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O debate sobre o desenvolvimento responsável da inteligência artificial tem ganhado destaque global, com alguns executivos defendendo uma pausa para avaliar riscos, enquanto outros acreditam que o avanço deve continuar sem restrições.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, durante conferência da empresa em 17 de março de 2026 — Foto: Reuters/Carlos Barria
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, disse que discorda da ideia de que a inteligência artificial (IA) vai destruir a humanidade. Segundo ele, há "0% de chance" de a tecnologia acabar com o mundo até 2030. A declaração foi dada em entrevista ao canal de TV norte-americano CBS News.
Alinhado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Huang minimizou as preocupações sobre o desenvolvimento responsável da IA e disse concordar com o presidente, que vem defendendo que a tecnologia continue avançando.
"Independentemente de como isso for caracterizado, a IA não será a responsável pelo fim do mundo até 2030. Há 0% de chance de isso acontecer", disse o executivo.
Casos recentes em que sistemas de IA saíram do controle e chegaram a invadir sites mostram o desafio de estabelecer limites para a tecnologia.
A repercussão desses episódios nos últimos dias chegou aos executivos de grandes empresas de IA. Alguns deles chegaram a defender uma pausa no avanço das tecnologias para tornar seu desenvolvimento mais seguro.
O estopim foi um texto publicado por Dario Amodei, CEO da Anthropic, empresa responsável pelo Claude. "Precisamos desacelerar o ritmo com que aprimoramos as capacidades dos modelos de IA", escreveu.
O discurso também foi defendido por executivos de empresas que concorrem com a Anthropic, como Sam Altman, CEO da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, Elon Musk, dono do X e da empresa de IA xAI, e Demis Hassabis, presidente do Google DeepMind.
Mark Zuckerberg, CEO da Meta (dona de Facebook, Instagram e WhatsApp), rejeitou os pedidos para pausar ou desacelerar o avanço da IA. Para ele, as regras do próprio mercado e o risco de processos na Justiça são as melhores proteções contra os perigos dessa tecnologia.
AI outlook — possibilities, not facts
O debate sobre a regulamentação da inteligência artificial continuará nos próximos meses, sem consenso entre os principais executivos do setor.
Likely · Within months
In a speech at the 81st UN General Assembly, US President Donald Trump rejected global initiatives to regulate artificial intelligence, argued that the country will maintain its technological advantage over China and promised to rename AI 'superintelligence', arguing that the term 'artificial' makes the technology appear fake.

Google received a €403 million fine from Ireland's data protection regulator for violating European rules on the use of geolocation data between May 2018 and February 2020.

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Astronauts on the Chinese Tiangong space station now use air fryers and microwaves adapted for space. The new system allows hot meals in 20 minutes, with a varied menu of 200 ingredients, aiming to improve nutrition on long-term missions.
The CEO of Nvidia states that artificial intelligence will not destroy the world by 2030, while in Brazil, Mendonça and Fux tell the PF that they cannot access a copy of Vorcaro's cell phone, the PF finds a photo of Gonet with Vorcaro in London, Lula and Flávio hold simultaneous rallies in SC, the former president of the Chamber of SP is unwell in prison and asks for a hospital, presidential candidates disagree on the minimum wage and pensions, the TSE accepts Flávio Bolsonaro's action against Lula and Alckmin for a samba school parade, and from today onwards, candidates can only be arrested in the act.

Donald Trump has stated that he will not impede the growth of the AI industry, but will monitor illicit conduct using the existing justice system. He rejected calls for new federal rules and said the U.S. just needs a strong president to regulate technology. US officials have said they will discuss AI with China ahead of their meeting with Xi Jinping next week.