Polícia prende irmão de cantora em caso de feminicídio
Segundo os agentes, as circunstâncias do caso são apuradas sob sigilo pela Delegacia de Enfrentamento ao Feminicídio e Outras Mortes Violentas em Função de Gênero (Defem). O mandado foi expedido pela Justiça.
Uma irmã da cantora foi à Defem e alegou que a própria família não tem acesso a informações sobre o caso. O irmão preso é policial militar e estava no quartel onde atua, na capital, quando o mandado foi cumprido. O g1 tenta contato com a defesa do homem.
No dia 30 de abril deste ano, a PC prendeu em flagrante, por tráfico de drogas, o principal suspeito de matar a cantora paraense. O nome dele não foi divulgado. O homem foi encontrado no distrito de Mosqueiro, em Belém.
De acordo com a polícia, equipes receberam informações de que o suspeito, já alvo de investigações há alguns meses, transportava drogas para abastecer pontos de venda de entorpecentes no distrito.
Os policiais abordaram o suspeito no momento em que ele desembarcava de uma van. Durante a revista pessoal, os agentes encontraram na mochila do homem uma grande quantidade de substâncias análogas a cocaína e oxi, além de dinheiro.
Após a prisão em flagrante, pesquisas nos bancos de dados revelaram que o homem já era alvo de um disque denúncia pelo assassinato de Ruthetty.
A cantora era reconhecida como um dos grandes nomes da música romântica do Pará, Ruthetty imortalizou sucessos como “Viver de Ilusão” e “Amor da Minha Vida, Eterno Amor”, que marcaram gerações e se fixaram na memória afetiva do público.






