
Governo se compromete a pagar R$ 68,8 milhões a prestadores de saúde até 13 de novembro
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Entidades de saúde suspenderam exames e cirurgias eletivas por tempo indeterminado devido a atrasos de cinco meses em pagamentos de cerca de R$ 274 milhões a aproximadamente 60 prestadores de serviço credenciados ao plano Servir dos servidores públicos estaduais do Tocantins.
A Justiça do Tocantins cancelou, nesta sexta-feira (6), o bloqueio de R$ 65,7 milhões das contas do Estado, que havia sido determinado no dia anterior para o pagamento de dívidas com hospitais e clínicas credenciados ao Servir, plano de saúde dos servidores públicos estaduais. A liberação foi concedida após um pedido conjunto do governo e da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO).
Na quarta-feira (4), entidades de saúde anunciaram a suspensão, por tempo indeterminado, de exames e cirurgias eletivas. Segundo as empresas, cerca de 60 prestadores de serviço acumulavam R$ 274 milhões em pagamentos atrasados havia cinco meses. No dia seguinte (5), a Justiça determinou o bloqueio de R$ 65,7 milhões das contas do Estado para pagar diretamente os hospitais, a pedido da própria Defensoria Pública.
Segundo a decisão, o desbloqueio foi concedido após o governo do Tocantins apresentar um plano para pagar R$ 68,8 milhões aos prestadores de serviço até 13 de novembro.
A decisão foi assinada pelo juiz Valdemir Braga de Aquino Mendonça, da 2ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas. A ação foi apresentada pelo Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (Nusa), da Defensoria Pública.
A suspensão dos atendimentos havia sido anunciada pelo Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Tocantins (Sindesto). Procurado pelo g1, o sindicato informou que ainda não foi notificado da decisão e que aguarda a comunicação oficial.
Atendimentos devem ser mantidos
Em outra decisão, a 1ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas determinou que os atendimentos aos beneficiários do Servir sejam mantidos. Segundo o juiz Roniclay Alves de Morais, o sindicato não tem legitimidade para determinar a paralisação dos serviços.
"Do mesmo modo, a legitimidade do sindicato para representar os interesses coletivos da categoria não se confunde com a titularidade dos contratos celebrados individualmente entre os prestadores e a Administração Pública, tampouco lhe confere, por si só, poderes para determinar ou impor a paralisação dos serviços contratados por todos os estabelecimentos credenciados", afirmou.
Justificativa para o desbloqueio
O governo estadual apresentou dados das secretarias da Fazenda (Sefaz) e da Administração (Secad) para argumentar que o bloqueio dos recursos comprometeria o pagamento de despesas essenciais da administração pública.
Entre as despesas que poderiam ser afetadas estavam a folha de pagamento dos servidores, estimada em R$ 299,5 milhões; a previdência estadual, com R$ 212,8 milhões; e os repasses obrigatórios aos demais Poderes, de R$ 257,9 milhões. O governo também citou dívidas externas e precatórios.
Diante da proposta de pagamento apresentada pelo governo, a Defensoria Pública e a Procuradoria-Geral do Estado (PGE) protocolaram uma petição conjunta para pedir o desbloqueio dos recursos. Ao acolher o pedido, o juiz destacou que o bloqueio de verbas públicas é uma medida extrema e que o acordo entre os órgãos tornou desnecessária a manutenção da medida.
Acordo de pagamento
Pelo acordo, o governo do Tocantins se comprometeu a pagar R$ 8,8 milhões imediatamente aos prestadores de serviço, com comprovação do pagamento no processo até segunda-feira (9). Outros R$ 60 milhões deverão ser pagos até sexta-feira (13), com comprovação até 16 de novembro.
O juiz alertou que as contas do Estado poderão ser bloqueadas novamente de forma imediata caso o governo descumpra os prazos ou os valores estabelecidos no acordo.
O juiz também afirmou que a paralisação dos serviços viola os contratos firmados com o Servir. Por isso, os estabelecimentos que recusarem atendimento poderão sofrer multa diária, sanções administrativas e até o cancelamento do credenciamento no plano.
AI outlook — possibilities, not facts
O governo do Tocantins pagará R$ 8,8 milhões imediatamente e R$ 60 milhões até 13 de novembro, conforme o acordo.
Likely · Within days
Os atendimentos aos beneficiários do Servir serão mantidos, com possíveis multas diárias e sanções administrativas para estabelecimentos que recusarem atendimento.
Likely · Within days
Paraguayan President Peña was arrested hours after the Senate approved his impeachment. His vice, Pedro Alliana, took office as president. The country also began to return money from the bank that was the pivot of the banking crisis, imposing rules.

Vice President Pedro Alliana took office as president of Paraguay this Friday (6), following the impeachment of Santiago Peña, amid the crisis caused by the closure of Banco Ueno, which left around 3 million customers without access to deposits worth approximately US$850 million.

Project by councilor Igor Franco (Podemos) creates the Charlie Kirk Commendation to honor conservative, Christian personalities and defenders of individual freedom in the Goiânia Chamber. Approved in a symbolic vote on October 29th with votes against by Aava Santiago (PSB) and Fabrício Rosa (PT), the project foresees up to 50 honorees per year. Charlie Kirk, an activist allied with Trump, was killed at the age of 31 on September 11, 2025, during an event at Utah Valley University, in the United States.
The vice president of Paraguay, Pedro Alliana, will assume the country's presidency, as reported. The article presents Alliana's profile without providing additional details about the circumstances of the succession.
Paraguay is facing a banking crisis and an impeachment process, with vice-president Pedro Alliana about to assume the presidency, while the country begins to return money from the bank at the heart of the crisis under imposed rules.

Cozzolino was elected general public defender of Rio de Janeiro with 773 votes, a historic record for the State Public Defender's Office. Voting took place online, from 10 am to 5 pm, with the participation of active and retired defenders. The result will be forwarded to the acting governor, judge Ricardo Couto, who will have 15 days to publish the appointment in the Official Gazette.