
AI-generated summary
Os dados são referentes ao mês de julho de 2026 e comparados com o mesmo período de 2025, divulgados pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) da região do Alto Tietê, em São Paulo.
Os homicídios triplicaram, passando de três para nove casos. Já os registros de estupro subiram de dez para 15, uma alta de 50%. Os casos de estupro de vulnerável, contabilizados separadamente pela SSP, caíram de 37 para 35.
Veja Itaquaquecetuba teve o maior número de homicídios em julho de 2026, com quatro registros. No mesmo mês do ano anterior, a cidade havia contabilizado um caso. Mogi das Cruzes passou de um para três ocorrências.
Arujá e Ferraz de Vasconcelos registraram um homicídio cada em julho deste ano, após não terem casos no mesmo período de 2025. Santa Isabel fez o movimento contrário: teve um registro em julho do ano passado e nenhum neste ano.
Entre os casos de estupro, Mogi das Cruzes apresentou a maior quantidade, com sete ocorrências em julho de 2026, ante quatro no mesmo mês de 2025. Itaquaquecetuba passou de três para quatro; Suzano, de dois para três; e Santa Isabel, de nenhum para um. Arujá registrou um caso em 2025 e nenhum em 2026.
Apesar do aumento nos estupros, os registros de estupro de vulnerável diminuíram 5,4% na região. Itaquaquecetuba, porém, passou de quatro para 13 casos e concentrou a maior quantidade em julho deste ano. Suzano teve sete ocorrências, duas a mais do que no mesmo mês do ano passado.
As tentativas de homicídio permaneceram estáveis, com nove registros em julho de cada ano. Em 2026, Mogi das Cruzes e Suzano tiveram três ocorrências cada; Ferraz de Vasconcelos registrou duas; e Poá, uma.
Os indicadores de crimes contra o patrimônio analisados apresentaram queda no Alto Tietê. Os registros de roubo, roubo de carga, roubo de veículo, furto e furto de veículo diminuíram em julho de 2026 na comparação com o mesmo mês de 2025.
Os roubos caíram 23,8%, passando de 424 para 323. Itaquaquecetuba teve o maior número em julho deste ano, com 111 registros, seguida por Mogi das Cruzes, com 64, e Ferraz de Vasconcelos, com 52.
Os roubos de veículos diminuíram de 145 para 91, uma redução de 37,2%. Já os roubos de carga passaram de cinco para três.
Os furtos caíram de 1.138 para 997, uma redução de 12,4%. Mogi das Cruzes foi a única cidade da região com aumento nesse indicador, passando de 317 para 350 ocorrências. Os furtos de veículos recuaram de 238 para 207.

Moradores das ruas Padre Moreira e Deputado Romão Júnior, em Petrópolis, relatam falhas na iluminação pública, com lâmpadas apagando ao anoitecer e piscando durante chuvas, aumentando a sensação de insegurança na região.

Fabrício foi morto com uma facada no peito horas depois de assistir ao clássico entre Atlético e Cruzeiro com o suspeito, que era seu colega de trabalho. Segundo a Polícia Militar, ambos haviam ingerido álcool e se desentenderam pelo resultado do jogo. O suspeito foi preso em flagrante em Nova Lima.

Vítima foi queimada intencionalmente segundo seu relato, enquanto suspeito de 39 anos alega acidente com fogueira e querosene; ela foi intubada e encaminhada à UPA após ser encontrada na casa da irmã em Marília.

Larissa de Souza Batista nega ter colocado chumbinho ou qualquer veneno no açaí consumido pelo namorado Adenilson Ferreira Parente, afirmando que adicionou apenas leite condensado. A acusada está presa preventivamente desde abril e responde por tentativa de homicídio qualificado após laudos confirmarem a presença de chumbinho no produto. A primeira audiência de instrução ocorreu em 1º de abril, com depoimentos de testemunhas, incluindo o delegado investigador e a própria vítima, que sobreviveu após internação em UTI.

Adolescente identificado como Arthur foi morto a queima-roupa na cozinha de sua residência após suspeito invadir o local, afirmar que precisava entregar algo a ele e, após o disparo, comemorar o crime ao telefone dizendo 'Deu certo. Consegui. Ele já está morto'. A polícia investiga possível ligação a disputas de tráfico e imagem nas redes sociais atribuída ao Comando Vermelho que teria 'decretado' sua morte.

A Polícia Civil de São Paulo investiga a loja My Vintage Dress, em Pinheiros, por suposto estelionato após clientes alegarem que pagaram por vestidos de noiva, mas não receberam as peças no prazo combinado. Noivas se reuniram em frente ao ateliê, algumas chorando, enquanto a loja alega problemas de alta demanda e ameaças, e o Procon orienta as consumidoras a buscar indenização judicial se não houver cumprimento das entregas.