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Rose Monteiro foi uma figura central na cultura e educação do Pará, atuando como dançarina, professora e gestora pública por mais de duas décadas, com formação acadêmica em Educação Física e especialização em movimento humano.
Natural da capital paraense, Rose adotou o município de Tucuruí, no sudeste do estado, como lar nos últimos 27 anos.
Ao longo de sua carreira, ela uniu a sensibilidade artística à pesquisa acadêmica, transformando a dança em uma ferramenta de inclusão social, educação e desenvolvimento regional.
A atuação de Rose Monteiro se destacou pela capacidade de transitar com excelência entre a prática artística e o ambiente universitário. Ela era mestra em Ciência da Motricidade Humana, especialista em Pedagogia do Movimento Humano e graduada (licenciatura e bacharelado) em Educação Física pela Universidade do Estado do Pará (UEPA).
Na instituição, Rose atuou como professora assistente nos cursos de Enfermagem e Educação Física, além de se dedicar à pesquisa científica sobre o movimento humano.
O reconhecimento de seu trabalho ultrapassou as fronteiras do estado, garantindo-lhe uma cadeira no prestigiado Conselho Internacional de Dança (CID), órgão vinculado à Unesco.
A contribuição de Rose para a cultura paraense ganhou força com a criação de projetos que descentralizaram o acesso à arte. Ela foi a mente por trás de importantes iniciativas em Tucuruí, tais como:
A liderança dela também se estendeu à gestão pública, onde ocupou por duas vezes o cargo de Diretora Executiva de Cultura de Tucuruí, formulando políticas públicas para o setor.
Um dos pilares do trabalho de Rose Monteiro foi a democratização da dança. Ela desenvolveu oficinas pedagógicas focadas na introdução do balé clássico em escolas públicas e no uso da dança contemporânea como metodologia de ensino.
Rose também foi pioneira em promover a dança para pessoas com deficiência (PcD). Ela levou essa metodologia inclusiva para eventos como o Dança Carajás Festival, em Parauapebas, e publicou artigos científicos que discutiam a acessibilidade e a presença de corpos diversos na cena artística contemporânea.
Como intérprete e coreógrafa, Rose iniciou sua trajetória artística de destaque em 1996, participando do espetáculo "A Cruz e a Moça", com a Cia de Arte Farrabamba.
Nos anos seguintes, assinou a direção, coreografia e produção de dezenas de espetáculos marcantes no estado, como "Ligações Perigosas", "Tribos", "Minha Terra", "As Quatro Estações", "Sábias" e "Plural".
Rose Monteiro deixa um legado que conecta arte, educação e transformação social, tendo aberto caminhos para que novas gerações de artistas e pesquisadores pudessem ocupar os palcos e as salas de aula do Pará.

Estação das Docas, in Belém, will host a special Círio 2026 program from September 23rd, with a visit to the Pilgrim Image of Our Lady of Nazaré, musical performances, carimbó, dance and attractions from the Cultura na Estrada project, with free entry until September 26th.

The sixth edition of Feira Diversa will be held on October 24th, from 1pm to 7pm, at Praça da Matriz in Tatuí, with free entry. Organized by Coletivo Cultural Amassa Diversa, the event will bring together artists, artisans and creative entrepreneurs, with a focus on valuing independent cultural production and encouraging LGBTQIAPN+ protagonism. It is the first time that the fair takes place in a public square, according to the city hall, expanding access to the public.

From September 21st, the Museu da Imagem e do Som do Pará (MIS-PA) in Belém will show free Brazilian films of different genres such as suspense, science fiction, comedy and drama at the Eneida de Moraes Auditorium, as part of the 'Viva Cinemateca' initiative.

Former player Robinho read works such as 'Tristão e Isolda' and 'Capitães da Areia' in prison in Limeira (SP), guaranteeing a reduced sentence. Experts debate the pedagogical and social impact of reading in the prison system.

The collective exhibition presents works by artists such as Nath Oliveira and Coletivo Arani, curated by Silviane Lopes and Marcia Moraes, exploring themes of ancestry, nature and territory through weaving, installations and collaborative projects in Juiz de Fora.

Commercial cinemas in Mato Grosso are present in only 15 of the 142 municipalities, forcing residents of 127 cities to travel to watch films, revealing inequality in access to culture.