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Steady23 stories3 sourcesLast updated: 11h ago

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Brasil sobe 58 posições no ranking de liberdade de imprensa e ultrapassa EUA pela primeira vez
Politics
4/30/2026AI summary

Brasil sobe 58 posições no ranking de liberdade de imprensa e ultrapassa EUA pela primeira vez

O Brasil alcançou a 52ª posição no Ranking Mundial de Liberdade de Imprensa da RSF, subindo 58 posições desde 2022 e ultrapassando os EUA (64º) pela primeira vez. O país cresceu 11 posições em relação a 2025 e ficou atrás apenas do Uruguai (48º) na América do Sul. O diretor da entidade para América Latina, Artur Romeu, attribute a melhora ao fim dos ataques sistemáticos durante o governo Bolsonaro e à ausência de jornalistas assassinados desde 2022.

A
Agência Brasil Geral
Prejuízo dos Correios chega a R$ 8,5 bilhões em 2025
NEWS
4/23/2026

Prejuízo dos Correios chega a R$ 8,5 bilhões em 2025

Os Correios registraram um prejuízo de R$ 8,5 bilhões em 2025. O valor é mais de três vezes superior ao verificado em 2024, quando a estatal anunciou prejuízo e R$ 2,6 bilhões.  De acordo com a empresa, o resultado é influenciado, majoritariamente, pelo provisionamento de obrigações judiciais e o aumento de custos operacionais. Notícias relacionadas:Correios: Plano de Demissão Voluntária tem adesão de 30% da meta.CMN autoriza novo empréstimo aos Correios, no valor de R$ 8 bilhões.Lula descarta privatização dos Correios.A maior parte desse valor advém de processos judiciais, que custaram aos Correios R$ 6,4 bilhões no ano passado (55,12% acima de 2024). O passivo na Justiça é formado especialmente por demandas trabalhistas, como os pagamentos reivindicados pelos empregados para receberem adicionais de periculosidade e adicionais pela atividade de distribuição e coleta externa. No ano passado, a receita bruta dos Correios, não considerados os pagamentos que a empresa deveria fazer, foi de R$ 17,3 bilhões (11,35% abaixo de 2024). O balanço da empresa será publicado no Diário Oficial da União. Diante do acúmulo de prejuízos, a empresa buscou credores e recebeu um aporte que totalizou R$ 12 bilhões em empréstimos de bancos públicos e privados. Ciclo vicioso Desde o último trimestre de 2022, os Correios apresentam resultados parciais negativos. No total, a empresa acumula 14 trimestres de ônus.  “É um ciclo vicioso. A dificuldade de caixa gera dificuldade de pagamento ao fornecedor, isso afeta a operação. Ao afetar a operação, a gente macula a capacidade de aumentar o volume [de trabalho] ou de gerar novos contratos”, explicou o presidente dos Correios, Emmanoel Schmidt Rondon, em entrevista coletiva na sede da empresa em Brasília. Segundo ele, a estatal também não consegue compensar imediatamente a baixa nas receitas com cortes de gastos.  “A estrutura de custo é muito rígida, e está ancorada em despesas de custos fixos. Quando há uma queda de receita, não se consegue diminuir a despesa no mesmo momento para poder fazer esse equacionamento”, explicou.  Desmaterialização da carta O balanço negativo ocorre em anos de mudança estrutural no campo de atividade dos Correios, quando as empresas de comércio eletrônico expandem sua atividade logística - não mais dependendo dos Correios. O fenômeno concorrencial ocorre após a estatal perder nicho do mercado de postagem com as mudanças das formas de comunicação, o que Rondon chama de “desmaterialização” da carta. Economista por formação, o presidente assumiu o cargo em setembro do ano passado, com mandato até agosto de 2027, com objetivo de reestruturar a estatal. Entre medidas saneadoras, a empresa abriu dois planos de demissão voluntária (PDV). Na edição deste ano, 3.181 aderiram ao desligamento. O volume de adesões foi menor que o obtido no PDV 2024/2025, 3.756 empregados, mas o ingresso no plano só foi possível em prazo menor - entre fevereiro e abril deste ano. A perspectiva inicial da estatal era fazer 10 mil desligamentos. Outros processos de demissão voluntária poderão ser abertos no futuro. Privatização fora de pauta Os Correios adotaram medidas para diminuir custos com as operações de recebimento, distribuição e entrega; renegociaram dívidas com fornecedores e estenderam prazos de pagamento. Também começaram a reduzir gastos com a ocupação de imóveis e com a manutenção de agências. Emmanoel Rondon acredita que a empresa apresente resultados econômicos positivos a partir de 2027 e que, conforme a reestruturação, possa captar mais recursos entre financiadores. Ele não considera a possibilidade de privatização, como defendem correntes de economistas pró-mercado. “Esse assunto não está na pauta aqui. Estamos apresentando os resultados. Privatização ou não é uma decisão do controlador [o governo federal]. O que que a gente quer? Aqui estamos trabalhando em um plano de gestão de recuperação, para que a empresa permaneça íntegra, viável, que preste um bom serviço, dê resultado positivo”, afirmou.

A
Agência Brasil Economia