Breaking
RUThe US Treasury will issue a license for the supply of Russian diesel fuelRUUkrainian Armed Forces drone killed two Russians when it hit a carINTLStrong earthquake shakes Panama, prompting tsunami alertRUTrump announced an agreement with Putin on large-scale supplies of diesel to the United StatesARUS sanctions on the International Criminal Court.. Netanyahu accuses Navi Pillay of “demonizing the Jews”RUProblems with the metro began in KyivGLOBALTwo massive trades just happened in Micron and Nvidia. What they could mean for chipsRUThe magnitude of the earthquake in Panama was 7.2GLOBALCommentator Katie Zacharia picked as new White House press secretaryTRVAR warned, Galatasaray is down to 10 players!RUThe US Treasury will issue a license for the supply of Russian diesel fuelRUUkrainian Armed Forces drone killed two Russians when it hit a carINTLStrong earthquake shakes Panama, prompting tsunami alertRUTrump announced an agreement with Putin on large-scale supplies of diesel to the United StatesARUS sanctions on the International Criminal Court.. Netanyahu accuses Navi Pillay of “demonizing the Jews”RUProblems with the metro began in KyivGLOBALTwo massive trades just happened in Micron and Nvidia. What they could mean for chipsRUThe magnitude of the earthquake in Panama was 7.2GLOBALCommentator Katie Zacharia picked as new White House press secretaryTRVAR warned, Galatasaray is down to 10 players!
NewsgatherNewsgather
All StoriesWorldSportsFinanceTechScience
Sign In
All StoriesWorldSportsFinanceTechScienceHealthCultureClimatePoliticsSpace
NewsgatherNewsgather

Real-time global news intelligence. Curated by humans, powered by data.

Sections

All StoriesWorldSportsFinanceTechScience

More

HealthCultureClimatePoliticsSpace

Company

AboutEditorial StandardsAdvertisingCareersPressContact

©️ 2026 Newsgather. A product by All Software 24. All rights reserved.

Privacy PolicyCookie PolicyImprintTerms of UseContent and Editorial PolicyRemoval RequestDelete Your AccountAdvertising PolicyContact
Back|Eleição pode remodelar comércio entre Brasil e EUA, com foco em tarifas e minerais críticos
Eleição pode remodelar comércio entre Brasil e EUA, com foco em tarifas e minerais críticos
Developing
Folha Mercado·5 hours ago·World·3 min read·🇧🇷Brazil·

Eleição pode remodelar comércio entre Brasil e EUA, com foco em tarifas e minerais críticos

Candidatos apresentam visões divergentes sobre soberania, comércio e alinhamento geopolítico com Washington em meio ao segundo turno.

Quick Look

  • O segundo turno das eleições brasileiras opõe Lula e Flávio Bolsonaro, com estratégias distintas para a relação com os EUA.
  • O pleito, marcado para 25 de outubro, envolve tensões comerciais, acesso a minerais críticos e alinhamentos geopolíticos.

AI-generated summary

Why It Matters

O Brasil enfrenta um segundo turno eleitoral em 25 de outubro. O ex-presidente Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.

Font size

Duas visões drasticamente diferentes para as relações entre o Brasil e os Estados Unidos estão em jogo no segundo turno das eleições presidenciais, mas tanto as estratégias do senador Flávio Bolsonaro (PL) quanto as do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentam seus próprios riscos, na avaliação de especialistas.

Flávio avançou para o segundo turno, que será realizado em 25 de outubro, com impulso após garantir 47% dos votos no primeiro turno, contra 45% de Lula, em uma campanha marcada por críticas à relação de ambos os candidatos com Washington.

Quem vencer as eleições terá que lidar com as tensões entre os dois maiores parceiros comerciais do Brasil —China e Estados Unidos— ao mesmo tempo em que define estratégias para o desenvolvimento mineral, a industrialização e a cooperação regional.

Brasil e Estados Unidos criaram um grupo de trabalho no mês passado para conduzir as negociações sobre tarifas e uma estrutura comercial bilateral mais ampla, com o acesso dos EUA aos minerais críticos e terras raras do Brasil emergindo como um ponto-chave de discórdia, enquanto Washington busca reduzir sua dependência da China para esses minerais.

Caso o senador de oposição vença, "talvez os norte-americanos não queiram entregar nada para o Lula. Podem deixar tudo para o Bolsonaro", disse Rubens Barbosa, ex-embaixador brasileiro nos EUA.

A estratégia de Lula em relação aos EUA tem se concentrado na defesa da soberania do Brasil, após o presidente norte-americano, Donald Trump, pressionar o Judiciário brasileiro a retirar as acusações contra o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos por tentativa de golpe de Estado.

Um tom nacionalista tem norteado a atuação de Lula em relação a Washington, enquanto ele prioriza o multilateralismo e laços mais estreitos com o Sul Global, incluindo o bloco Brics de economias emergentes.

Embora essa abordagem tenha contribuído para sua popularidade, Lula tem tido um progresso irregular nas negociações com Washington, disseram especialistas à Reuters.

Caso Lula consiga se reeleger, o novo Congresso dominado por partidos de direita poderá pressionar um "Lula mais fraco" a mudar de tática, afirmou Monica de Bolle, pesquisadora sênior do Instituto Peterson de Economia Internacional, em Washington.

"Acredito que Lula sofreria muita pressão para ceder a algumas exigências dos EUA em relação aos recursos naturais, bem como a outras questões", disse De Bolle.

AS JOGADAS DE BOLSONARO

Enquanto Lula tem uma "política internacional bem definida", a de Flávio é uma "página em branco", disse Rubens Ricupero, ex-diplomata brasileiro que atuou nos EUA e na Europa.

O senador mantém uma relação amistosa com o governo Trump, com a ajuda de seu irmão Eduardo Bolsonaro, ex-deputado federal que reside nos EUA desde o início do ano passado e foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal por incitar a intervenção dos EUA nos processos judiciais de seu pai em 2025.

Embora nenhum dos irmãos tenha confirmado os rumores, uma pessoa próxima à campanha de Flávio disse à Reuters que os dois têm discutido possíveis funções internacionais para Eduardo, caso o senador se torne o próximo presidente do Brasil.

Se Flávio for eleito presidente, "haverá uma política externa muito mais alinhada com os Estados Unidos do que o Brasil tradicionalmente tem tido", disse De Bolle.

Os laços estreitos da família com o governo Trump podem garantir um ambiente de negociação mais favorável com Washington, embora Flávio corra o risco de fazer concessões em questões-chave, como minerais estratégicos, disseram especialistas.

"Acho que as portas estão abertas para bons acordos entre Brasil e EUA... mas Flávio será mais cobrado a manter um discurso de independência", disse Jean Castro, presidente da Abrig (Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais).

Desde o lançamento de sua campanha, Flávio tem cortejado Trump, assim como outros aliados de direita no exterior, como o argentino Javier Milei e o colombiano Abelardo de la Espriella.

Flávio e Trump já alinharam suas estratégias para combater o crime organizado. Em visita a Washington, em maio, o senador pediu para Trump designar as principais facções criminosas brasileiras como Organizações Terroristas Estrangeiras, proposta aceita por Washington, mas rejeitada por Lula, que a considerou uma intervenção. Lula defende uma política nacional de combate ao crime organizado, com cooperação internacional.

Pesquisas de opinião pública mostram que a popularidade de Lula aumentou devido às suas frequentes divergências com Trump sobre comércio e segurança, e indicam que os brasileiros responsabilizam mais Flávio pelas tarifas impostas por Trump em julho.

"Ele não pode adotar uma postura que seja confundida com subserviência", disse Castro.

What to Watch

AI outlook — possibilities, not facts

  • Segundo turno das eleições presidenciais em 25 de outubro.

    Very likely · Within weeks

Open Questions

  • ?Qual será a política tarifária específica de Flávio Bolsonaro?
  • ?Como o Congresso reagirá a uma possível vitória de Lula?

Related Topics

People
Organizations
Places
Topics
This article was originally published by Folha Mercado.

Quick Look

  • O segundo turno das eleições brasileiras opõe Lula e Flávio Bolsonaro, com estratégias distintas para a relação com os EUA.
  • O pleito, marcado para 25 de outubro, envolve tensões comerciais, acesso a minerais críticos e alinhamentos geopolíticos.

AI-generated summary

Story signals

News tone
Neutral
Emotional intensity
High
News value
High
Global impact
Global
Urgency
Developing
Follow-up likelihood
Certain
Relevance window
Weeks

Source & Reliability

Source
Folha Mercado
Story type
Analysis
Source quality
Full
Published
5 hours ago
View translation
eleições 2025
brasil
estados unidos
eleições 2025
Flávio Bolsonaro
Luiz Inácio Lula da Silva
Donald Trump
Jair Bolsonaro
PL
PT
Brics
Instituto Peterson de Economia Internacional
Brasil
Estados Unidos
China
Washington
brasil
estados unidos
política externa
flávio bolsonaro
luiz inácio lula da silva
comércio bilateral

Related Stories

More on this topiceleições 2025
Strong earthquake hits Panama; there is a tsunami warning
BREAKING·38 minutes ago

Strong earthquake hits Panama; there is a tsunami warning

A 7.7 magnitude earthquake hit the Quebro region, Panama, this Friday. The shallow earthquake triggered a tsunami warning for several countries in Central and South America.

G1
1 min read
Magnitude 7.6 earthquake hits Panama
BREAKING·41 minutes ago

Magnitude 7.6 earthquake hits Panama

A 7.6 magnitude earthquake hit the southern coast of Panama this Friday. The tremor caused panic in the capital and prompted tsunami warnings for the Pacific coast of Central America, Colombia and Ecuador.

Folha Mundo
1 min read
Magnitude 7.6 earthquake hits Panama, and tsunami warning is activated
BREAKING·57 minutes ago

Magnitude 7.6 earthquake hits Panama, and tsunami warning is activated

An earthquake of magnitude 7.6 hit the Quebro region, in Panama, being felt in Panama City. The USGS warns of the risk of tsunami in several countries in Latin America. There is no information about damage or casualties at this time.

G1
1 min read
VIDEOS: Good Morning Acre this Friday, October 9, 2026
World·1 hour ago

VIDEOS: Good Morning Acre this Friday, October 9, 2026

The South African Nobel Peace Prize winner mocked Donald Trump and mentioned the genocide in Gaza during recent statements, highlighting global geopolitical tensions.

G1
1 min read
VIDEOS: Jornal Anhanguera 1st edition this Friday, October 9, 2026
World·1 hour ago

VIDEOS: Jornal Anhanguera 1st edition this Friday, October 9, 2026

South African Nobel Peace Prize winner criticizes Donald Trump and denounces the situation in Gaza, classifying it as genocide during a public speech.

G1
1 min read
Navi Pillay is the 21st woman to win the Nobel Peace Prize since 1901; remember winners
BREAKING·1 hour ago

Navi Pillay is the 21st woman to win the Nobel Peace Prize since 1901; remember winners

South African jurist Navi Pillay has been announced as the winner of the 2026 Nobel Peace Prize for her efforts on behalf of peace and international law. She is the 21st woman to receive the award, which previously recognized her work in UN investigations.

Folha Mundo
1 min read
More on this topiceleições 2025