Mulher diz que emprestou cartão de crédito e carro a golpista: 'Estou com dívidas até Deus sabe quando'
Pelo menos cinco vítimas procuraram a polícia; prejuízos chegam a R$ 30 mil
Quick Look
- Engenheiro agrônomo Fernando Vasco Fernandes, de 38 anos, é suspeito de aplicar golpes em pelo menos cinco mulheres em São Paulo, com prejuízos de até R$ 30 mil.
- Vítimas de Luís Antônio, Ribeirão Preto e Marília relataram empréstimos e uso indevido de cartões e veículos.
- Nenhum advogado do suspeito se manifestou.
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Why It Matters
O engenheiro agrônomo Fernando Vasco Fernandes, de 38 anos, de Sertãozinho (SP), conhecia as mulheres por meio de um aplicativo de namoro e, após se envolver afetivamente, pedia dinheiro com pretextos de ter sido roubado, estar doente ou ter a conta bancária bloqueada, prometendo devolver o valor, o que nunca aconteceu. Pelo menos cinco mulheres já procuraram a polícia para denunciar.
Uma moradora de Luís Antônio (SP) relatou à EPTV, afiliada da TV Globo, que também foi vítima do engenheiro agrônomo Fernando Vasco Fernandes, de 38 anos, suspeito de aplicar golpes em mulheres que manteve relacionamentos amorosos. Pelo menos cinco delas já procuraram a polícia para fazer a denúncia.
Neste caso mais recente, a vítima disse que chegou a emprestar o cartão de crédito e o carro a Fernando e perdeu em torno de R$ 15 mil.
"Ele começou a comprar coisas com o meu cartão de crédito, começou a usar meu carro. Entrei em depressão, porque isso chegou em a uns R$ 13 mil, R$ 15 mil. O meu carro está com problema até hoje com multa, de tanta multa que ele foi pegando e acumulando. Sofri muito, foi uma época horrível. Eu estou com dívidas até Deus sabe quando".
A EPTV ouviu mais duas mulheres vítimas de Fernando. Uma delas, de Ribeirão Preto (SP), afirma que perdeu R$ 26 mil, e a outra, de Marília (SP), disse que perdeu R$ 30 mil. Nenhum advogado que representa o suspeito foi localizado para comentar o assunto até a última atualização desta reportagem.
Fernando, que é de Sertãozinho (SP), conhecia as mulheres por meio de um aplicativo de namoro e, após se envolverem afetivamente, ele passava a pedir dinheiro com os pretextos de ter sido roubado, estar doente ou ter a conta bancária bloqueada. O engenheiro sempre prometia devolver o valor emprestado, algo que nunca aconteceu.
Em um dos casos, a vítima disse que procuraria a polícia para fazer a denúncia, ao que ele respondeu que não seria preso, porque é 'formado' e que, se fosse, teria direito a 'cela especial'.
O benefício citado não vale mais para quem tem diploma. Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a prisão especial para pessoas com curso superior é incompatível com a Constituição.
Na quinta-feira (5), a EPTV esteve em um dos endereços de Fernando, em Sertãozinho, mas ele não foi localizado.
What to Watch
AI outlook — possibilities, not facts
A polícia deve investigar as denúncias e pode localizar o suspeito.
Likely · Within days
Open Questions
- O suspeito foi preso ou localizado pela polícia?
- Quantas vítimas ao total foram identificadas?
- Há investigação policial em andamento sobre os casos?






