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O IBGE divulga periodicamente estimativas populacionais entre os censos, utilizando dados de nascimentos, óbitos e migração. Essas estimativas são usadas para planejamento de políticas públicas, distribuição de recursos e análise de tendências demográficas.
A população estimada do Brasil atingiu 214,2 milhões de pessoas no dia 1º de julho deste ano, de acordo com o estudo Estimativas da População, divulgado nesta sexta-feira (28) pela editoria de Estatísticas Sociais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O ritmo de crescimento da população é cada vez menor, destaca o estudo.
A expansão populacional do país foi de 0,37% em relação ao ano anterior, mostrando queda em comparação ao período 2024/2025, quando atingiu 0,39%.
População por regiões
41,6% estão no Sudeste: 89 milhões de pessoas;
26,8% no Nordeste: 57,4 milhões;
14,7% no Sul: 31,5 milhões;
8,8% no Norte: 18,9 milhões;
8,1% no Centro-Oeste: 17,4 milhões de pessoas.
Estados mais populosos
São Paulo tem 21,6% da população brasileira: 46,1 milhões de habitantes;
Minas Gerais, 10%: 21,5 milhões;
Rio de Janeiro, 8,0%: 17,2 milhões.
No sentido inverso, as três menores unidades da federação em termos populacionais estão na Região Norte e apresentam menos de 1 milhão de habitantes cada uma: Acre, com 887,8 mil pessoas (0,41% da população total do Brasil); Amapá, com 809,9 mil pessoas (0,38%); e Roraima, 761 mil pessoas (0,36%).
Cidades mais populosas
São Paulo (SP): 11.911.337 de pessoas;
Rio de Janeiro (RJ): 6.731.133;
Brasília (DF): 3.009.996 pessoas;
Fortaleza (CE): 2.582.360 habitantes;
Salvador (BA): 2.559.945 moradores.
Juntos, os cinco municípios somam 26.794.771 pessoas, ou o correspondente a 12,5% da população brasileira.
O estudo mostra ainda que os cinco municípios menos populosos são: Serra da Saudade (MG), com 857 habitantes; Anhanguera (GO), com 906 pessoas; Borá (SP), com 935 moradores; Araguainha (MT), com 989 habitantes; e Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.070 pessoas.
Da lista dos 15 municípios brasileiros com mais de 1 milhão de habitantes, apenas Guarulhos, com 1.351.284 habitantes, e Campinas, 1.189.761 moradores, ambos no estado de São Paulo, não são capitais estaduais.
Quatro em cada dez municípios do país (44,3%) têm até 10 mil habitantes. Essas 2.467 cidades somam 6% da população brasileira ─ 12,8 milhões de pessoas.
As 27 capitais da Federação concentram população de 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a 23,1% da população total. As capitais menos populosas são Palmas (TO), com 333.154 pessoas; Vitória (ES), 343.935 habitantes; e Rio Branco (AC), com estimativa de 390.038 moradores.
Crescimento da população
Boa Vista (RR) aparece como a capital com maior taxa de crescimento no período 2025-2026, com +3,2%. Por outro lado, as capitais que apresentam queda da população em relação às estimativas de 2025 são Salvador (-0,17%), Natal (-0,13%), Belém (-0,08%) e Belo Horizonte (-0,02%).
Segundo o IBGE, as maiores taxas de crescimento populacional foram registradas nos estados de Roraima, Santa Catarina e Mato Grosso: 3,01%; 1,54% e 1,46%, respectivamente.
Esses foram, também, os únicos estados a apresentarem valores superiores a 1%. Já as menores taxas foram observadas nos estados do Rio de Janeiro (0,01%), Alagoas (0,01%) e Rio Grande do Sul (0,00%).

A Nasa lançará neste domingo (30) o telescópio espacial Nancy Grace Roman a bordo de um foguete Falcon Heavy da SpaceX, a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. O Roman possui um campo de visão 100 vezes maior que instrumentos semelhantes do Hubble e será posicionado no ponto de Lagrange 2, a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, onde trabalhará em conjunto com o James Webb para estudar energia escura, matéria escura e exoplanetas.

João Pessoa foi a capital do Nordeste com maior crescimento populacional entre 2025 e 2026, com 906.093 habitantes, segundo dados do IBGE divulgados na sexta-feira (28). A Paraíba liderou o crescimento regional com taxa de 0,44%, empatada com o Distrito Federal em 11º lugar nacional.

Um eclipse lunar parcial foi observado no Paraná na noite de quinta-feira (27) para sexta-feira (28), com início às 22h24 e ponto máximo às 1h13, quando 96,2% do disco lunar foi encoberto pela umbra da Terra. O fenômeno não foi total, portanto a Lua não ficou completamente avermelhada.

O jornalista Antonio Walter Barbero, de Sorocaba (SP), com deficiência visual congênita, fotografou o eclipse lunar parcial entre a noite de 27 e madrugada de 28 de março, usando câmera com zoom óptico e técnicas de apoio no corpo para compensar a baixa visão. Ele nasceu com persistência do vítreo primário e lesões na retina, realizou cirurgia de catarata e enxerga melhor de perto. O evento também foi registrado pelo Clube Centauri de Astronomia de Itapetininga, que transmitiu ao vivo para mais de 62 mil pessoas nas redes sociais. Antonio fará uma palestra sobre inclusão e cidadania na Feira de Literatura Infantil da Academia Sorocabana de Letras neste sábado (29).

Pesquisadores da UFRRJ utilizam drones com sensores multiespectrais e algoritmos de inteligência artificial para identificar espécies em áreas de restauração da Mata Atlântica, visando otimizar o monitoramento de plantas invasoras e o progresso do reflorestamento.
Cientistas com participação da Uerj descreveram nova espécie de peixe pré-histórico de 254 milhões de anos encontrada em Alto Garças (MT). O fóssil, extremamente preservado, revela detalhes sobre o Gondwana antes da extinção Permo-Triássica.