Ato de campanha de Lula e Haddad em São Paulo gera impasse com Polícia Militar e Prefeitura
Quick Look
- O presidente Lula e Fernando Haddad participam de ato na Avenida Paulista, em São Paulo.
- O evento foi marcado por atrito entre organizadores e a Polícia Militar, além de um impasse prévio com a Prefeitura sobre a autorização para a caminhada na via.
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Why It Matters
A realização do ato na região da Paulista foi alvo de um impasse entre a campanha petista e a Prefeitura de São Paulo nos últimos dias.
O presidente Lula, candidato à reeleição, participa do ato ao lado de Haddad, candidato ao governo de São Paulo, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e das candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).
Antes da chegada de Lula e Haddad, houve um princípio de atrito entre integrantes da organização e policiais militares que faziam o acompanhamento do evento. Segundo a equipe responsável pelo ato, os PMs pediram que o trio elétrico que estava mais à frente na Augusta avançasse pela via, antes mesmo da chegada dos candidatos. Os organizadores se recusaram a atender ao pedido.
Em nota, a Polícia Militar afirmou que, até aquele momento, não havia qualquer impedimento por parte da corporação ao trajeto desejado pelos manifestantes. Segundo a PM, os organizadores mantinham o ato em determinado ponto à espera da chegada de participantes
"A PM realiza o balizamento do ato e busca contato direto com os organizadores, em articulação com os órgãos municipais e estaduais envolvidos, para prevenir acidentes e minimizar transtornos", afirmou a corporação.
A realização do ato na região da Paulista foi alvo de um impasse entre a campanha petista e a Prefeitura de São Paulo nos últimos dias.
Na quinta-feira (1º), a Prefeitura afirmou que não havia autorizado a caminhada e disse que atendia a uma requisição do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). Segundo a administração municipal, o tribunal havia determinado que a Avenida Paulista fosse mantida desimpedida nos dias 3, 4, 24 e 25 de outubro.
No mesmo dia, porém, o TRE-SP esclareceu ao g1 que não havia determinado a proibição de atos políticos na Paulista no sábado. A orientação enviada à Prefeitura tinha como objetivo manter a avenida aberta à circulação de veículos no domingo (4), dia da votação.
Open Questions
- Houve desdobramentos após o atrito com a PM?







