
Debates na Band e na Globo são vistos como decisivos para o futuro do país em um cenário de polarização persistente.
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O Brasil enfrenta um ciclo de polarização política de 18 anos e desafios institucionais recentes, como o orçamento secreto.
Dois debates, o deste domingo na Band e o do dia 23 na Globo, decidirão a disputa pela Presidência da República. É a primeira vez que se chega a uma situação semelhante. Lula, aprovado ou rejeitado, é conhecido. Flávio Bolsonaro tem um sobrenome que carrega consigo o antipetismo. É uma divisão pobre e irredutível, basta dizer que está aí há 18 anos com a mesma agenda. Ao apagar das luzes do Lula 3.0, ele empunhou essa bandeira e o Congresso aprovou a escala de 5x2 para os trabalhadores.
Veio uma pandemia, morreram 700 mil pessoas e não apareceu uma só ideia nova na área da saúde. Quando aparece uma, é travada no escurinho de Brasília.
Fernando Henrique Cardoso trouxe o Real e devolveu aos brasileiros o valor da moeda, Lula 1.0 trouxe o Bolsa Família e o ProUni, tirou o país do mapa da fome e levou estudantes humildes à universidade.
Daí em diante, o Brasil viveu um ciclo de horrores: orçamento secreto, emendas Pix, trama golpista. Para espanto geral, derreteu-se a reputação de alguns ministros do Supremo Tribunal, arrastando consigo a respeitabilidade da corte. O Brasil tornou-se um exportador de alimentos e petróleo, mas, apesar do berço esplêndido, o gigante parece deitado numa cama de pregos.
O agronegócio, que dá musculatura e orgulho ao interior dos Estados Unidos, empurra a economia nacional, mas ainda é visto por uma parte do Brasil bem pensante como um persistente Jeca Tatu.
(Enquanto há gente que sonha em transformar bairros de Pindorama em pequenas Miami, é lá que a turma do agro investe em imóveis. O filho de um ex-presidente vive —foragido— nos Estados Unidos, outro, na Espanha.)
A eleição deste ano seria uma boa oportunidade para se vislumbrar um futuro, mas até agora isso não aconteceu. Resta torcer pela qualidade dos dois debates.

The TSE changed the address of 2,033 voting stations for the second round, affecting 592 thousand voters. The measure, which represents 0.39% of the total, arises from renovations and damage caused by climate events. Lula's coalition requested logistical support from voters.

Lula and Flávio Bolsonaro face the challenge of mobilizing voters for the second round, especially in states without local disputes. Campaigns invest in social networks, rallies and strategies to reduce abstention, focusing on decisive electoral colleges.

The Prerrogativas group requested an investigation from the PF and the Electoral Court into the hiring of the company Elytron by Flávio Bolsonaro's campaign, alleging possible use of AI for electoral manipulation and financial inconsistencies.

TSE minister Ricardo Villas Bôas Cueva authorized pro-democracy events scheduled for this Sunday, denying the Novo Party's request to ban artistic presentations and electric trios, as he saw no evidence of irregular electoral rallies.

Supporters of Flávio Bolsonaro (PL) gather on Avenida Paulista, in São Paulo, for a rally this Sunday. The event is attended by political allies and takes place a week after a demonstration in favor of President Lula in the same location.

The Regional Electoral Court of Piauí (TRE-PI) advises voters to check their voting locations for the second round, on October 25th. There were changes in sections of Bom Jesus and Campinas do Piauí, despite differences with TSE data.