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A agressão ocorreu após o irmão da suspeita ter levado um tapa durante uma brincadeira com a vítima. Antes do ataque, houve uma reunião com a direção da escola para tentar resolver o conflito.
Como foi um trauma na cabeça, mesmo nos próximos dias ela vai precisar de muitos cuidados. Ela não pode dormir várias horas seguidas, eu preciso ficar acordando ela o tempo todo pra saber como está. Ela tem risco de desmaios.
De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita foi identificada como Kailane Moreira Pinto da Silva, de 20 anos. Imagens mostram a mulher agredindo a aluna com socos e chutes.
Ainda segundo o registro, pessoas que estavam no local presenciaram a violência e demoraram a intervir.
A mulher que aparece no vídeo se identificou como irmã de um colega de escola da vítima. Ela teria decidido tirar satisfação com a adolescente depois de saber que o irmão levou um tapa durante uma brincadeira. Antes da agressão, houve uma reunião com a direção da escola.
O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram acionados. Os militares estiveram em quatro endereços em Nova Lima e Raposos em busca da suspeita.
Uma parente de Kailane confirmou que, depois das agressões, ela pegou a filha e saiu em um carro de aplicativo em direção a Ribeirão das Neves.
A mãe da adolescente afirma que a filha está traumatizada e que acreditava que o problema já tinha sido resolvido dentro da própria escola, entre a filha e o colega.
"A brutalidade do ataque foi muito grande e foi por um motivo banal. A gente sempre espera que ela seja pega, que ela pague pelo que fez e que a gente tenha justiça", disse a mãe.
AI outlook — possibilities, not facts
A suspeita será localizada e presa pelas autoridades
Likely · Within days
O caso será encaminhado à Justiça para apuração dos fatos
Very likely · Within weeks

O missionário norte-americano D’andre Grayson, de 33 anos, e a mãe Mayanna Angelina Rodgers foram denunciados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul por homicídio qualificado com dolo eventual e quatro crimes de tortura contra o filho Oliver, de 3 anos, e outros três filhos. A mãe responde por tortura por omissão. As agressões ocorreram entre 2024 e julho de 2026 em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, culminando com a morte de Oliver em Viamão após espancamento por não ter dito 'bom dia'. A defesa de ambos nega as acusações e pede julgamento justo ou liberdade. A Polícia Civil indiciou o casal por homicídio e tortura, afirmando que as agressões ocorreram de forma reiterada por cerca de nove anos. Não há indícios de responsabilidade da rede de proteção municipal.

O secretário de Segurança Pública da Bahia, Ricardo César Mandarino, afirmou que o supermercado Atakarejo pode ser responsabilizado civilmente pelas mortes de Bruno e Yan Barros, após serem torturados e executados por seguranças que teriam acionado traficantes. A delegada Andréa Ribeiro confirmou que os seguranças cobraram R$ 700 para liberar as vítimas e negam envolvimento com criminosos, apesar das provas. Quatro pessoas ligadas ao tráfico foram presas em operações em Salvador e região.

Uma menina de 3 anos foi levada por criminosos durante um assalto ao carro da família em Piedade, Zona Norte do Rio, na noite de sexta-feira (28). A criança dormia no veículo e foi resgatada ilesa por policiais militares após ser encontrada em um carro abandonado na Rua Silva Vale. O pai, Miguel Machado, descreveu o trauma de não saber onde estava a filha e afirmou que a família se mudara recentemente em busca de tranquilidade.

Moradores ouviram o barulho do desabamento de uma estrutura em uma igreja por volta das 21h30 e acionaram os responsáveis. Segundo a coordenação da comunidade, não havia atividades no local e ninguém estava dentro da igreja quando o incidente ocorreu. O Corpo de Bombeiros foi acionado para apurar as causas.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul iniciou a devolução de 212 celulares recuperados na Operação Última Chamada, com atendimento concentrado na Depac Cepol em Campo Grande e nas delegacias do interior. As vítimas estão sendo contatadas individualmente para orientações sobre o procedimento de retirada.

Cabo Paulo Roberto, policial militar de 23 anos de serviço, foi morto com um tiro na cabeça durante um latrocínio na Marginal Tietê, sentido Castelo Branco, após ser surpreendido por três assaltantes que tomaram sua arma particular. O crime ocorreu na noite de sexta-feira, próximo à Ponte Domingos Franciulli Netto. O corpo será velado domingo em Poá e sepultado no Cemitério da Paz.