Ibama intensifica combate a queimadas no Amapá com foco em áreas críticas
Superintendência alerta para riscos de queimadas urbanas e reforça importância da prevenção em municípios com maior incidência de focos de incêndio.
Quick Look
- O Ibama, por meio do Prevfogo, atua em quatro municípios do Amapá para combater queimadas.
- Com 124 acionamentos registrados, a superintendência alerta para o risco de fogo em áreas urbanas devido ao calor extremo e pede colaboração da população.
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Why It Matters
O Amapá enfrenta um período de calor extremo, elevando o risco de combustão de materiais. O Prevfogo atua em áreas críticas como a Reserva Biológica do Lago Piratuba.
As unidades estão distribuídas nos extremos do estado — em Oiapoque e Laranjal do Jari — e no centro amapaense, em Tartarugalzinho e Amapá, locais que concentram a maior incidência de focos de incêndio e onde ocorreram os 124 acionamentos.
Diante do volume de ocorrências, a superintendente fez um alerta sobre o risco de queimadas urbanas no período de calor extremo.
"A gente pede para que a população faça o seu deverzinho de casa, não queimando lixo nos seus quintais, na frente de casa, não acionando esse fogo, por conta do período que nós vivemos. As temperaturas estão muito altas, então qualquer tipo de matéria pode virar um material de combustão", disse a superintendente do Ibama no Amapá, Débora Thomaz.
No município de Amapá, a situação é mais crítica na região da Reserva Biológica do Lago Piratuba devido ao fogo subterrâneo. Em julho e agosto, o órgão intensificou ações preventivas, como a construção de aceiros, faixas de terra limpas de vegetação para conter o avanço das chamas.
Nos quatro municípios atendidos, o Ibama também realizou campanhas de educação ambiental, queimadas controladas e diálogos itinerantes com as comunidades para reduzir o surgimento de novos focos.
Além do combate, o Prevfogo realiza atividades de recuperação ambiental e reflorestamento com apoio da empresa parceira Ansel, que doa mudas plantadas com a ajuda de moradores locais.
Como as bases locais do Prevfogo não realizam monitoramento por satélite em tempo real, os atendimentos dependem de chamados diretos da comunidade assim que o fogo tem início. Débora Thomaz reforça a importância da prevenção:
"Mínimo sinal de fumaça, faça os acionamentos às brigadas de Prevfogo, ao Corpo de Bombeiros, a todos os órgãos que estão trabalhando no combate. Primeiro, não queimem nada. Segundo, façam o acionamento dos órgãos de prevenção e controle para que esse fogo seja debelado o mais rápido possível, para que nós todos consigamos impedir que a Amazônia pegue fogo", falou a superintendente.
Open Questions
- Qual o impacto total em hectares da área atingida?







