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Law·6/13/2026AI summary

Justiça italiana anula extradição de Carla Zambelli e levanta dúvidas sobre STF

A Justiça italiana, através da Corte de Cassação, anulou o pedido de extradição do Brasil contra a ex-parlamentar Carla Zambelli. A decisão se baseou na alegação de falta de imparcialidade objetiva do STF e do ministro Alexandre de Moraes, que atuou como juiz e vítima no processo. O STF, por meio de seu presidente Edson Fachin, expressou preocupação com a decisão italiana, defendendo a independência e imparcialidade de seus ministros. Um segundo pedido de extradição, referente a porte ilegal de armas, ainda será analisado.

G
G1
World
5/9/2026

Ativista Thiago Ávila será solto hoje por Israel, informa organização

O ativista brasileiro Thiago Ávila, preso por Israel no mês passado, foi solto neste sábado (9) e deve ser deportado nos próximos dias. A informação é do Centro de Direitos Humanos Adalah, centro de assistência jurídica que acompanha o caso. Além do ativista brasileiro, deve ser libertado e deportado o espanhol Saif Abu Kashek. Os dois foram presos ilegalmente quando força israelenses atacaram um navio da Global Sumud Flotilla, que levava alimentos e itens básicos de sobrevivência para a população de Gaza. Notícias relacionadas:Morre mãe do ativista brasileiro Thiago Ávila, preso em Israel.Detenção de ativista brasileiro em Israel é injustificável, diz Lula.Justiça de Israel prorroga prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila.“Hoje, sábado, 9 de maio, o Shabak (agência de inteligência israelense) informou a equipe jurídica do @adalah.legal.center, uma organização membro da FIDH [Federação Internacional de Direitos Humanos], que os dois líderes da Flotilha Global Sumud serão transferidos para as autoridades de imigração ainda hoje, aguardando deportação para seus países de origem”, diz o comunicado divulgado pelo Adalah.  Ainda de acordo com o comunicado, os interrogatórios contra Thiago Ávila e Saif Abukeshek terminaram, após os dois terem sido mantidos em isolamento total “sob condições punitivas e submetidos a maus-tratos e tortura, apesar de sua missão ser inteiramente civil.” O Adalah disse ainda que está acompanhando de perto a situação. Thiago e Saif estão em greve de fome desde o início da detenção. Na terça-feira (5) o Tribunal de Magistrados de Ashkelon, de Israel, havia prorrogado a prisão dos ativistas até amanhã (10). A decisão é do juiz Yaniv Ben-Haroush.  A extensão da prisão do ativista brasileiro foi criticada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que a classificou como injustificável. Em publicação nas redes sociais, Lula disse que a ação do governo de Israel causou grande preocupação e que deveria ser condenada por todos. O presidente brasileiro acrescentou que só a detenção dos ativistas da flotilha Global Sumud já havia representado uma séria afronta ao direito internacional. Por isso, os governos do Brasil e da Espanha exigiram que os ativistas recebessem plena garantia de segurança e fossem imediatamente soltos. Entenda O brasileiro estava a bordo de um navio da Global Sumud Flotilla, que levava alimentos e itens básicos de sobrevivência para a população de Gaza. A embarcação navegava por águas internacionais, perto da ilha grega de Creta, no dia 30 de abril, no momento em que foi interceptada pelas forças israelenses.  Ávila foi levado a Israel juntamente com o palestino-espanhol Saif Abukeshek. Enquanto mais de 100 outros ativistas pró-palestinos, a bordo de cerca de 20 barcos, foram levados para a ilha grega de Creta. Ávila e outras seis pessoas compõem a delegação brasileira da flotilha. O grupo partiu de Barcelona, com destino a Gaza, em 12 de abril.  Em outubro do ano passado, os militares israelenses já haviam abordado uma flotilha da organização e prenderam mais de 450 participantes, incluindo a ativista sueca Greta Thunberg.

A
Agência Brasil Internacional
World
5/8/2026

EUA aumentam pressão contra Cuba com novas sanções econômicas

Em meio a guerra no Irã, os Estados Unidos (EUA) voltaram a aumentar a pressão econômica contra Cuba por meio de sanções econômicas contra a empresa estatal Gaesa, administrada pelas Forças Armadas cubanas, e contra a joint venture Moa Nickel (MNSA), formada pela Companhia Geral de Níquel de Cuba e a empresa canadense Sherritt International. Devido à decisão da Casa Branca, a corporação do Canadá anunciou a suspensão das atividades em Cuba, com efeito imediato, tendo comunicado o rompimento do contrato aos parceiros cubanos. Notícias relacionadas:Trump anuncia cessar-fogo de três dias entre Ucrânia e Rússia.OMS: hantavírus só é transmitido em contato muito próximo com doentes .Papa Leão XIV completa um ano de pontificado.“[A decisão dos EUA] cria condições que alteram substancialmente a capacidade da empresa de operar no curso normal dos negócios, incluindo as atividades relacionadas às operações da joint venture da Sherritt em Cuba”, disse a companhia. A outra entidade sancionada é o Grupo de Administración Empresarial S.A (Gaesa), que atuava como um conglomerado de empresas estatais cubanas em diferentes setores, entre eles, os de energia e turismo. A Casa Branca ainda sancionou a presidente da Gaesa, Ania Guillermina Lastres Morera. General de brigada, Ania Lastres é economista e deputada da Assembleia Nacional de Cuba desde 2018. Ele preside a corporação sancionada desde 2022. A historiadora cubana Caridade Massón Sena, professora visitante na Universidade Federal de Uberlândia (UFB), avalia que a nova onda de sanções pode afetar o setor do níquel. “A indústria do níquel é uma das poucas que ainda estava funcionando. E esta empresa do Canadá era muito importante para a indústria do níquel. E era uma entrada, pelo menos, de divisas [dólares]. Então, isso vai afetar”, afirmou à Agência Brasil. Ainda segundo a especialista, a Gaesa já vinha sofrendo com as sanções. “Agora, os empresários que têm negócios em Cuba podem se assustar e retirar-se do país”, completou. Os EUA acusam a Gaesa de “corrupção”. A historiadora Massón pondera que casos de corrupção podem ocorrem em qualquer companhia, de qualquer país, mas que não há provas.  “Eles usam esse pretexto de que os dirigentes da Gaesa roubam Cuba por meio do turismo porque o turismo é um dos setores que mais dinheiro gera no país. E não apresentaram nunca provas disso”, comentou. Capital de Cuba - Havana -  afroangelll/Pixabay Bloqueio agrava crise A sanção publicada nessa quinta-feira (8) se soma ao bloqueio naval contra Venezuela a partir do final de 2025, impedindo a venda de petróleo para Cuba, e a ameaça de tarifas contra países que vendam petróleo a Havana, iniciada em janeiro, que levou a ilha ficar três meses sem receber uma gota de petróleo.  O bloqueio energético tem causado aumento dos apagões, a elevação dos preços de produtos básicos, a redução do transporte público e da oferta da cesta básica alimentar subsidiada pelo Estado. Para moradores de Havana consultados pela Agência Brasil, esse é o pior momento do país.   A professora Caridad Massón destaca que a situação econômica está muito difícil, com falta de eletricidade, combustível e medicamentos, mas critica que o mundo está permitindo que os EUA interfiram em qualquer país quando acha conveniente. “O objetivo é afogar os cidadãos cubanos pela fome e pela necessidade. Apenas os cubanos têm o direito de mudar nosso sistema econômico e político. E hoje o presidente Trump, que é acusado de múltiplos crimes em seu próprio país, acredita no direito de impor seus interesses e de envolver o mundo em múltiplos conflitos para evitar ser julgado por sua colaboração com Jeffrey Epstein”, disse Caridad. Epstein foi o financista estadunidense condenado por abuso e exploração sexual de mulheres e crianças, e que foi amigo de Donald Trump nas décadas de 1990 e 2000.  EUA alegam que Cuba é ameaça Em comunicado, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que as medidas são para “proteger a segurança nacional dos Estados Unidos”. “Essas sanções fazem parte da campanha abrangente do governo Trump visando enfrentar as ameaças urgentes à segurança nacional representadas pelo regime comunista de Cuba e responsabilizar o regime e aqueles que lhe fornecem apoio material ou financeiro”, disse.  Em resposta, o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o povo cubano e o mundo já conhecem a crueldade das ações do governo dos EUA. Miguel Díaz-Canel - Arquivo/Agência EFE/Alejandro Ernesto/direitos reservados “Trata-se de uma agressão unilateral contra uma nação e seu povo cuja única ambição é viver em paz, senhores do próprio destino e livres da interferência perniciosa do imperialismo estadunidense”, disse em uma rede social. Ainda segundo o chefe de Estado de Havana, as sanções anunciadas agravam a já difícil situação que o país enfrenta, “ao mesmo tempo que fortalecem nossa determinação em defender a Pátria, a Revolução e o Socialismo”. As medidas coercitivas unilaterais (MCU) aplicadas pelos EUA têm base em uma nova Ordem Executiva (OE) publicada pelo presidente Donald Trump, no último dia 1º de maio, em que autoriza novas restrições econômicas a ilha caribenha.  A justificativa da Casa Branca, entre outras, é que Cuba representa uma ameaça ao país por “abrigar instalações adversárias estrangeiras focadas em identificar e explorar informações sensíveis de segurança nacional dos Estados Unidos”. A professora cubana Caridade Massón Sena questiona as acusações de que Cuba seria uma ameaça aos EUA como “totalmente falsas”. “Agora que Israel e os Estados Unidos estão praticamente derrotados em um beco sem saída no Irã, eles querem desviar a atenção de seus erros e fracassos, apertando ainda mais o bloqueio econômico, com a desculpa de que Cuba representa uma ameaça aos EUA”, completou Direito Internacional A parceria de Havana com China, Rússia o Irã costuma ser evocado para justificar as sanções econômicas. Essas medidas da Casa Branca violam o direito internacional por não contar com autorização do Conselho de Segurança da ONU. A maioria da Assembleia da ONU, incluindo o Brasil, condena o cerco que Washington submete Cuba há mais de seis décadas, com prejuízos econômicos e sociais para as cerca de 11 milhões de pessoas que vivem no país. O aperto do cerco econômico ao país caribenho neste ano reforça a tentativa dos EUA de derrubar o governo liderado pelo Partido Comunista, que desafia a hegemonia política de Washington na América Latina há mais de seis décadas. O embargo dos EUA contra Cuba já dura 66 anos, com as primeiras medidas adotadas logo após a Revolução Cubana, de 1959.

A
Agência Brasil Internacional
Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados
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World·5/1/2026AI summary

Países condenam ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud; quatro brasileiros sequestrados

Brasil, Turquía, Bangladesh, Colômbia, Jordânia, Líbia, Malásia, Maldivas, Mauritânia, Paquistão, África do Sul e Espanha condenaram o ataque israelense à flotilha humanitária Global Sumud. Quatro brasileiros integram a delegação sequestrada em águas internacionais próximas à Ilha de Creta, quando navegavam em direção à Faixa de Gaza. Os países exigem a libertação imediata dos ativistas e afirmam que os ataques constituem violações do direito internacional.

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Agência Brasil Internacional
Anistia Internacional accuses US, Israel and Russia of predatory attacks on multilateralism in annual report
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Politics·4/21/2026AI summary

Anistia Internacional accuses US, Israel and Russia of predatory attacks on multilateralism in annual report

Anistia Internacional released its annual human rights report covering 144 countries, accusing US, Israel and Russia of predatory attacks on multilateralism and international law. The report details Israel's continued genocide in Gaza, US extrajudicial executions and aggression against Venezuela, and Russia's attacks on Ukraine. Regarding Brazil, the report highlights a lethal police operation in Rio de Janeiro in October 2025 that killed over 120 people, mostly Black and poor, marking the deadliest operation in the state's history.

A
Agência Brasil Internacional
Cuba exige levantamento do embargo energético em reunião com delegation dos EUA em Havana
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Politics·4/20/2026AI summary

Cuba exige levantamento do embargo energético em reunião com delegation dos EUA em Havana

Cuba confirmou reunião com delegation dos EUA em Havana, exigindo o levantamento do embargo energético. O diretor-general adjunto do Ministério das Relações Exteriores de Cuba, Alejandro García, especificou que a delegação americana era composta por secretários-adjuntos do Departamento de Estado, enquanto o lado cubano participou no nível de vice-ministro. O diplomata enfatizou que o bloqueio energético é uma forma de chantagem global contra Estados soberanos.

A
Agência Brasil Internacional