Ex-marido e atual noiva foram presos; suspeito confessou o crime após ser confrontado com imagens de câmeras de segurança.
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A vítima possuía uma medida protetiva contra o ex-marido desde maio. O casal estava separado desde o início do ano.
Juliana Paulo Pinto estava grávida de 4 meses e foi encontrada morta com corpo carbonizado em Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo.
Os suspeitos foram apontados como o ex-marido da vítima, Diego Marques Alves, e a atual noiva dele, Geovana Maria Vieira. Os dois foram presos em flagrante por ocultação de cadáver. O suspeito tem um filho de 11 anos com Juliana.
Segundo o delegado Felipe Vivas, responsável pelo caso, o suspeito confessou o crime e afirmou que matou a ex-companheira por causa de desentendimentos e problemas judiciais.
Juliana e o ex-companheiro estavam separados desde o início do ano e, em maio, ela conseguiu uma medida protetiva contra ele. Em julho, também houve um pedido de proteção feito pelo filho do casal, que ainda aguardava decisão judicial.
A investigação começou depois que o atual companheiro de Juliana registrou o desaparecimento dela na Polícia Civil, na segunda-feira (12).
Ao ouvir a mãe da vítima, uma policial recebeu informações sobre uma situação considerada incomum: na madrugada em que desapareceu, a mulher saiu de casa acompanhada do filho para encontrar o ex-companheiro, Diego, que morava no bairro Zumbi.
Segundo o relato, Diego inicialmente teria recuado ao perceber que Juliana estava com o menino. Ele então levou os dois de volta para casa, no bairro Rui Pinto Bandeira.
Mais tarde, porém, voltou a entrar em contato com a ex-companheira e pediu que ela retornasse ao imóvel sem o filho. Juliana avisou ao menino que encontraria o pai novamente e saiu de casa.
Imagens do sistema de videomonitoramento mostraram o veículo do suspeito, um Volkswagen Fusca, seguindo em direção ao bairro Zumbi por volta das 3h20. O veículo voltou a aparecer nas imagens por volta das 5h.
O vídeo mostra que o carro passou por um posto de combustíveis na região da avenida Jones dos Santos Neves, onde o suspeito abasteceu. A atual companheira, Geovana, estava no veículo e sugeriu que fosse colocado mais combustível, sob a justificativa de que o destino ficava longe.
Depois, o homem seguiu em direção à região de Monte Líbano, na zona rural da cidade, retornando por volta das 6h e passando pelos bairros São Luís Gonzaga e Coronel Borges, antes de levar a companheira ao Hospital Evangélico.
A princípio, Diego tentou criar um álibi e afirmou à polícia que havia passado a noite acordado porque Geovana estava com problemas de saúde e precisava de atendimento médico. Ele também negou ter encontrado Juliana ou o filho naquela madrugada.
A versão foi confrontada com as imagens das câmeras de videomonitoramento e a equipe policial também fez buscas na região de Monte Líbano, onde encontrou o corpo queimado e uma sandália reconhecida por familiares como pertencente à vítima.
A perícia constatou que os restos mortais eram de uma pessoa e identificou características compatíveis com Juliana. Segundo a polícia, ainda seria necessário realizar exame de DNA para confirmar formalmente a identidade.
Entretanto, no interrogatório, Diego posteriormente confessou o assassinato e afirmou que matou a ex-companheira por causa de desentendimentos e problemas judiciais relacionados às medidas protetivas.
O suspeito contou que, quando Juliana chegou ao imóvel, colocou uma música e a imobilizou com um golpe conhecido como 'gravata', até a mulher perder a consciência. Em seguida, Diego golpeou o pescoço da vítima com uma faca.
O homem esquartejou o corpo da vítima no banheiro da casa e usou água corrente para lavar o sangue do local. Em seguida, Diego transportou os restos mortais até a localidade rural de Monte Líbano, onde ateou fogo ao corpo.
A polícia também identificou imagens em que o suspeito aparece abastecendo o veículo e levantando o capô do Volkswagen Fusca, onde fica o porta-malas deste modelo de carro. Segundo o delegado Vivas, a gravação mostra um pano escondido no compartimento.
O homem tentou assumir sozinho a responsabilidade pelo crime e afirmou que a atual companheira estava dormindo durante o assassinato. A Polícia Civil, no entanto, suspeita que Geovana tenha participado da ação, já que ela estava dentro do veículo e também tentou forjar um álibi, mandando mensagens e fotos para uma amiga, afirmando que estava em casa no horário do crime.
Para o delegado, a primeira tentativa de atrair Juliana para o imóvel foi frustrada pela presença do filho do casal. A polícia informou que não havia, até então, informações sobre violência sexual. A investigação também identificou uma lesão na cabeça da vítima.
De acordo com a Polícia Civil, o homem sabia que Juliana estava grávida de quatro meses, mas o ex-casal tinha um histórico de conflitos e agressões, e o crime foi premeditado.
Juliana Paulo Pinto, de 29 anos, estava grávida de aproximadamente quatro meses e foi vista pela última vez na segunda-feira (12). O corpo dela foi encontrado carbonizado na quarta-feira (14), em uma área rural próxima ao bairro Monte Líbano.
O caso é investigado sob a hipótese de feminicídio, além de outros crimes. O casal foi autuado em flagrante por ocultação de cadáver e encaminhado ao sistema prisional, onde segue à disposição da Justiça. Além disso, a autoridade policial representou pela prisão temporária dos dois investigados pelos crimes de feminicídio e aborto sem consentimento.
AI outlook — possibilities, not facts
Conversão da prisão em flagrante para prisão preventiva dos suspeitos.
Very likely · Within days
The Federal Police appointed federal deputy Canella as a 'political articulator' of a criminal group in operation that searched luxury homes and found R$40,000 in a cellar. Other news includes the end of the 6x1 work schedule, Lula's statements about Flávio Bolsonaro, the suspension of the trial by Mendonça after the TSE's decision, the invasion of the Matsunaga family mansion with three suspects dead and the arrest of a delegate suspected of passing on information to the PCC.
The Federal Police identified Canella as a 'political articulator' of a criminal group in operation that searched luxury homes and found R$40,000 in a cellar. Other news includes the end of the 6x1 work schedule, Lula's statements about Flávio, the suspension of the trial by Mendonça after the TSE's decision, the invasion of the Matsunaga family mansion with three suspects dead and the arrest of a delegate suspected of passing on information to the PCC.

The Federal Police appointed federal deputy Daniel Silveira Canella as the 'political articulator' of a criminal group during an operation that carried out warrants at luxury residences and found R$40,000 in cash in a cellar. Other news includes the end of the 6x1 work schedule, Lula's statements about Flávio Bolsonaro, the suspension of the trial by Alexandre de Moraes after the TSE's decision, the invasion of the Matsunaga family mansion with three suspects dead and the arrest of a delegate suspected of leaking information to the PCC.
The Federal Police appoint federal deputy Daniel Silveira Canella as the 'political articulator' of a criminal group in operation that resulted in searches of luxury homes and the seizure of R$40,000 in a cellar. Other news includes the end of the 6x1 work schedule, Lula's statements about Flávio Bolsonaro, the suspension of the trial by Mendonça after the TSE's decision, the invasion of the Matsunaga family mansion with three suspects dead and the arrest of a delegate suspected of passing on information to the PCC.

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