Quem era o policial militar morto durante assalto na Marginal Tietê, em SP
Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, morava em Poá, era divorciado e deixou três filhos; cabo da PM integrava unidade especializada desde 2023.
Quick Look
- O cabo da Polícia Militar Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, foi morto a tiros durante um assalto na Marginal Tietê, em São Paulo.
- A vítima, que estava de folga, foi abordada por três suspeitos após parar o veículo para verificar um pneu.
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Why It Matters
A vítima era cabo da PM e integrava a Caep desde 2023. A polícia investiga se o crime foi premeditado através de obstáculos na via.
O cabo da Polícia Militar Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos, morreu após ser baleado durante um assalto na Marginal Tietê, em São Paulo.
A vítima parou o carro para verificar o pneu e foi rendida por 3 suspeitos. Eles o agrediram e o balearam com a própria arma particular.
A polícia investiga se criminosos colocaram pedras na pista para forçar a parada. Os suspeitos fugiram e a ocorrência foi registrada como latrocínio.
O policial militar de folga morto durante um assalto na Marginal Tietê, na Zona Norte de São Paulo, era o cabo Paulo Roberto Lima Pereira, de 44 anos. Ele morava em Poá, era divorciado e deixou três filhos.
Paulo trabalhava na Companhia de Ações Especiais de Polícia (Caep) do Comando de Policiamento de Área Metropolitana 12 (CPA/M-12), em Mogi das Cruzes. Segundo a Polícia Militar, ele integrava a unidade desde a criação, em 2023.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima dirigia um Volkswagen Jetta preto e havia parado o carro para verificar um problema no pneu quando foi abordado por três suspeitos.
Um agente da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que passava pelo local, contou à polícia que viu três homens saírem da margem do rio e se aproximarem do policial. Segundo o relato, eles entraram em luta corporal com a vítima. Na sequência, o agente ouviu disparos e viu os suspeitos fugirem.
Segundo a investigação, Paulo Roberto foi surpreendido por trás e imobilizado pelo pescoço com um golpe conhecido como "mata-leão". Os outros dois criminosos teriam passado a agredi-lo, dando início a uma luta corporal.
Durante a ação, os suspeitos teriam percebido que a vítima era policial e tomado sua arma particular, de calibre .45. A investigação aponta ainda que o policial foi baleado com essa arma, que foi levada pelos criminosos durante a fuga.
Paulo Roberto foi socorrido e levado ao Pronto-Socorro do Hospital Municipal do Tatuapé, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
Os outros pertences pessoais da vítima, o carro e a arma pertencente à Polícia Militar permaneceram no local. Até o momento, segundo a polícia, a arma particular foi o único bem levado pelos criminosos.
A investigação também apura se o crime pode estar relacionado a um modus operandi conhecido na região. De acordo com a Polícia Civil, há suspeita de que criminosos coloquem pedras de grandes dimensões na pista para provocar danos aos veículos e obrigar os motoristas a parar.
Enquanto o motorista deixa o carro, integrantes do grupo que estariam escondidos nas proximidades — inclusive em uma área de vegetação além da mureta — aproveitariam a parada para abordar as vítimas e cometer roubos.
Por enquanto, a Polícia Civil trabalha com essa hipótese. Os suspeitos fugiram em direção à margem do rio e ainda não foram localizados.
O caso foi registrado como latrocínio no 73º Distrito Policial (Jaçanã).
Open Questions
- Os suspeitos foram identificados?
- A arma particular foi recuperada?






