Passageira do 99 sofre agressão e arrastamento após corrida em Tremembé
Quick Look
Yasmin relata ter sido agredida e arrastada por um motorista do aplicativo 99 após discutir o pagamento da corrida em Tremembé, ficando ferida e sem receber socorro imediato; empresa bloqueou o motorista e oferece suporte à vítima.
AI-generated summary
Why It Matters
Yasmin utilizou o aplicativo 99 para levar o irmão de quatro anos à mãe em Tremembé, iniciando uma corrida que terminou em agressão após desentendimento sobre o pagamento.
Yasmin concedeu entrevista à TV Vanguarda com ferimentos no rosto, nos braços e nas pernas. Ela contou que solicitou a corrida pelo aplicativo para levar o irmão mais novo, de quatro anos, para a mãe. Disse que, como o irmão estava chorando quando entraram no carro, o motorista teria demonstrado impaciência. No meio do caminho, disse ter visto a mãe e solicitado ao motorista para parar o carro.
Após descer para entregar o irmão e retornar ao carro para pagar a corrida, que teria custado R$ 12,60, ela diz que o motorista tomou da mão dela uma nota de R$ 100, não deu o troco e arrancou com o carro.
"Eu tive uma discussão com a minha mãe, desci do carro com meu irmão. Ele (motorista) foi um pouco à frente, fez a rotatória e voltou (para receber). Eu tinha esquecido dele. Ele veio xingando. Eu fui com uma nota de 100 para dar para ele. Ele puxou e, nisso que foi sair com o carro, me puxou junto. Eu fiquei grudada no carro. Eu grudei mais forte para não cair, mas eu vi que ele não iria parar o carro. Estava fazendo muito zigue-zague. Eu pulei e bati a cabeça, minha perna está toda roxa. Mesmo assim, ele não prestou socorro. Saiu correndo, quase atropelou a mulher que estava vindo. Eu tinha duas notas de 100, uma rasgou", contou Yasmin.
O caso ocorreu na Rua José Vicente de Barros, entre os bairros Vera Cruz e Parque Santo Antônio, em Tremembé. As imagens foram flagradas pelo COI de Tremembé. Nas imagens é possível ver o momento em que um carro branco acelera pela rua, sentido Tremembé, fazendo um zigue-zague. A vítima fica pendurada na porta do motorista (assista o vídeo acima). As investigações continuam.
"Na hora, eu só queria ir embora para minha casa. Não queria nem ir ao hospital. Eu estava bem consciente. Estava sentindo bastante dor na minha perna. O Samu chegou bem rápido. Não me recordo o que aconteceu. Só recordo quando já estava no chão. Não lembro muito. No dia, tive alta (do hospital). Não estava conseguindo mexer minha perna. Ontem consegui mexer. Hoje está melhor", afirmou.
A 99, empresa responsável pelo aplicativo, informou por meio de nota que lamenta o ocorrido e que o perfil do motorista foi permanentemente bloqueado. Informou que uma equipe especializada busca contato com a passageira para oferecer suporte e acolhimento. Acrescentou que possui "uma política de tolerância zero para comportamentos ofensivos, atitudes agressivas e quaisquer outras formas de violência, especialmente contra mulheres".
What to Watch
AI outlook — possibilities, not facts
As autoridades concluem a identificação e possível prisão do motorista envolvido.
Likely · Within weeks
A 99 oferece suporte médico, psicológico ou financeiro à Yasmin como parte de sua política de tolerância zero.
Very likely · Within days
Open Questions
- Qual foi a identidade completa do motorista envolvido?
- O motorista foi identificado e preso pelas autoridades?
- Que medidas adicionais a 99 tomará além do bloqueio do perfil?
- Yasmin receberá indenização ou suporte médico contínuo?






