Breaking
ITTwo foreigners repatriated for the attack on the chief rabbi of MilanINTLFlydubai Flight 1073 Co-Pilot Attacks Pilot Mid-Flight, Plane Diverts to Saudi ArabiaINSupreme Court stays execution of Ahmed Bawa in 2008 Ahmedabad bomb blasts caseBRDanger warning predicts heavy rain, winds of up to 100 km/h and hail in eastern MinasRUFire in St. Petersburg's 18th-century Bremmer House containedRUFire in the Miller mansion in St. Petersburg: the historical building was completely burned outBRMilitary Police seize more than 20 kg of cocaine, cigarettes and foreign tires in Teodoro Sampaio (SP)BRFire in a vegetation area near a restaurant on BR-135, in Corrente, is controlled with no injuriesBRAviation influencer Lito Sousa dies at age 59, diagnosed with Creutzfeldt-Jakob diseaseCNUS urges European allies to release diesel reserves to curb soaring pricesITTwo foreigners repatriated for the attack on the chief rabbi of MilanINTLFlydubai Flight 1073 Co-Pilot Attacks Pilot Mid-Flight, Plane Diverts to Saudi ArabiaINSupreme Court stays execution of Ahmed Bawa in 2008 Ahmedabad bomb blasts caseBRDanger warning predicts heavy rain, winds of up to 100 km/h and hail in eastern MinasRUFire in St. Petersburg's 18th-century Bremmer House containedRUFire in the Miller mansion in St. Petersburg: the historical building was completely burned outBRMilitary Police seize more than 20 kg of cocaine, cigarettes and foreign tires in Teodoro Sampaio (SP)BRFire in a vegetation area near a restaurant on BR-135, in Corrente, is controlled with no injuriesBRAviation influencer Lito Sousa dies at age 59, diagnosed with Creutzfeldt-Jakob diseaseCNUS urges European allies to release diesel reserves to curb soaring prices
BackGoverno libera R$ 1,88 bilhão do Orçamento com foco em Cidades e Saúde
Governo libera R$ 1,88 bilhão do Orçamento com foco em Cidades e Saúde
NEWS
Agência Brasil Economia11 hours agoBusiness2 min readBrazilView translation

Governo libera R$ 1,88 bilhão do Orçamento com foco em Cidades e Saúde

Ministérios das Cidades e da Saúde foram beneficiados pelo descongelamento de verbas; Legislativo e Judiciário sofreram contingenciamento.

Quick Look

  • O Ministério do Planejamento e Orçamento liberou R$ 1,88 bilhão do Orçamento, beneficiando principalmente os ministérios das Cidades e da Saúde.
  • A medida consta em decreto publicado no Diário Oficial da União.

AI-generated summary

Why It Matters

O governo ajusta periodicamente o Orçamento com base no Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas.

Font size

Os ministérios das Cidades e da Saúde foram as pastas beneficiadas pela liberação de R$ 1,88 bilhão do Orçamento de 2026, anunciou na noite dessa quarta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento.

A pasta das Cidades teve R$ 1,46 bilhão liberados. Para a Saúde, o descongelamento ficou em R$ 41,9 milhões.

Os novos limites de gastos constam do decreto publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União, com os novos valores detalhados dos bloqueios e contingenciamento por ministérios e por órgãos. Pela legislação, o decreto sai seis dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.

Segundo o decreto, dos R$ 1,881 bilhões liberados no último dia 24, R$ 1,507 bilhões virão do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e R$ 461,2 milhões de emendas parlamentares.

No entanto, os demais Poderes – Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Defensoria Pública da União – tiveram R$ 86,2 milhões contingenciados.

Os ministérios e demais órgãos federais têm até 7 de outubro para detalhar os programas que terão mais recursos.

A última edição do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas reduziu de R$ 17,937 bilhões para R$ 16,056 bilhões o volume bloqueado no Orçamento de 2026.

Emendas parlamentares

Mesmo com a liberação de recursos, continuam congelados R$ 3,304 bilhões em emendas parlamentares de bancada, recursos indicados por deputados e senadores para obras e projetos nos estados.

Nesse caso, será aplicada a Lei Complementar 210/2024, aprovada para regulamentar a execução das emendas parlamentares e ampliar a transparência desses recursos.

Pela lei complementar, as emendas são bloqueadas ou desbloqueadas até a mesma proporção aplicada às demais despesas discricionárias, para cumprir as metas fiscais. No entanto, o Congresso poderá definir as prioridades quando houver necessidade de bloqueio ou contingenciamento, indicando quais programações terão os recursos preservados e quais serão afetadas pelos cortes, dentro dos limites definidos pelo governo.

Faseamento

Além dos bloqueios, o governo está utilizando o chamado faseamento de empenho. O mecanismo não corta recursos, mas limita temporariamente a velocidade com que os órgãos podem assumir novos compromissos financeiros.

A medida funciona como um controle de fluxo de caixa. Se a arrecadação ficar abaixo do esperado, o governo evita empenhar (autorizar o gasto de) recursos antes de confirmar a entrada das receitas.

A restrição de empenho está prevista em R$ 24,058 bilhões até novembro. O valor sujeito a esse controle cai para zero em dezembro.

Ao somar o total congelado (contingenciado e bloqueado) apenas para o Poder Executivo, a restrição chega a R$ 40,028 bilhões até novembro, antes de cair para R$ 15.969 bilhões em dezembro.

Tipos de despesa

O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio.

As duas medidas restringem a execução de despesas, mas são acionadas por razões diferentes:

Bloqueio: ocorre quando há aumento ou risco de aumento das despesas obrigatórias e é necessário respeitar o limite de gastos do arcabouço fiscal.

Contingenciamento: é adotado quando a estimativa de receitas cai e é necessário preservar o cumprimento da meta de resultado primário.

Os dois podem ocorrer simultaneamente, como aconteceu no quarto bimestre de 2026.

No caso atual, a redução do bloqueio foi parcialmente compensada pelo novo contingenciamento, mantendo em R$ 16,1 bilhões o total de despesas sob contenção.

Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos.

Neste ano, o governo federal não contingenciou o Orçamento, porque prevê déficit primário (economia de recursos para pagar os juros da dívida pública) de R$ 13,6 bilhões, se excluídos precatórios e alguns gastos com saúde, educação e defesa. Se incluir os gastos fora do marco fiscal, o resultado ficará negativo em R$ 80,9 bilhões.

What to Watch

AI outlook — possibilities, not facts

  • Ministérios e órgãos federais devem detalhar os programas com mais recursos.

    Very likely · Within days

Open Questions

  • Quais programas específicos serão priorizados pelos ministérios até 7 de outubro?

Related Topics

This article was originally published by Agência Brasil Economia.

Related Stories

Favero family overcomes climate challenges and diversifies strawberry production in Paraná
Developing·

Favero family overcomes climate challenges and diversifies strawberry production in Paraná

The Favero family, after trying to grow raspberries in Paraná without success due to climatic conditions, adapted their production to strawberries, investing in greenhouses and agribusiness. Today, it produces six tons of fresh strawberries and 15 tons of frozen strawberries per year, serving supermarkets, restaurants and state schools, with a focus on valuing family work and honesty in the field.

G1
2 min read
More on this topicorçamento