Falsa Neuropsiquiatra: mulher é indiciada por exercício ilegal da medicina e falsificação em Limeira
Investigada atendia pacientes em saúde mental sem formação médica nem registro no conselho de classe, segundo a Polícia Civil.
Quick Look
- Mulher não identificada foi indiciada pela Polícia Civil de Limeira por exercício ilegal da medicina e outros crimes após atender pacientes em saúde mental sem formação médica nem registro profissional.
- Busca e apreensão em 2025 apreendeu documentos, celulares e medicamentos controlados.
- Inquérito foi remetido ao Ministério Público em 23 de outubro.
AI-generated summary
Why It Matters
A investigada realizava atendimentos de pacientes em saúde mental sem formação em medicina nem registro no conselho de classe correspondente, conforme o inquérito da Polícia Civil. O caso foi investigado pelo 1º Distrito Policial de Limeira e teve início a partir de informações de processo judicial.
A mulher, que não teve o nome divulgado, fazia atendimentos de pacientes em saúde mental sem ter formação em medicina, nem registro no conselho de classe correspondente, segundo informações do inquérito da Polícia Civil.
A polícia ouviu pessoas que confirmaram ter recebido atendimento da suspeita. De acordo com os depoimentos, a mulher oferecia orientações sobre tratamentos e o uso de medicamentos.
As investigações foram conduzidas pelo 1º Distrito Policial de Limeira. O inquérito teve início a partir do compartilhamento de informações de processo judicial, que incluiu o depoimento prestado em juízo e documento técnico elaborado pela investigada.
A polícia confirmou ausência de registros ou de formações profissionais da mulher, tanto em medicina quanto em psicologia.
Durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, feito em 2025, no local onde os atendimentos eram realizados, os policiais apreenderam documentos, materiais de identificação profissional, aparelhos celulares e medicamentos sujeitos a controle especial.
Em defesa à polícia, a investigada negou ter se apresentado como médica ou realizado a prescrição de remédios controlados.
A Polícia Civil apontou ter indícios suficientes de autoria e prova da materialidade, indiciando a investigada nos seguintes crimes previstos no Código Penal Brasileiro:
O inquérito policial concluído foi remetido no dia 23 de outubro deste ano para análise e providências do Ministério Público (MP).
A EPTV consultou o MP para confirmar acolhimento do inquérito policial do caso, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
What to Watch
AI outlook — possibilities, not facts
O Ministério Público analisará o inquérito e poderá oferecer denúncia contra a investigada.
Likely · Within weeks
Open Questions
- Quantos pacientes foram atendidos pela investigada?
- Quais medicamentos específicos foram apreendidos?
- O Ministério Público acolherá o inquérito para oferecer denúncia?






