
No primeiro debate presidencial do segundo turno, Lula defendeu seu legado econômico, citando crescimento do PIB, redução da dívida com o FMI e acumulação de reservas, enquanto Flávio Bolsonaro criticou o aumento dos preços dos alimentos, o endividamento e prometeu renegociação de dívidas e mais de R$ 200 bilhões no Orçamento para ajudar cidadãos a quitarem suas dívidas.
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O debate ocorreu no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, buscando reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro, candidato da oposição. Lula defende seu legado econômico, enquanto Flávio critica a gestão atual e propõe mudanças na economia e no Orçamento.
No primeiro debate presidencial do segundo turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu o seu legado na economia, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) falou em aumento do preço dos alimentos e endividamento.
Lula disse ter orgulho de ter conquistado dois graus de investimento em seus governos. Também afirmou que o país hoje tem risco baixo e está perto de recuperar a nota.
O presidente também citou o desempenho econômico do passado. Disse que já ajudou o país a crescer 10,5% durante seu primeiro governo e que, depois que deixou o cargo, em 2010, o PIB (Produto Interno Bruto) só voltou a avançar acima de 3% após o seu retorno ao Planalto, em 2023.
Para o petista, o caminho passa por fazer "o dinheiro circular na mão das pessoas". "Muito dinheiro na mão de pouco significa pobreza e miséria. E pouco dinheiro na mão de muito significa distribuição de riqueza, distribuição de renda."
Nessa linha, Lula citou a Lei Geral da Pequena e Média Empresa e disse que o governo discute formas de incentivar os MEIs a gerarem mais empregos e crescimento.
O presidente também afirmou que herdou uma dívida de US$ 30 bilhões com o FMI (Fundo Monetário Internacional) e um país sem reservas, e que seu governo quitou o débito, acumulou US$ 270 bilhões em reservas e bancarizou 22 milhões de brasileiros.
Já Flávio Bolsonaro começou com um apelo direto ao eleitor. Perguntou se a vida melhorou ou piorou, se a comida está mais cara e há quanto tempo o telespectador não coloca carne no freezer.
Flávio afirmou que o fato de ter saído na frente no primeiro turno fez a taxa de juros futuros recuar 2%, e criticou a dívida pública de R$ 11 trilhões, que chamou de "mais um recorde negativo".
O candidato do PL disse que um eventual governo seu abriria espaço de mais de R$ 200 bilhões no Orçamento. Prometeu usar o dinheiro para ajudar o governo a pagar a própria dívida e, com isso, ajudar o cidadão a quitar a sua.
Ele acusou a atual gestão de gastar "de forma desenfreada" para tentar se reeleger e afirmou que isso pressiona os juros pagos pelas famílias. "Essa dívida não é sua. Essa dívida é do atual governo, que gasta, gasta de uma forma desenfreada."
Flávio prometeu um programa de renegociação de dívidas e afirmou que congelará a dívida dos endividados.
"Você não vai pagar boleto nenhum. E para você que é pessoa jurídica, vai ser um ano sem pagar boleto". Disse ainda que garantirá financiamento de longo prazo a juros baixos. "Após um ano com essa carência é que você vai voltar a pagar a sua dívida, mas a sua parcela vai estar mais baixa, você vai pagar com um financiamento barato de longo prazo."
Em meio às acusações entre os candidatos, Lula provocou Flávio ao perguntar se o senador abraçará, se eleito, a política econômica do presidente da Argentina, Javier Milei, conhecido pelos cortes de gastos no país vizinho.
"E o Milei? Vai pegar emprestada a motoserra do Milei? Responde", insistiu o presidente. Flávio perguntou qual seria o modelo de Lula na economia. "O meu. É o modelo em que a economia cresce e que tem o maior programa de inclusão social da história desse país."
Escala 6x1
Flávio Bolsonaro afirmou que escutou a população e que por isso mudou de ideia em relação ao fim da escala 6x1, mas que os brasileiros não poderão aproveitar a folga por causa da falta de segurança.
"Não quero que seu dia de folga seja um pesadelo", disse. "Quero que você vá no supermercado e encha o seu carrinho de compra, que você consiga sair da sua dívida."
Lula rebateu que Flávio nunca entrou no ônibus nem nunca trabalhou. "Ele não sabe o que é o mundo do trabalho".
O presidente afirmou ainda que tem consciência que os preços estão altos, mas disse que a inflação estava mais alta no governo Bolsonaro. "Nós tivemos a decêndia de aumentar o salário mínimo acima da inflação", disse.
Quando os candidatos foram questionados sobre produtividade, Lula afirmou que o PIB da indústria voltou a crescer e que o governo investirá em economia digital, com a atração de data centers. "O mais importante é a formação de profissionais, sobretudo em engenharia e matemática, para darmos um salto de qualidade."
Ao responder a mesma pergunta, Flávio respondeu que fará "o maior programa de mobilidade social da história do Brasil" e que fará um programa para conectar o governo à area de recursos humanos das empresas. "Vai indicar se na sua região tem uma empresa que se encaixe naquilo que você sabe fazer", afirmou, sem dar detalhes.
AI outlook — possibilities, not facts
Flávio Bolsonaro irá implementar um programa de renegociação de dívidas se eleito.
Likely · Within months
Lula continuará a atrair investimentos em data centers e economia digital se reeleito.
Possible · Within months

Federal deputy and senator-elect Sanderson (PL-RS) presented a bill that imposes stricter rules on the creation, expansion and granting of benefits in election years, amending the Fiscal Responsibility Law and the Elections Law to reduce the use of public resources during electoral periods, amid recent announcements by the Lula government, such as the MP that prohibits betting and the adjustment to Bolsa Família.

Supporters of Lula, candidate for re-election by the PT, held events in various parts of São Paulo this Sunday (18), including Largo da Batata, Largo da Banana, Zona Norte and Grajaú. Simultaneously, supporters of Flávio Bolsonaro (PL) gathered on Avenida Paulista. The presidential election is scheduled for next Sunday (25).

The Regional Electoral Court of Ceará reported that four voting locations were changed between the first and second round of elections in Fortaleza, Palmácia and Quixadá, due to practical reasons such as renovations, accessibility and energy problems, advising voters to check their new locations through digital channels.

Flávio Bolsonaro (PL) brought together 71,900 people during a campaign event at the peak at 12:20 pm, according to the USP/Cebrap and More in Common Political Debate Monitor, with a margin of error of 12%. He stated that there are seven days left to rid Brazil of the PT, promised to nominate four ministers to the STF who are against abortion and drugs and said that his father, Jair Bolsonaro, will participate in the inauguration if elected. The event included allies such as Tarcísio de Freitas, André do Prado, Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato, Daniella Marques, Ricardo Nunes and Pablo Marçal. Flávio also raised a flag with 'Lula and Moraes Out'. A survey by g1 showed that, despite posting less on Instagram, Flávio maintains high engagement, with 658 thousand interactions per typical post in the second round, while Lula has 680 thousand, but a higher total volume of posts.

An event in support of the re-election of President Luiz Inácio Lula da Silva brought together supporters at Praça Tamandaré, in Goiânia, this Sunday, as part of the national movement 'Ato da Virada', starting at 4pm, electric trio, flags and chants; the organization and the Military Police of Goiás did not respond about the audience present.

More than 100 thousand voters in Amapá did not vote in the first round of elections, resulting in 17.41% abstention. The Electoral Court established deadlines for justification: until December 3rd for those who missed the first round and until December 8th for the second round, scheduled for October 25th. The justification can be made via e-Título, the Electoral Self-Service system or in person at the registry offices, with a fine of R$ 3.51 per shift not justified if the justification is rejected.