BackOperação Insídia investiga servidores por facilitação de entrada de celulares em presídio de MT
Operação Insídia investiga servidores por facilitação de entrada de celulares em presídio de MT
NEWS
G11 hour agoCrime2 min readBrazilView translation

Operação Insídia investiga servidores por facilitação de entrada de celulares em presídio de MT

Policial penal e professora são suspeitos de receber propina para entregar aparelhos a facção criminosa no Centro de Ressocialização de Várzea Grande

Quick Look

Operação Insídia cumpre oito ordens judiciais em Cuiabá contra um policial penal e uma professora suspeitos de facilitar a entrada de celulares para facção criminosa no Centro de Ressocialização de Várzea Grande mediante pagamento de propina.

AI-generated summary

Why It Matters

As investigações tiveram início em junho de 2025 após análise de materiais apreendidos que revelaram transferências bancárias suspeitas.

Font size

A Operação Insídia cumpre oito ordens judiciais nesta quarta-feira (9), em Cuiabá. Entre as medidas estão duas prisões preventivas, duas buscas e apreensões, dois bloqueios de valores e a suspensão temporária das funções públicas dos investigados.

As investigações começaram em junho de 2025, depois que a polícia analisou materiais apreendidos e encontrou transferências via Pix para a professora. Os pagamentos teriam sido feitos por detentos ou por pessoas próximas a eles, incluindo familiares e visitantes autorizados.

As movimentações chamaram a atenção dos investigadores e foram relacionadas a uma denúncia sobre a entrada clandestina de celulares e outros produtos na unidade prisional. A suspeita é de que os servidores recebiam dinheiro para facilitar o acesso dos objetos ao presídio.

Segundo a investigação, o policial penal cobrava entre R$ 7 mil e R$ 10 mil por aparelho celular que seria entregue a integrantes da facção. Para dificultar o rastreamento do dinheiro, ele teria usado a conta bancária da companheira para receber parte dos pagamentos.

De acordo com as apurações, a professora utilizava o acesso autorizado ao interior do Centro de Ressocialização de Várzea Grande, onde trabalhava em salas anexas de uma escola estadual, para ajudar na entrada dos objetos. O policial penal, por sua vez, teria usado as próprias atribuições funcionais para facilitar a entrada dos celulares e de outros itens destinados aos integrantes da organização criminosa.

Para os investigadores, o acesso privilegiado dos dois servidores ao ambiente prisional era fundamental para o funcionamento do esquema.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou a suspensão cautelar das funções públicas dos dois investigados enquanto as apurações estiverem em andamento. Também foram autorizados bloqueios de valores nas contas dos suspeitos. No caso da professora, o limite é de R$ 14,6 mil. Para o policial penal, o bloqueio chega a R$ 25,5 mil.

As buscas têm o objetivo de encontrar documentos, aparelhos e outros materiais que possam ajudar a esclarecer o funcionamento do esquema e identificar possíveis participantes.

As investigações continuam para descobrir se outras pessoas participaram do esquema e dimensionar a atuação do grupo.

What to Watch

AI outlook — possibilities, not facts

  • Continuidade das investigações para identificar outros participantes.

    Very likely · Within months

Open Questions

  • Existem outros servidores envolvidos no esquema?
  • Qual o volume total de aparelhos entregues à facção?

Related Topics

This article was originally published by G1.

Related Stories

Father asks for return of missing teenager in Anápolis after running away from home
Urgent·

Father asks for return of missing teenager in Anápolis after running away from home

Fábio Soares, father of Ana Clara Alves Silva, made an emotional appeal on TV Anhanguera asking for the return of his daughter, who had been missing since the early hours of Sunday (6) after running away from home in Anápolis. The teenager left a farewell letter without revealing where she went. The aunt revealed that friends said that her 28-year-old boyfriend wanted to take her to Canada. The Civil Police listen to family members to obtain more details.

G1
1 min read
More on this topicoperação insídia