
Davi Alcolumbre retira votação da pauta após impasse sobre redução da maioridade para 14 anos
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A PEC da Segurança Pública é considerada prioridade pelo governo Lula. A votação, inicialmente prevista para antes do 2º turno das eleições, foi adiada devido a um impasse sobre emendas apresentadas no Senado que propõem reduzir a maioridade penal. O governo defende que o tema seja discutido separadamente da PEC, que precisa do apoio de pelo menos 49 senadores, em dois turnos, para ser aprovada.
O relator da PEC, o senador Rogério Carvalho (PT-SE), apresenta seu parecer.
Carvalho pede para que as emendas que pedem a redução da maioridade penal sejam retiradas do texto para comporem um projeto separado.
O pedido está de acordo com o Regimento Interno do Senado, mas precisa ser aprovado pelo plenário.
Rogério Carvalho apresenta seu parecer.
O relator pede para que as emendas que pedem a redução da maioridade penal sejam retiradas do texto para comporem um projeto separado.
O pedido está de acordo com o Regimento Interno do Senado, mas precisa ser aprovado pelo plenário.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), diz que a discussão sobre a PEC da Seguraça Pública não poderá ocorrer neste momento porque o relator não está presente e o relatório ainda não está no sistema. Por isso, a pauta foi invertida.
"Eu vou submeter à mesa todas as outras matérias que não têm divergência até agora. Enquanto esperamos o relator, eu vou inverter a pauta e votar todos os outros (temas) até o relator voltar", disse Alcolumbre.
Bom dia! O Senado deve votar nesta terça-feira (3) a PEC da Segurança Pública, considerada prioridade pelo governo Lula.
A votação, inicialmente prevista para antes do 2º turno das eleições, foi adiada devido a um impasse sobre emendas apresentadas no Senado que propõem reduzir a maioridade penal.
O governo defende que o tema seja discutido separadamente da PEC, que precisa do apoio de pelo menos 49 senadores, em dois turnos, para ser aprovada.
O g1 vai transmitir ao vivo, a partir das 16h.
Alcolumbre tira de pauta a PEC da Segurança
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retirou de pauta da sessão desta quinta-feira (15) a votação da PEC da Segurança.
A votação estava prevista para esta sessão, mas líderes do governo Lula ainda desenham a estratégia para lidar com o tema após a oposição querer diminuir maioridade para 14 anos. Leia a reportagem completa.
🚨Redução da maioridade penal
O PL e os partidos de oposição ao governo Lula (PT) no Senado apresentaram uma emenda para incluir a redução da maioridade penal na PEC da Segurança Pública.
A emenda proposta pela oposição incluiria duas alterações na proposta, reduzindo a maioridade penal:
para 16 anos para a maior parte dos crimes; e
para 14 anos para crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo, organização criminosa, associação criminosa e outros.
AI outlook — possibilities, not facts
A votação da PEC da Segurança Pública será reagendada para uma sessão futura após resolução do impasse sobre as emendas
Likely · Within days

Democrat James Talarico, 37, leads the Senate race in Texas against Attorney General Ken Paxton, supported by Donald Trump and Elon Musk. Evangelical and former seminarian, Talarico defends LGBTQIA+ rights and criticizes the Trump administration's Christian nationalism, which could break more than three decades of Republican hegemony in the state.

The polls for the US midterm elections closed in parts of Indiana and Kentucky on Tuesday night (3), with voting still underway in most of the country. There are 435 seats up for grabs in the House of Representatives, and projections point to the Democratic Party as the favorite, with the potential to win more than 230 seats and wrest control of the House from Donald Trump's Republicans.
The Senate approved this Tuesday (3) the Public Security PEC, which creates the Unified Public Security System (Susp), gives more power to the Union to coordinate actions and establish national guidelines to combat organized crime, and allows expropriation of assets from criminal organizations, paramilitaries and private militias.

Exit polls from CNN, CBS News and AP indicate that 62% of US voters disapprove of Donald Trump's performance, with 38% approval, the lowest among presidents in midterm elections since 2006. About 70% want more congressional control over the president, and 6 in 10 attribute the high cost of living to government policies. The FBI denied rumors of the seizure of 20,000 fake ballots in Texas, while ICE announced arrests of immigrants for illegal voting. Technical problems delayed votes in North Carolina, Pennsylvania and New York, and Trump allies promoted voter fraud theories.

The Senate approved the Public Security PEC in two rounds, with 73 votes in the first and 75 in the second, with no votes against. The Brazilian Public Security Forum assessed the approval as a positive sign, but defends the immediate re-creation of the Ministry of Public Security, independent of the PEC, to coordinate the Susp and integrate security forces, Federal Revenue, Public Ministry, COAF, Central Bank and Anatel in the fight against organized crime.

The Senate approved in the first round, by 73 votes, the basic text of the PEC on Public Security, a priority of the Lula government, which expands the role of the federal government in combating crime. An amendment to the PL for the National Public Security Fund to finance actions by the Armed Forces to Guarantee Law and Order (GLO) was approved by 67 to 0. The vote continues to the second round. Flávio Bolsonaro attended the June 3 session, the first after leaving Brazil without informing the Senate. Davi Alcolumbre removed the PEC from the agenda in the May 15th session due to an impasse over amendments that reduce the age of criminal responsibility.