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O anúncio do tarifaço, a declaração de inimizade do secretário de Estado Marco Rubio contra o governo Lula e a divulgação da foto de Trump com Flávio Bolsonaro não são coincidências.
É como se o governo Trump tivesse tirado o título de eleitor para participar das eleições de 2026.
Mas, quando Trump tenta se meter na política interna de países estrangeiros, mostra que é um Midas às avessas: onde põe a mão, atrapalha os próprios aliados.
O tarifaço já foi batizado pela internet de "Tariflávio". E isso é ruim para a campanha de Flávio Bolsonaro, que vinha surfando na decisão dos Estados Unidos de classificar o CV e o PCC como organizações terroristas.
"É fantástico que, tirando Nicarágua, Cuba, Venezuela e, claro, o Brasil, embora esteja no meio de um ciclo eleitoral, e, em alguma medida, a Colômbia, temos uma região cheia de aliados e amigos dos Estados Unidos."
Ou seja, a mensagem é clara: para o governo Trump, o governo Lula é um problema. E esse problema poderia ser resolvido pelas urnas, desde que o candidato preferido da Casa Branca — Flávio Bolsonaro — saísse vitorioso.

A Câmara de Vereadores de Praia Norte cassou o mandato da prefeita Bruna Gabrielle (PSD) por infrações político-administrativas. Paralelamente, a Justiça determinou seu afastamento por 90 dias devido a investigações de desvio de R$ 4,4 milhões em contratos fraudulentos.
O presidente Lula telefonou para Donald Trump nesta sexta-feira para contestar novas tarifas americanas contra o Brasil e discutir a cooperação em segurança e conflitos internacionais. A conversa durou 1h20 e focou em diplomacia e combate ao crime organizado.
O presidente Lula e o presidente dos EUA, Donald Trump, conversaram por telefone nesta sexta-feira (21) e acertaram a retomada das negociações comerciais para debater tarifas, além de discutirem cooperação policial e conflitos internacionais.
O governo do presidente colombiano Abelardo de la Espriella encerrou o jornalismo das 20 Emissoras da Paz, criadas pelo Acordo de Paz de 2016 com as Farc, substituindo os noticiários por programação musical centralizada em Bogotá.
Relatório da Oxfam Brasil revela que a concentração de riqueza e a predominância de elites econômicas no poder político perpetuam a desigualdade no país, limitando a representatividade de mulheres e grupos vulneráveis e influenciando a agenda pública.

O presidente Donald Trump tem adotado uma retórica agressiva contra aliados históricos, incluindo ameaças a Omã e a redução unilateral de exercícios militares com a Coreia do Sul, gerando preocupações sobre a estabilidade das alianças dos EUA.