra a acusada as agravantes de o crime ter sido cometido contra ascendente, no caso a própria mãe, e contra pessoa enferma, já que Sandra estava hospitalizada na época.

Segundo as investigações, a primeira tentativa ocorreu no dia 24 de abril de 2025, por volta das 19h. Maria Eduarda, que acompanhava a mãe no hospital, pediu a uma técnica de enfermagem que substituísse um medicamento aplicado em Sandra por outro que ela carregava. A justificativa apresentada foi a de que o medicamento usado pelo hospital seria “genérico”.

Maria entregou um frasco à técnica, mas a profissional percebeu a presença de bolinhas pretas no interior do recipiente. A técnica comunicou o caso à médica responsável, que confirmou a suspeita de adulteração. O frasco foi encaminhado à polícia para exame pericial.

Três dias depois, em 27 de abril, por volta das 9h, Maria Eduarda entregou outro frasco de medicamento a uma médica do hospital. Ela alegou que se tratava de um remédio que havia sumido desde o último plantão e que deveria ser aplicado na mãe, que estaria sem conseguir dormir.

Diante da nova suspeita, a médica comunicou o caso ao diretor do hospital, que acionou a polícia. Na época, Maria Eduarda foi levada à delegacia e negou ter manipulado os medicamentos. No depoimento, ela também tentou atribuir os frascos ao irmão, que negou envolvimento no caso.

Açık Sorular

  • Qual a motivação exata de Maria Eduarda?
  • O irmão de Maria Eduarda realmente não teve envolvimento?
  • Qual o estado de saúde atual de Sandra?

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Bu haber ilk olarak şurada yayınlandı: G1.

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