
Previsão do Inmet aponta temperaturas elevadas no estado durante o mês, que marca o início da primavera.
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Setembro marca o início da primavera no Brasil, período que historicamente apresenta elevação nas temperaturas no estado do Piauí.
Setembro deve registrar no Piauí temperaturas até 2°C acima da média, segundo o Inmet. O período também marca o início da primavera.
O climatologista Werton Costa, diretor da Defesa Civil do Piauí, destacou que o principal fator de alerta é a constância e a permanência das temperaturas mais altas.
A Defesa Civil acompanhará o calor acima da média no estado. O foco é monitorar a possibilidade de períodos prolongados de temperaturas elevadas.
Identificar possíveis ondas de calor auxilia o órgão a definir a gravidade dos alertas. A medida orienta as intervenções das forças públicas na proteção da população.
Costa reforçou que a população deve manter os cuidados de prevenção durante o calor. Ele também orientou a circulação de informações para garantir a segurança coletiva.
Setembro deve manter no Piauí um padrão de temperaturas acima da média, com registros que podem ficar até 2°C mais altos que o esperado para o período, segundo prognóstico divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Segundo o climatologista Werton Costa, diretor de Prevenção e Mitigação da Defesa Civil do Piauí, o que chama atenção não é apenas o calor característico de setembro, mas a persistência das temperaturas elevadas.
“O que chama a atenção é o fato de que nós temos a constância dessa majoração, o caráter reiterado, a permanência dessa condição de temperatura mais alta”, explicou.
A preocupação do órgão é identificar não apenas os dias em que as temperaturas atingem os maiores valores, mas também possíveis ondas de calor, usando modelos de previsão meteorológica.
“O nosso foco agora é a rastreabilidade dessas condições de calor, não só o que é medido todos os dias ou a quantidade de dias que ela se manifesta em condição de pico, mas também usar o modelo preditivo, o modelo de previsão para identificar possíveis ondas de calor”, afirmou.
Segundo Werton Costa, a identificação de uma onda de calor ajuda a Defesa Civil a definir o nível de gravidade dos alertas e possíveis medidas de intervenção das forças públicas responsáveis pela proteção da população.
O climatologista reforçou que a população deve manter os cuidados de prevenção durante os períodos de calor e ajudar a disseminar as informações.
“É um momento que a gente tem que manter os mesmos cuidados, manter aquela rotina de autocuidado, mas também fazer com que essa informação circule para garantir também a segurança coletiva da população”, disse.

Temporais de granizo atingiram ao menos 10 municípios do Paraná entre domingo e segunda-feira, causando danos em 722 casas e afetando 2,2 mil pessoas. Não há registro de feridos, mas cerca de 20 mil imóveis chegaram a ficar sem energia elétrica.

Enchentes repentinas no Grand Canyon, causadas por fortes tempestades, resultaram na morte de um homem e no desaparecimento de mais de 20 pessoas. Sessenta e duas pessoas foram evacuadas por via aérea após a destruição de passarelas e pontes na região.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação civil pública para obrigar a União, a ANA e os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a instalarem o Comitê de Bacia Hidrográfica do Alto Paraguai, visando proteger o Pantanal e garantir a gestão integrada das águas.

Uma frente fria e um sistema de baixa pressão sobre o Paraguai provocam instabilidade no Paraná nesta segunda-feira (31). O Inmet emitiu alerta amarelo de tempestade para 316 cidades, com previsão de chuvas, ventos fortes e granizo, especialmente à tarde.

Cuiabá registrou 41,2°C neste domingo (30), a maior temperatura entre as capitais brasileiras em 2026. Devido ao calor extremo e tempo seco, o Desfile Cívico de 7 de Setembro foi transferido para o período noturno para garantir o conforto dos participantes.

Cinco cidades catarinenses decretaram situação de emergência após fortes chuvas e granizo danificarem mais de 3 mil casas. Florianópolis, Biguaçu, Ipuaçu, Bom Jesus e Quilombo registraram prejuízos, levando à suspensão de aulas na Grande Florianópolis.