
AI-generated summary
A PEC 221/2019 já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Agora tramita no plenário do Senado, onde precisa passar por dois turnos de votação, com aprovação de três quintos dos senadores (no mínimo 49 votos em cada turno) para seguir para promulgação.
O senador Paulo Paim (PT-RS) foi o primeiro a falar e defendeu a proposta.
Na sequência, discursaram os senadores Esperidião Amin (PP-SC), Damares Alves (Republicanos-DF), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e Magno Malta (PL-ES). Damares afirmou que deve votar a favor da PEC.
A quinta e última sessão de discussão da PEC está marcada para esta quarta-feira (14), quando os senadores também devem votar o texto em primeiro turno. Para ser aprovada nesta etapa, a proposta precisa do apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores. Como se trata de uma PEC, o texto ainda precisa passar por uma segunda votação no Senado.
O Senado retoma nesta terça-feira (13) a discussão da PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6x1. Esta será a quarta das cinco sessões de debate previstas antes da votação em primeiro turno.
Ao anunciar o encerramento, o presidente do Senado afirmou que a matéria será incluída novamente na pauta para a continuidade da discussão. A sessão foi encerrada após orientação dos líderes.
A PEC que propõe o fim da escala 6x1 já foi aprovada pela Câmara e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Agora, precisa ser analisada e votada pelo plenário do Senado. A proposta terá de passar por dois turnos de votação e, em cada um deles, obter pelo menos 49 votos favoráveis, o equivalente a três quintos dos 81 senadores. Só depois disso poderá seguir para promulgação.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), mantém a previsão de votação na próxima semana, mas disse que, se houver um requerimento para acelerar a tramitação, vai submetê-lo ao plenário.
A proposta reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário, e prevê dois dias de descanso por semana. Ainda são necessárias mais duas sessões de discussão antes da votação em 1º turno. Elas estão previstas para terça-feira (13) e quarta-feira (14)
AI outlook — possibilities, not facts
A PEC 221/2019 será aprovada em primeiro turno no Senado na quarta-feira (14).
Possible · Within days

The president of the Senate, Davi Alcolumbre, announced that the request for a special calendar for PEC 221/2019 already has enough signatures to be voted on in plenary, with the last discussion session scheduled for Wednesday (13) and voting in the first round scheduled for the same day. The proposal needs 49 votes to advance and still requires a second vote in the Senate.

Piracicaba City Hall banned the advertising of fixed-odd betting platforms on municipal goods, equipment, services and public events, valid for up to 90 days. The measure follows the federal ban announced in September, which includes online gaming and virtual casinos, and establishes fines of up to R$2 billion for violators.

Former Finance Minister Fernando Haddad stated that he did not talk to President Luiz Inácio Lula da Silva about returning to the top level of a possible PT government if Lula is re-elected. Haddad left the Ministry of Finance to run for governor of São Paulo, but lost to Tarcísio de Freitas. Post-first round polls show Flávio Bolsonaro ahead in the presidential race.

The mayor of Colniza, Milton de Souza Amorim, declared an emergency situation for 180 days after an inspection identified critical deterioration in the structure of the Water Treatment Plant, posing a risk to the safety of the unit and a possible impact on the municipality's water supply.

The Senate resumes the discussion of PEC 221/2019, which proposes the end of the 6x1 scale, reducing the weekly working hours from 44 to 40 hours without a salary reduction. The fifth and final debate session is scheduled for Wednesday (14), when there will be voting in the first round, requiring 49 votes in favor for approval.

The president of the Superior Electoral Court, Kassio Nunes Marques, recognized the registration of the WhatsApp channel 'Lula's Army' and stated that the tool could return to operation after 48 hours, according to the Electoral Court's resolution.