Alfenas inaugura Casa da Mulher para atendimento especializado e combate à violência
Unidade oferece assistência jurídica e acolhimento humanizado, incluindo espaço para o público LGBTQIA+
Quick Look
- A cidade de Alfenas inaugurou a Casa da Mulher, unidade voltada ao atendimento de vítimas de violência.
- O espaço oferece assistência jurídica, acolhimento humanizado e conta com um observatório de dados e sala específica para o público LGBTQIA+.
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Why It Matters
A unidade foi planejada durante dois anos pela Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres de Alfenas.
Além dos atendimentos, o espaço conta com uma sala específica para o público LGBTQIA+ e abrigará um observatório de dados sobre a violência. A secretária de Políticas Públicas para Mulheres, Kátia Goiatá, destacou que a unidade foi criada para atender uma demanda crescente na cidade.
“A Casa da Mulher surge com essa necessidade de atender a esse tipo de demanda. As mulheres tanto podem chegar até a Casa da Mulher de maneira espontânea ou encaminhada por outros equipamentos que já existem na nossa cidade de Alfenas”, afirmou.
Segundo a secretária, não é necessário apresentar boletim de ocorrência ou medida protetiva para buscar atendimento no local. Ela explicou que a assistência jurídica oferecida pela unidade pode auxiliar as vítimas em todas as etapas do processo.
“Necessariamente, elas não precisam chegar aqui com isso, porque, inclusive, a nossa advogada, que vai prestar assistência jurídica, pode ajudar nesse sentido, até acompanhar essa mulher vítima de violência ao próprio batalhão, para fazer o boletim de ocorrência, ou à própria DEAM, Delegacia da Mulher”, disse.
Kátia Goiatá afirmou que a criação da Casa da Mulher vinha sendo planejada há cerca de dois anos pela Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres.
“Esse espaço viabiliza um atendimento mais rápido, mais célere para essas mulheres, mais humanizado, com acolhimento, com um olhar de acolhimento e não de julgamento e muito menos de condenação. Então, isso, a gente estava há um tempo já com esse desejo de abrir as portas e a gente conseguiu”, ressaltou.
“Exatamente. A gente sabe que essas mulheres trans, elas são invisíveis. Então, aqui o nosso trabalho com esse atendimento, a gente vai atrás, inclusive com o observatório que a gente também criou, justamente para, através desses dados, a gente poder ter a condição de fazer uma política pública eficiente e sem desperdício de dinheiro público”, afirmou.
Open Questions
- Qual a capacidade de atendimento mensal da unidade?







