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A Stellantis, dona das marcas Jeep e RAM, realizou recalls no Brasil por defeitos identificados em veículos, incluindo risco de incêndio na bomba de direção e falha na fixação de cintos de segurança.
Jeep Wrangler Rubicon 2025 — Foto: Divulgação / Stellantis
A Stellantis, dona da marca Jeep, anunciou um recall no Brasil dos modelos Gladiator Rubicon (modelo 2022 a 2025) e Wrangler (anos-modelo 2021 a 2025) por risco de incêndio.
O chamado envolve 1.472 unidades dos dois modelos e é motivado por uma falha identificada no circuito elétrico da bomba de direção eletro-hidráulica dos veículos.
Em situações extremas, segundo a marca, esse defeito de funcionamento pode provocar um princípio de incêndio.
De acordo com o comunicado da Stellantis, isso traz riscos de danos materiais e lesões físicas aos ocupantes e terceiros.
Para solucionar o problema, a montadora orienta os proprietários dos modelos afetados a agendarem o atendimento na rede de concessionárias da marca.
O procedimento consiste em uma verificação técnica do sistema e no reparo do componente, com um tempo estimado de execução de aproximadamente 30 minutos.
Os números dos chassis envolvidos na campanha são:
Jeep Gladiator Rubincon (2022-2025)
NL127704 a SL502236
Jeep Wrangler (2021-2025)
MW539580 a SW500071
Jeep Gladiator Rubicon 2025 — Foto: Divulgação / Stellantis
Recall da RAM 1500
Segundo comunicado da empresa, "foi identificada a possibilidade de falha na fixação dos cintos de segurança do banco traseiro, que pode, eventualmente, ocasionar a falta de retenção dos ocupantes do veículo em caso de frenagem brusca ou acidente, consequentemente, potencializando a ocorrência de danos materiais, físicos ou até mesmo fatais".
A orientação aos proprietários das 5.810 unidades envolvidas no recall é entrar em contato com uma concessionária RAM e agendar a verificação.
Se necessário, será feita a fixação correta dos cintos de segurança para o banco traseiro.
Segundo a Stellantis, os serviços de inspeção e eventual reparo são gratuitos e levam 30 minutos para serem concluídos.
RAM 1500 (modelos 2021 até 2026)
Chassis: MN542089 a T4190489
RAM 1500 — Foto: Divulgação / Stellantis
Recall de 1,5 milhão de picapes
A agência Reuters noticiou em julho que a Stellantis, dona da marca RAM, faria um recall de mais de 1,5 milhão de unidades da picape 1500 por problemas nos cintos de segurança.
Os modelos envolvidos na campanha foram fabricados entre 2019 e 2026. São 1,27 milhão de picapes nos Estados Unidos, 156 mil no Canadá, 15 mil no México e cerca de 75 mil fora da América do Norte.
O defeito detectado nos EUA, o mesmo das picapes vendidas no Brasil, está nos pontos de ancoragem dos cintos de segurança na segunda fileira de assentos, especificamente nas fivelas do cinto do meio e do cinto do passageiro que vai à esquerda, logo atrás do motorista.
De acordo com o informado pela agência Reuters em julho, “o problema pode afetar o desempenho do sistema de cintos de segurança da segunda fileira de bancos e aumentar o risco de ferimentos aos ocupantes. A Stellantis tem conhecimento de um caso de lesão possivelmente relacionado ao defeito que motivou o recall, mas não há registro de mortes”.
Bancos traseiros da RAM 1500 — Foto: Divulgação / Stellantis
A produção da indústria brasileira subiu 0,2% em julho frente a junho, interrompendo dois meses consecutivos de queda. O setor acumula alta de 1,1% em 2026 e 0,6% nos últimos 12 meses, embora tenha recuado 0,5% na comparação anual. Dados da PIM/IBGE mostram avanço em três das quatro categorias econômicas, com destaques para bens de consumo duráveis (+3,2%) e de capital (+2,4%).

A região do Alto Tietê, em São Paulo, disponibiliza 3.612 vagas de emprego nesta quarta-feira (2). As oportunidades abrangem diversas áreas em Suzano, Itaquaquecetuba, Guararema, Ferraz de Vasconcelos e Santa Isabel, com candidaturas online ou presenciais.

A Paraíba atingiu a terceira posição nacional em qualidade de crédito para pessoas físicas e a quarta em potencial de mercado, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados de 2025, registrando avanços significativos em relação ao ano anterior.
A alta internacional do petróleo e conflitos entre EUA e Irã impulsionaram o Ibovespa a subir 1,3% e levaram o dólar a cair para R$ 5,15 no Brasil, contrariando Wall Street.
A Petrobras reajustou o preço do querosene de aviação (QAV) em 13,9% a partir de 1º de setembro, citando impactos da guerra no Oriente Médio na logística do petróleo. O aumento eleva o custo médio para R$ 0,68 por litro, com variações entre R$ 5,44 e R$ 5,70 nas refinarias. O combustível representa cerca de 30% das despesas operacionais das companhias aéreas brasileiras, segundo a Anac.
O projeto da Lei Orçamentária Anual (PLOA) para 2027, enviado ao Congresso Nacional, prevê R$ 133,8 bilhões em investimentos, aumento em relação aos R$ 110,8 bilhões de 2026. O valor inclui R$ 87,9 bilhões em despesas primárias e R$ 45,9 bilhões em inversões financeiras, com R$ 61,5 bilhões destinados ao Novo PAC. O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, afirma que o aumento é possível graças ao controle das despesas obrigatórias, mas ressalta que o volume ainda é insuficiente para sustentar um crescimento mais acelerado.