Biometria eleitoral na Baixada Santista e Vale do Ribeira: TSE divulga dados de cadastramento e orientações para votação
Quick Look
- Segundo o TSE, 83,24% dos eleitores da Baixada Santista e 94,87% do Vale do Ribeira têm biometria cadastrada, totalizando mais de 1,4 milhão de aptos.
- 2.380 policiais militares atuarão na segurança.
- O g1 publicou guia com regras: documento com foto obrigatório, proibição de eletrônicos, uso da 'cola eleitoral' e aplicativos como e-Título e Pardal para denúncias.
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Why It Matters
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga dados de cadastramento biométrico para as eleições de 2026 nas regiões da Baixada Santista e Vale do Ribeira, em São Paulo, visando aumentar a segurança e a eficiência do voto.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de julho deste ano, 83,24% dos eleitores da Baixada Santista têm a biometria cadastrada, ou seja, 1,2 milhão de munícipes estão aptos a utilizar os dados biométricos nas votações deste domingo.
No Vale do Ribeira, dos 250 mil eleitores, 94,87% possuem biometria cadastrada, ou seja, mais de 238 mil munícipes estão aptos a utilizar os dados biométricos nas eleições, segundo o TSE.
Ao todo, 2.380 policiais militares atuarão na segurança durante as eleições nas cidades das duas regiões. A Polícia Militar anunciou uma operação especial para garantir a segurança e a tranquilidade no primeiro turno das eleições.
Para este domingo, o g1 preparou um guia completo para eleitor. Entenda todas as regras sobre a votação das eleições 2026. Veja abaixo uma lista de informações e orientações sobre regras nas zonas eleitorais, dicas, como usar o título eletrônico, o que pode ou não levar, entre outros:
A consulta ao local de votação pode ser feita por meio do nome do eleitor ou do número do título eleitoral. Em caso de dúvida é importante consultar o local da votação.
É obrigatório apresentar documento oficial com foto, como carteira de identidade (RG), carteira de trabalho, passaporte ou CNH (Carteira Nacional de Habilitação). Não é preciso levar o título, mas é preciso saber qual é a zona e a seção eleitoral.
Não pode. Equipamentos eletrônicos estão proibidos na hora de votar. É permitido entrar na cabine com a 'cola eleitoral' de papel, na qual os números dos candidatos devem estar anotados.
Por conta disso, o celular deve ser deixado com o mesário. Se o eleitor se recusar a entregar o aparelho, ele não poderá votar. Caso insista em votar com o celular, o mesário ou presidente da seção pode acionar a Polícia Militar.
O eleitor que solicitou mudança temporária de seção pode consultar o local por meio do site do TSE ou pelo aplicativo e-Título.
O aplicativo Pardal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) permite denunciar propaganda eleitoral irregular de maneira confidencial. Podem ser denunciadas também irregularidades como compra de voto, abuso de poder econômico, uso da máquina pública para fins eleitorais e uso indevido dos meios de comunicação social.
O aplicativo móvel também traz orientações sobre o que pode e não pode no período eleitoral. Para denunciar o cidadão deve tirar uma foto, gravar um vídeo ou áudio da irregularidade e, por meio do aplicativo de celular, enviar as evidências para a Justiça Eleitoral no estado ou município que fará a análise da denúncia.
Além de elementos que indiquem a existência do fato noticiado, devem constar o nome e o CPF da pessoa que fez a denúncia. Todas as denúncias são tratadas como sigilosas pelo sistema, assegurada a confidencialidade da identidade.
Open Questions
- Qual é o percentual nacional de eleitores com biometria cadastrada?
- Há multas ou penalidades para quem descumprir a proibição de eletrônicos na seção eleitoral?
- Quantas denúncias foram recebidas pelo aplicativo Pardal em eleições anteriores?






