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Flávio Bolsonaro e Lula foram os dois candidatos mais votados no 1º turno das eleições presidenciais de 2026, com 47,03% e 45,16% dos votos válidos respectivamente, segundo o TSE.
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) disputam o 2º turno — Foto: Diego Herculano/Reuters e Adriano Machado/Reuters
O MDB está dividido no segundo turno da eleição presidencial. Dos 27 diretórios estaduais do partido, 16 declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL), enquanto dez anunciaram que estarão ao lado de Lula (PT). Em um estado, os filiados foram liberados para votar no candidato de sua preferência.
A divisão ficou evidente nesta terça-feira (13). Em evento realizado em São Paulo, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, anunciou o apoio da maioria dos diretórios estaduais a Flávio Bolsonaro. O candidato participou do encontro, que reuniu representantes desses estados.
Durante a tarde, a ala do partido favorável à reeleição de Lula e Geraldo Alckmin também formalizou seu posicionamento.
Veja a divisão abaixo:
Apoiam Flávio Bolsonaro os diretórios do MDB em 16 estados e no Distrito Federal: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, Amapá, Acre, Tocantins, Roraima, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.
Apoiam Lula os diretórios do MDB em dez estados: Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.
O MDB de Sergipe liberou seus filiados para votar no candidato de sua preferência. Apesar disso, o diretório enviou um representante ao encontro com Flávio Bolsonaro, em São Paulo.
Diretórios do MDB nos estados se dividem entre apoiar Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno — Foto: Arte/g1
O evento a favor de Flávio contou com a participação do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e do vice-governador paulista, Felício Ramuth -- ambos do MDB.
O encontro aconteceu no comitê de campanha do governador reeleito, Tarcísio de Freitas (Republicanos), outro apoiador do senador e ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (PL).
“Tomamos a decisão que o povo tomou nas urnas no primeiro turno, que é o desejo de mudança. E desejando que Flávio repita a gestão [de] Ricardo Nunes e [de] Tarcísio de Freitas”, afirmou Rossi, sobre a escolha da maioria do MDB em estar com Flávio Bolsonaro.
Do outro lado, os diretórios do MDB que declararam apoio a Lula estão concentrados nas regiões Nordeste e Norte. Nesses estados, o partido reúne lideranças políticas influentes, como as famílias Calheiros, em Alagoas, e Barbalho, no Pará, que estiveram ao lado do presidente ao longo de seu terceiro mandato.
Nas eleições de 2026, o MDB elegeu sete senadores. Parte deles disputou a eleição em coligações com Lula e o PT (AM, PA e PI), enquanto outros estiveram alinhados à oposição local (RR, SE e TO). Na Paraíba, o candidato do MDB recebeu o apoio de Lula, embora não integrasse formalmente uma aliança com o presidente.
2º turno em 25 de outubro
Flávio Bolsonaro e Lula foram os dois candidatos à Presidência da República mais votados no 1º turno, disputado no dia 4 de outubro. O senador teve 47,03% dos votos válidos, enquanto o atual presidente, 45,16%. A distância de 1,87 ponto percentual, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi a menor da história em um 1º turno.
Eles deixaram para trás Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO), que anunciaram suas posições para o 2º turno. Veja abaixo:
Flávio Bolsonaro recebeu apoio de: Cury, Zema, Caiado e Clariana Barão;
Lula recebeu apoio de: Edmilson Costa, Hertz Dias e Samara;
Outros dois candidatos tiveram posições de neutralidade: Rui Costa Pimenta orientou voto nulo, já Renan Santos liberou os apoiadores. Wilson Grassi não se posicionou.
Flávio conta com o apoio de dois candidatos que tiveram mais votos: Cury recebeu 2,89% dos votos válidos e Caiado, 2,18%. Neutro, Renan Satnos teve 2,24% e os demais tiveram menos de 1% dos votos.
Entre os partidos brasileiros, Flávio Bolsonaro tem os apoios de Avante, DC, NOVO, Podemos, PP, PRTB, Republicanos e União Brasil. O PL estava em chapa puro-sangue no 1º turno.
Já Lula recebeu orientações de voto a seu favor de PCB, PSTU e UP, que não estavam em sua aliança de 1º turno, formada por PCdoB, PDT, PSB, PSOL, PV e Rede.
AI outlook — possibilities, not facts
O MDB manterá sua divisão interna até o dia da eleição em 25 de outubro.
Likely · Within days

The leader of the MDB in the Senate, Eduardo Braga, declared support for Lula's reelection on behalf of the party's senators, while 10 directorates from the North and Northeast announced support for the PT member. In contrast, the MDB formalized majority support for Flávio Bolsonaro, with 17 of the 27 state directorates declaring support for the PL candidate. Veneziano Vital do Rêgo also supported Lula and criticized Flávio Bolsonaro for threatening the tax reform approved in 2024.

UnB students held an event from 4pm at the Museum of the Republic in support of Lula's re-election and criticizing the far right, with the presence of Agnelo Queiroz and deputies Max Maciel, Gabriel Magno and Erika Kokay. PMDF reported that Via S1 on Esplanada dos Ministérios is fully occupied.

The inspector general of the Electoral Justice, Ricardo Villas Bôas Cueva, defended that the discussion on the operation of the 'Lula's Army' channel, on WhatsApp, be carried out by the plenary of the Superior Electoral Court, after the president of the TSE, Kassio Nunes Marques, recognized the registration of the channel by the Lula campaign and stated that it could return to operation after 48 hours, in a process brought by the Flávio Bolsonaro campaign.
Pope Francis was diagnosed with lung adenocarcinoma, according to a Vatican statement; Doctors already suspected cancer before surgery. Meanwhile, the TSE judges cases about electoral propaganda by Flávio Dino and Lula, authorizing 'Lula's Army' but suspending the channel for 48 hours, and the MDB is divided in the second round of the municipal elections, with 16 directorates supporting Flávio and 10 staying with Lula.

Quaest survey released this Tuesday (13) shows Allyson Bezerra (União Brasil) with 45% of voting intentions and Cadu de Lula (PT) with 42% in the second round for the Government of Rio Grande do Norte, in a technical tie within the margin of error of three percentage points. 1,098 people were interviewed between August 9th and 12th.

The government leader in the Senate, Teresa Leitão (PT-PE), obtained the 54 signatures necessary to present a request for voting in a single round of the PEC that ends with the 6x1 scale, providing for a 40-hour work week and two days of paid time off. The president of the Senate, Davi Alcolumbre, confirmed that the request will be voted on this Wednesday (14), the last day of discussion of the proposal. If approved, voting on the PEC could take place on the same day, in the first and second rounds. Government and opposition parliamentarians say there are enough votes for approval, with the aim of promulgation by December 22, before the second round of municipal elections. The proposal was already approved by the CCJ in September and includes a transition rule for the gradual reduction of working hours, with the exception of high-income workers.