
O corregedor-geral eleitoral do TSE, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou que o senador Flávio Bolsonaro apresente em até 72 horas esclarecimentos sobre os pedidos feitos em uma ação contra o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o deputado André Janones, incluindo a cassação da chapa Lula-Alckmin e a suspensão do canal 'Exército do Lula' no WhatsApp e do perfil @janones.apoio no Instagram.
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A ação foi movida pela campanha de Flávio Bolsonaro contra a chapa Lula-Alckmin e o deputado André Janones, alegando práticas abusivas, desinformação e uso de recursos públicos para impulsionar conteúdos negativos no segundo turno das eleições.
O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), determinou neste sábado (10) que o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, apresente em até 72 horas esclarecimentos sobre os pedidos feitos em uma ação contra o presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o deputado federal André Janones (Rede-MG).
Na ação, Flávio Bolsonaro pede a cassação do registro ou diploma da chapa formada por Lula e Alckmin, além da declaração de inelegibilidade dos responsáveis pelas supostas práticas abusivas.
A campanha também quer que a Justiça Eleitoral suspenda o canal de WhatsApp "Exército do Lula" e o perfil @janones.apoio, no Instagram, determine a remoção de publicações consideradas irregulares, interrompa o impulsionamento de conteúdos e assegure a preservação de dados digitais.
Na decisão, o ministro apontou a necessidade de esclarecer se as medidas solicitadas já são objeto de outras ações na Justiça Eleitoral e de delimitar o alcance dos pedidos antes de analisar a concessão de medidas urgentes.
A campanha de Flávio acusa Janones de coordenar uma estrutura de disseminação de desinformação e ataques contra o candidato por meio do canal de WhatsApp "Exército do Lula", que reunia cerca de 1,9 milhão de seguidores em 7 de outubro e já ultrapassa 3 milhões.
Segundo a ação, o deputado distribuía "missões" aos integrantes do canal, orientando-os a compartilhar publicações nas redes sociais e em grupos de WhatsApp. A campanha também sustenta que Janones teria utilizado recursos públicos para impulsionar conteúdos negativos contra Flávio.
Nas redes sociais, Janones afirmou que a campanha de Flávio Bolsonaro tenta derrubar o canal "Exército do Lula" no WhatsApp justamente quando o grupo se preparava para intensificar a mobilização de apoiadores no segundo turno.
Segundo o deputado, ele já havia se reunido com a equipe de Lula para definir os conteúdos que seriam divulgados e o presidente havia se comprometido a gravar novos vídeos para atrair mais participantes ao canal.
O ministro determinou que Flávio informe se medidas semelhantes já foram solicitadas em outros processos e apresente eventuais decisões sobre o tema. O candidato também deverá especificar as irregularidades atribuídas a cada publicação, identificar os anúncios que ainda estariam ativos e detalhar quais dados pretende preservar.
O ministro também deu prazo de cinco dias para que a campanha apresente os arquivos digitais originais mencionados na petição inicial, como vídeos e mensagens, que não foram incluídos no processo eletrônico. Segundo a decisão, a medida é necessária para permitir a conferência das provas e garantir o direito de defesa dos investigados.
Apesar de adiar a análise, o corregedor admitiu o processamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral e determinou a notificação de Lula, Alckmin e Janones para apresentarem defesa em cinco dias.
O ministro ressaltou, porém, que o recebimento da ação não significa reconhecimento das acusações, que ainda serão examinadas pela Justiça Eleitoral. O ministro também negou o pedido de sigilo do processo, ressalvada a possibilidade de proteção de informações específicas.
AI outlook — possibilities, not facts
A Justiça Eleitoral irá analisar os esclarecimentos solicitados e decidir sobre a concessão de medidas urgentes dentro do prazo estabelecido.
Likely · Within days
O canal 'Exército do Lula' e o perfil @janones.apoio no Instagram passarão por investigação quanto à regularidade de seus conteúdos e possível uso de recursos públicos.
Possible · Within weeks

Douglas Ruas, from PL, won the election for governor of Rio de Janeiro in the first round with 50.88% of valid votes after retotalling determined by the TSE, which annulled Anthony Garotinho's votes due to suspension of political rights. He is 37 years old and will be the youngest governor of the state since 1959.

Lula's campaign accused Meta of not delivering the president's official profile on social media after the content broke record views, with 197 million in one day and more than 27 million in a selfie video, claiming that the impact is crucial in the second round.

During a service at the Assembly of God Madureira Ministry in Maracanãzinho, senator Flávio Bolsonaro (PL) heard Bishop Samuel Ferreira make politically charged statements, including the repeated motto 'brother votes for brother' and praise for the senator as a future president, configuring a possible abuse of religious power according to the Electoral Court.
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Douglas Ruas, a police officer and state deputy from Amazonas, is considered the state's youngest governor since 1959. Meanwhile, the Ministry of the Environment claims that the Amazonas government has refused federal aid to combat fires. Lula criticizes Flávio Dino's 'treasury' and seeks to win over voters who did not vote in the first round. Flávio Dino declares that Bolsonarism will put a banner on Lula in a possible inauguration. Italian justice sets the end of October for Zambelli's extradition trial. A man killed after taking hostages in Paraná had already tried to push women onto the Metro tracks. Another man has died after entering a tiger's cage at a UK zoo.

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