
Tremor ocorreu a 10 quilômetros de profundidade na cordilheira do Himalaia; não há informações imediatas sobre vítimas ou danos
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O evento ocorre após enchentes na fronteira entre o Tibete e o Nepal que deixaram milhares de mortos e desaparecidos. O USGS revisou eventos sísmicos anteriores na região, concluindo que desastres anteriores foram causados por colapso de geleiras.
Um terremoto de magnitude 5 atingiu o Tibete, na China, nesta quinta-feira (3), informou o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ). Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do terremoto na região de Xizang, no oeste chinês, próximo à fronteira com a Índia.
Segundo o instituto, o tremor ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre vítimas ou danos.
O abalo atingiu a encosta de uma montanha na cordilheira no Himalaia às 2h16 pelo horário de Brasília. O terremoto desta quinta-feira (3) não fica próximo de onde ocorreram as enchentes da semana passada, na fronteira entre o Tibete e o Nepal.
O desastre iniciado na quarta-feira passada (26) deixou, ao menos, 1.252 mortes e 4.216 desaparecidos no Nepal. Do lado chinês, foram 21 vítimas fatais e 541 paradeiros.
Logo após o desabamento, especialistas notificaram que um lago formado após o colapso da geleira poderia se romper nos dias seguintes e provocar novas avalanches na região. O alerta foi divulgado pelo jornal Times of India, com base em informações de autoridades chinesas.
À época, agências de monitoramento sismológico chegaram a informar que as enchentes devastadoras no Nepal haviam sido desencadeadas por um terremoto. O USGS, por exemplo, registrou inicialmente um evento sísmico de magnitude 4,4 na região da fronteira entre s países atingidos.
Após uma análise mais detalhada de estações sísmicas, ondas de baixa frequência e imagens de satélite, porém, o órgão revisou a avaliação e afirmou que não houve abalo sísmico.
Segundo os pesquisadores, o sinal detectado pelos sismógrafos foi causado pelo colapso de uma geleira e pelo enorme fluxo de gelo, rochas e detritos que desceu montanha abaixo. O USGS atualizou o evento para uma magnitude equivalente a 5,2 e concluiu que a energia registrada foi produzida pelo deslizamento da massa de gelo, responsável pelas enchentes.
De acordo com especialistas, uma grande porção de geleira se desprendeu de uma encosta a cerca de 5.200 metros de altitude. A massa de gelo e rochas despencou pelo vale, atingiu um rio na região de Lhende Khola e gerou uma enxurrada carregada de detritos, que avançou rapidamente pelos cursos d'água até áreas habitadas.

O chefe do contraespionagem dinamarquês, Emil Graesholm, afirmou que a Rússia prepara ativamente ações de sabotagem contra a Dinamarca, visando especialmente a indústria de defesa do país através do recrutamento de cidadãos comuns.

Aos 49 anos, a subtenente da reserva da Polícia Militar Juliana Vittoria Gonçalves da Silva iniciou sua transição de gênero em Uberlândia, após 31 anos de carreira na corporação, superando décadas de sofrimento e repressão.

Após 250 dias no mar sem paradas, o porta-aviões nuclear USS Abraham Lincoln atracou em Pattaya, na Tailândia, oferecendo descanso a cerca de 5 mil fuzileiros navais dos EUA em meio a restrições locais rigorosas.
Irã e Estados Unidos trocaram ataques militares nesta quarta-feira (2), com forças americanas atingindo a costa sul do Irã e o Irã respondendo contra bases dos EUA no Barein, Jordânia, Kuwait e Iraque, após os EUA alegarem ter atacado defesas aéreas iranianas; o Irã acusou Washington de matar cinco pessoas em uma festa de casamento em Sirik, incluindo uma criança de quatro anos, enquanto as bolsas globais caíram e os preços do petróleo subiram devido ao risco de interrupção no abastecimento de energia.

O número de mortos pelas enchentes no Nepal ultrapassou 1.100, com milhares de desaparecidos. Autoridades confirmaram que alguns turistas estrangeiros, incluindo cinco australianos, foram localizados em segurança. Esforços de resgate prosseguem no Nepal e na China.

Mohammad Bagher Ghalibaf, negociador iraniano, classificou os EUA como 'Satã' após um ataque com mísseis atingir um casamento em Kuhestak. O Crescente Vermelho confirmou cinco mortes, incluindo uma criança, e cerca de 50 feridos no incidente ocorrido no sul do país.